Questões de Concurso Sobre fonoaudiologia
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I. Para simplificar a comunicação com um idoso, deve sempre evitar ambientes com ruídos, isso pode facilitar a comunicação.
II. A fala de maneira pausada e coesa pode induzir uma situação constrangedora ao idoso, ao presumir alguma dificuldade.
III. Para auxiliar na comunicação, pode ser utilizados outros recursos como o teste Semmes-Weinstein que termina a perda auditiva para uso de prótese corretora.
IV. A comunicação é um processo complexo baseado em cinco dimensões: biológica, fisiológica, social, cultural e espiritual.
I. No casos de hipernasalidade, deve-se verificar a presença ou não de fator orgânico.
II. Pacientes com fissuras palatais podem ter a ocorrência de nódulos vocais, pelas compensações articulatórias desenvolvidas.
III. Para a qualidade hiponasal, também é importante verificar a presença de alterações orgânicas obstrutivas, como adenoides e amígdalas hipertróficas, geralmente acompanhadas de distúrbios alérgicos e do sistema sensoriomotor oral. Aqui, o tratamento otorrinolaringológico é prioritário.
IV. A adequação do modo respiratório e do sistema estomatognático deve ter envolvimento direto em terapia, dada as consequências dos ajustes do trato vocal diante das dificuldades orgânicas.
V. O uso do fluxo aéreo bucal, aumentam a hipernasalidade, e exercícios específicos para minimizar a mobilidade do véu palatino, como o vocal fry, sopro e fricativos surdos. Já nos casos de compensação nasal, que alguns indivíduos utilizam como um modo de mascarar a qualidade vocal rouca.
I. Golpe de glote: na emissão dos sons fricativos, por adução brusca das pregas vocais.
II. Fricativa faríngea: é produzido pela constrição do trato vocal ou por uma constrição provocada pela retração da língua contra a faringe, provocando uma fricção audível.
III. Golpe meio-dorso palatina é produzido pelo toque do dorso da língua com a região central do palato, anteriorizando o ponto de articulação dos fonemas /k/ e /g/ e posteriorizando os fonemas /t/ e /d/.
IV. Golpe faríngeo. V. Fricativa laríngea: ocorre uma fricção no nível da laringe, geralmente produzida pela substituição de um fonema fricativo.
VI. Coarticulação: quando a substituição compensatória é precedida por uma articulação correta do som de fala.
I. Classificação das características da malformação.
II. Reflexos neuromotores.
III. Condições morfofuncionais do sistema oromotor.
IV. Condições de alimentação por via oral: relação entre a força de sucção e o fluxo de leite.
V. Na presença de hipersialorreia e vias aéreas obstruídas, convém que o fisioterapeuta ou a enfermeira aspirem a secreção antes da alimentação.
( ) Na fissura labial unilateral, observa-se a inserção anômala das fibras musculares da porção superior do segmento maior do orbicular da boca na base da columela do nariz e das fibras musculares do segmento menor na base da narina afetada, provocando uma inclinação caudal da asa do nariz.
( ) Nas fissuras labiais bilaterais, as fibras das duas hemiporções superiores do músculo orbicular inserem-se na base das duas narinas, com presença do pro-lábio, que não contém fibras musculares.
( ) Nas fissuras palatinas, nota-se hipodesenvolvimento muscular da aponeurose palatina e do músculo tensor do véu palatino. Os músculos levantadores do véu palatino estão anomalamente inseridos na borda posterior do palato ou acompanhando a borda óssea medial da fissura.
( ) Nas fissuras labiopalatinas, as inserções anômalas da musculatura labial e palatina são antifuncionais.
( ) Na fissura labial, a musculatura é atrófica, propriamente posicionada, não interferindo na postura e na função oral.
( ) Na fissura palatina, a musculatura cumpre sua função de fechamento velofaríngeo e proteção das vias aéreas superiores.