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Questões de Concurso Sobre órteses e próteses em fisioterapia

Foram encontradas 488 questões

Q4255763 Fisioterapia
O termo amputação é utilizado para descrever a ausência parcial ou total de um membro e, essa ausência pode ser decorrente de um trauma, má formação, ou ainda, de um procedimento cirúrgico. Em geral, as amputações realizadas como medida de tratamento são utilizadas como último recurso terapêutico, podendo ser realizadas em caráter de urgência ou de forma eletiva, quando todas as demais opções terapêuticas já não forem mais viáveis, de modo a restabelecer a saúde do paciente. As amputações de membros superiores e inferiores podem ser realizadas em diferentes níveis, desde amputações realizadas nos membros mais distal até mais proximalmente. E, o conhecimento dos níveis de amputação é fundamental não apenas para que o fisioterapeuta possa programar a reabilitação do paciente, mas também para questões de padronização de termos na área da saúde. Logo, a respeito dos níveis de amputação dos membros inferiores, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Nas amputações parciais do pé, pode-se ter diferentes níveis de amputação, como: amputação de interfalangeanas, amputação de retropé, mediopé, antepé e a transmetatarsiana. Nas amputações de interfalangeanas, a retirada pode ocorrente na articulação interfalangeana distal ou proximal. Além disso, esse tipo de amputação costuma ocorrer por processos traumáticos ou vasculares e, em geral, busca-se preservar a base da falange proximal, pois nela se encontra a inserção dos tendões extensor e flexor curto dos dedos.
( ) Quando a amputação acomete o retropé, é feita a retirada de estruturas, como tálus, calcâneo, maléolos mediais e laterais, em amputações de fileiras ósseas distais. Na amputação de metatarso ou mediopé, as estruturas envolvidas são: cinco metatarsianos, numerados do 1º ao 5º, no sentido lateral para medial. Desses, o 1º metatarsal  corresponde ao dedo mínimo, e o 5º, ao hálux. Já as amputações de antepé envolvem a retirada dos dedos do pé, que pode ser do hálux e dos demais dedos.
( ) A amputação de Lisfranc, também chamada de amputação tarsometatarsiana, caracteriza-se pela desarticulação entre os metatarsianos e os ossos cuboide e cuneiforme. Já a amputação de Chopart é um tipo de amputação em que é feita uma desarticulação, realizada entre os ossos navicular e cuboide com o tálus e o calcâneo, respectivamente. Esse nível de amputação é também conhecido pelo nome de amputação do retropé, e, em geral, está indicado para pacientes acometidos por patologias vasculares, infecciosas, traumáticas e, em menor número, patologias tumorais.
( ) Na amputação de tornozelo, o tipo mais comum de técnica de amputação é a de Syme, relacionada com uma verdadeira desarticulação do tornozelo e associada à remoção parcial dos maléolos mediais e laterais, de modo que se tenha uma superfície de sustentação de peso nivelada sobre a cartilagem articular tibial. Nessa amputação, o coxim do calcanhar permanece íntegro e é colocado na extremidade da tíbia, servindo como uma alavanca para a protetização.
( ) A amputação transtibial, feita na tíbia, pode ser feita em dois níveis: proximal ou distal. O comprimento da tíbia a ser preservado depende indiretamente da qualidade do tecido, da extensão da doença e do comprimento das estruturas musculares de gastrocnêmio e sóleo. Esse nível de amputação está indicado em casos em que a desarticulação de tornozelo é suficiente. Em comparação à desarticulação do joelho, a equipe sempre prefere a desarticulação do joelho ao invés de uma amputação transtibial, uma vez que uma amputação transtibial permite menores chances de funcionalidade.
( ) O nível de amputação chamado de transfemoral é realizado entre o joelho e o quadril e, pode ser dividida em três níveis: terço proximal, médio e distal. Na desarticulação do quadril, a amputação é realizada na área da articulação coxofemoral, e, nesses casos, o controle da prótese de membro inferior fica mais difícil. Os tipos de amputações chamados de hemipelvectomias são utilizados apenas em situações de traumas mais extensos ou, ainda, na presença de tumores muito invasivos. E, nesse tipo de amputação, são retiradas a perna inteira e parte da pelve, até a região do sacro.
Alternativas
Q4255759 Fisioterapia
As lesões do joelho e do tornozelo podem acometer tanto indivíduos ativos quanto atletas de alto rendimento, e a reabilitação física adequada dos déficits gerados por essas lesões é imprescindível para a qualidade de vida, a função física e a manutenção do nível de atividade física. No que diz respeito à intervenção fisioterapêutica para essas lesões, uma opção que complementa o tratamento são as órteses para joelho e tornozelo. Assim como as demais órteses, as joelheiras e tornozeleiras são dispositivos externos utilizados para melhorar, recuperar ou facilitar determinada função que esteja diminuída temporária ou definitivamente. Além disso, esses dispositivos podem ser classificados de acordo com a sua função: imobilização, profilática, corretiva, reabilitadora e funcional. Sendo assim, relacione corretamente os tipos de órteses para joelho e tornozelo indicados a seguir com a sua descrição correspondente e assinale a alternativa com a sequência correta. 
1. Órteses para imobilização. 2. Órteses profiláticas. 3. Órteses corretivas. 4. Órteses reabilitadoras. 5. Órteses funcionais. 
A. São destinadas a prevenir lesões no joelho e, como exemplo, há aquelas que podem ser empregadas na lateral da articulação, para proteger o ligamento colateral medial.
