Questões de Concurso
Sobre amazônia em geografia
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Fonte: TAVARES, Maria Goretti da Costa. A FORMAÇÃO TERRITORIAL DO ESPAÇO PARAENSE: dos fortes à criação de município. Revista ACTA Geográfica, ANO II, n°3, jan./jun. de 2008. p.59-83
Assinale a alternativa que indica uma das consequências do processo descrito no texto.
A imagem acima retrata a estratificação da floresta amazônica. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta.
Fonte: www.todamateria.com.br/transportes-no-brasil
Marque a alternativa que apresente uma ferrovia vinculada ao Estado do Pará.
Essas frentes pioneiras, que hoje configuram uma verdadeira mancha quase que contígua, movimentam-se por zonas do país em que ainda não é possível dizer que as condições urbanas e econômicas estejam consolidadas. A presença do Estado é, de certo modo, distante e há um caráter extensivo intrínseco no processo de apropriação das terras, levando a inúmeros conflitos – a situação fundiária dessas áreas é um verdadeiro caos, da qual se origina a expressão “terra de ninguém”.
(HUERTAS, Daniel. Da Fachada Atlântica à Imensidão Amazônica: fronteira agrícola e integração territorial)
No contexto da região amazônica, a descrição de frente pioneira refere-se
Segundo o IBGE‑Educa, o Bioma Amazônia ocupa cerca de 49% do território brasileiro, abrigando a maior floresta tropical do mundo, que concentra aproximadamente 1/3 das reservas globais de florestas tropicais úmidas, além de 20% da disponibilidade mundial de água doce e grandes reservas minerais.
Fonte: Agência Brasil, adaptado
Considerando o texto e seus conhecimentos sobre o tema, assinale a alternativa correta:
Com relação ao longo processo histórico de uso e ocupação do solo da região da Amazônia brasileira, é correto afirmar:
I. A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas em 2025, a COP30, acontece no Sul Global, mais precisamente em Belém do Pará, no Brasil. Entre seus temas de destaque está a discussão sobre o financiamento para ação climática. Para além da negociação entre os países e os debates em torno de mecanismos tradicionais de financiamento, a COP30 buscará destravar recursos de diversas fontes com o objetivo de acelerar o enfrentamento à mudança climática, em especial olhando para os países do Sul Global.
II. A realização da COP 30 no Brasil, especificamente em Belém, no Pará, destaca o papel estratégico do país na agenda climática global. Com a Amazônia representando um dos maiores biomas do mundo e um importante regulador do clima planetário, o evento coloca o Brasil no centro das discussões sobre preservação ambiental, desenvolvimento sustentável e justiça climática.
III. Em diálogo com essa pauta, A Casa Sul Global olha para a arquitetura de financiamento de clima e natureza desde e para o Sul Global, demonstrando que existem mecanismos locais que garantem que recursos cheguem a movimentos, comunidades e pessoas nestes territórios.
IV. Para ampliar o alcance e o impacto, é essencial que mais recursos sejam direcionados ao fortalecimento do ecossistema de financiamento do Sul e para o Sul, envolvendo uma diversidade de atores em arranjos colaborativos que acelerem a transformação sistêmica em favor da justiça socioambiental.
Estão CORRETOS:
TEXTO 1
Disponível em: https://diariodoacre.com.br. Acesso em: 25 maio 2025
TEXTO 2
Além da presença do crime organizado, outro fator explica a tendência de alta letalidade na Amazônia. Enquanto a composição da estrutura da população brasileira é cada vez de menos jovens, a Amazônia viverá até meados de 2030 um bônus demográfico, de acordo com uma publicação do projeto Amazônia 2030. Serão mais jovens e menos idosos, e essa faixa etária de até 29 anos tem risco elevado de mortalidade por homicídio.
Disponível em: https://oglobo.globo.com. Acesso em: 25 maio 2025.
Em uma aula interdisciplinar sobre a violência na Amazônia Legal, utilizando como suporte os textos apresentados, os professores problematizam a violência disseminada por facções criminosas como um componente
A diversidade amazônica tem sido explicada por hipóteses distintas, entre as quais a teoria dos refúgios, formulada a partir de estudos paleoclimáticos. Essa hipótese sustenta que, durante períodos glaciais do Pleistoceno, áreas úmidas preservadas funcionaram como núcleos de conservação e expansão de espécies, favorecendo processos de especiação e endemismo. Embora contestada por modelos alternativos como os das barreiras fluviais ou do gradiente ambiental, a teoria dos refúgios segue sendo revisitada por evidências paleoecológicas e genômicas.
Assinale a proposição mais coerente com essa hipótese: