Questões de Concurso
Comentadas sobre disfagia e mastigação em fonoaudiologia
Foram encontradas 1.240 questões
I. Na fase preparatória-oral, pode-se esperar que o paciente aspire antes da deglutição, devido à alteração dos movimentos anteroposteriores e verticais da língua, causando estase em cavidade oral.
II. Na fase oral, pode ocorrer aspiração após a deglutição devido ao aumento da tensão bucal que acarreta alteração na formação do bolo e estase em cavidade oral.
III. Na fase faríngea, pode ocorrer aspiração antes e durante a deglutição, devido a, respectivamente, atraso ou ausência do início da deglutição e redução do fechamento laríngeo.
IV. Na fase faríngea, pode ocorrer aspiração após a deglutição, devido à alteração do peristaltismo faríngeo.
Assinale a alternativa CORRETA.
Sobre essas técnicas e exercícios, assinale a alternativa CORRETA.
I. As sucking pads, localizadas na parte interna dos músculos masseteres, tem como função primordial fornecer estabilidade às bochechas durante a sucção.
II. A ausculta cervical em crianças não é considerada um procedimento eficiente para fornecer informações sobre a coordenação da sucção com a deglutição e a respiração do bebê.
III. O neonato apresenta uma conformidade anatômica que garante a alimentação por meio do seio materno ou da mamadeira.
IV. O ritmo do padrão alimentar do bebê é uma característica consistente e único para os recém-nascidos
Assinale a alternativa CORRETA.
Os elementos enunciados identificam:
I.Fase preparatória. II.Fase mastigatória. III.Fase oral. IV.Fase faríngea. V.Fase esofágica.
Marque a alternativa cuja série está CORRETA.
Nesse processo deve haver movimentos cíclicos da mandíbula, intimamente coordenados com os movimentos da:
I.Boca e bochechas.
II.Arcada dentária (superior e inferior).
III.Língua e osso hioide.
IV.Palato mole e dobras palatinas.
Marque a série CORRETA.
I.A geração de laudos é um avanço em todas as áreas da medicina, no caso da fonoaudiologia a situação não é diferente.
II.As vantagens do uso de software médico para auxiliar os fonoaudiólogos são evidentes. Um desses benefícios é o fato de que as informações acerca do paciente ficam vinculadas e relacionadas aos laudos, isso agiliza o processo de acompanhamento e consulta.
III.No âmbito hospitalar, o fonoaudiólogo intervém principalmente, na (Re)habilitação da deglutição e da comunicação.
IV.Os recursos proporcionados pela Comunicação Suplementar Aumentativa tem significativa importância no tratamento fonoaudiológico hospitalar, essencialmente para facilitar a sintonia com os familiares.
V.Os pacientes que estão hospitalizados em diversos setores do hospital podem evoluir com alterações da expressão verbal de grau leve a severo decorrentes de comprometimentos motores, sensoriais e linguístico - cognitivo.
Marque a alternativa com a série CORRETA.
I.Assim que ocorre o nascimento do bebê, o fonoaudiólogo pode ajudar a estimular a sucção e deglutição do bebê, fazendo com que ele se habitue com o aleitamento materno.
II.As orientações do fonoaudiólogo são muito importantes, a partir do posicionamento do bebê e da mãe dele para iniciar a amamentação.
III.É imprescindível o acompanhamento diário do profissional em fonoaudiologia durante o período de seis meses de amamentação, conforme preceitua a OMS.
Marque a alternativa CORRETA:
I.Broncopulmonares. II.Nutricionais. III.Comprometimento da qualidade de vida no lesado encefálico.
Marque a alternativa CORRETA.
Acerca do Protocolo de Avaliação Fonoaudiológica de Risco para Disfagia (PARD), que é um dos protocolos mais adotados para avaliação beira-leito, julgue o próximo item.
Um paciente que apresenta saturação basal de 96% de SpO2 e que, durante teste de deglutição de água, tem queda desse valor para 91%, não apresenta fator de risco para broncoaspiração.
Acerca do Protocolo de Avaliação Fonoaudiológica de Risco para Disfagia (PARD), que é um dos protocolos mais adotados para avaliação beira-leito, julgue o próximo item.
Na classificação nível II, deglutição funcional, a deglutição pode estar alterada, mas não resulta em aspiração ou redução da eficiência da deglutição, pois o paciente consegue fazer compensações espontâneas.
No nível V, disfagia orofaríngea moderada, a orientação é alimentação por via oral suplementada por via alternativa.
Para diagnosticar a disfagia, transtorno comumente encontrado na população infantil, na adulta e na idosa, em ambiente hospitalar, o fonoaudiólogo deve saber identificar as fases da deglutição. Com base nessas fases, julgue o item subsequente.
Na fase faríngea da deglutição, ocorre contração das pregas vocais e falsas pregas, depressão da epiglote, elevação da laringe e fechamento do esfíncter esofágico superior.
A fase preparatória da deglutição é consciente e voluntária, em que se observa captação e qualificação do bolo; nessa fase, a via aérea permanece aberta, e a respiração é exclusivamente nasal.
Acerca das alterações de deglutição e disfagia, julgue o item subsequente.
O palato mole é uma estrutura contígua ao palato duro e exerce papel fundamental nas funções orofaciais. Casos em que o paciente apresenta regurgitação nasal de líquidos podem ser atribuídos à flacidez dos músculos digástrico e milo-hioideo, fundamentais na elevação do palato mole.
Acerca das alterações de deglutição e disfagia, julgue o item subsequente.
A intubação orotraqueal (IOT) é um fator de risco para disfagia. O uso do tubo orotraqueal por períodos de até sete dias não causa alteração na dinâmica da deglutição, porém, a partir desse período, pode haver alterações nos mecanorreceptores e nos quimiorreceptores das mucosas da faringe e da laringe, que causarão prejuízos na fase faríngea da deglutição.