B. São feitas sob medida e têm a função de controlar o estresse rotacional gerado pelas atividades de alto impacto, como vôlei, basquete, futebol, entre outras.
C. Têm a função de auxiliar no processo de cicatrização, consolidação e reparo tecidual, colaborando com a intervenção fisioterapêutica.
D. Se destinam a casos mais graves, em que não pode ocorrer nenhum movimento na articulação
E. Servem para corrigir alguma alteração ou deformidade no joelho ou no tornozelo.  
Alternativas
Q4255751 Fisioterapia
Os dispositivos auxiliares da marcha e da locomoção também são chamados de meios auxiliares de locomoção, ou equipamentos de assistência à mobilidade. Incluem uma série de aparelhos ou dispositivos que podem ser utilizados pelos pacientes para auxiliar no desempenho de suas funções motoras no dia a dia. Bengalas, muletas, andadores e cadeiras de rodas são exemplos dos principais dispositivos auxiliares de marcha e locomoção utilizados atualmente. E, para que os dispositivos auxiliares de marcha e locomoção desempenhem a sua função da melhor forma possível, é preciso que o fisioterapeuta auxilie o paciente adequadamente, indicando, ajustando e ensinando a ele a adequada utilização do dispositivo. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta com relação as características das muletas e as principais indicações para o uso deste dispositivo.  
Alternativas
Q4255744 Fisioterapia
A artroplastia de quadril consiste na substituição do acetábulo e da cavidade glenoide por material artificial. Existem vários tipos de técnicas para a artroplastia total de quadril e independentemente da abordagem escolhida, todas seguem o mesmo princípio, no qual há a remoção dos restos e das partes moles, e da cabeça femoral, sendo então o acetábulo substituído pela prótese, fixada mecanicamente ou com cimento ósseo. Então, a cabeça femoral é substituída e fixada da mesma maneira. Na maioria dos casos, há sucesso nas artroplastias de quadril, havendo redução na dor e melhora da amplitude de movimento e marcha. E, o sucesso do tratamento fisioterapêutico nesses casos, deve-se basicamente a uma boa avaliação clínica e funcional, além de que é papel do fisioterapeuta a educação e a orientação do paciente quanto aos cuidados com o membro operado e à reabilitação. Diante dessa afirmativa, são orientações dadas pelo fisioterapeuta que fazem parte da educação do paciente pós artroplastia total de quadril, exceto:  
Alternativas
Q4255742 Fisioterapia
A coluna vertebral tem a função de dar estabilidade e segurança para que as extremidades do corpo consigam se mover, proteger a medula espinal e suportar o peso corporal durante as atividades do dia a dia. Como a coluna apresenta uma biomecânica complexa, qualquer desequilíbrio muscular e/ou articular pode favorecer a ocorrência de lesões, causando limitações e restrições funcionais. As órteses indicadas para essa região podem colaborar com o tratamento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Diante do exposto, analise as assertivas a respeito das lesões que podem acometer a coluna vertebral e como as órteses podem contribuir para a resolução dessas lesões e assinale a alternativa correta.
I. O mecanismo de lesão da entorse cervical é um movimento abrupto de rotação, flexão ou extensão que acomete os músculos trapézio superior, esternocleidomastóideo, escaleno e esplênio da cabeça e do pescoço. Os sintomas são: dor localizada, sensibilidade pontual e restrição de movimentos. A órtese mais indicada, além do tratamento fisioterapêutico, é um colar cervical.
II. A estenose da coluna é um alargamento do canal vertebral que pode invadir a medula espinal, podendo ocorrer tanto por uma variação congênita como por alguma alteração nas vértebras, incluindo o desenvolvimento de esporões ósseos, osteófitos ou protuberâncias discais. Os sintomas podem ser: parestesia, como queimação e formigamento, aumento de força e da função na região correspondente, e a dor pode estar ausente no início. Além disso, movimentos de hiperflexão e hiperextensão tendem a melhorar os sintomas. As órteses indicadas são aquelas de controle moderado e até mesmo máximo, que proporcionam diminuição do espaço intervertebral (tração).
III. A hérnia de disco trata-se de uma extrusão ou degeneração do disco vertebral, podendo ocorrer por trauma ou sobrecarga repetitiva. Os sintomas são: dor, limitação de movimento, alterações sensitivas e de força. A hérnia de disco ocorre mais frequentemente na coluna cervical e lombar, e as órteses indicadas são colar cervical e, no caso das hérnias lombares, uma cinta, que ajudaria no alívio dos sintomas.
IV. A escoliose caracteriza-se por um desvio lateral da coluna e pode ser não estrutural ou estrutural. No tipo não estrutural, não há alterações estruturais das vértebras ou dos discos intervertebrais, sendo uma condição não progressiva, que não costuma ser grave, não tem rotação fixa das vértebras e que, nas flexões laterais, encontra-se de forma simétrica nos aspectos clínico-radiográficos, além disso, a escoliose tende a desaparecer após o tratamento da doença de base. Já as estruturais apresentam deformidades no corpo vertebral, os tecidos moles estão retraídos na concavidade da curva e as vértebras envolvidas se apresentam com deformidade em rotação fixa, em que o corpo vertebral roda para a convexidade da curvatura. As órteses indicadas para escoliose têm o objetivo de impedir a progressão e o aumento das curvas e apresentam os melhores resultados em pacientes com escoliose não estrutural, com curvas não graves, menores que 50 de Cobb, que ainda estejam em fase de crescimento e com curvas flexíveis. O colete de Milwaukee é a órtese mais utilizada para escolioses.  
V. As fraturas vertebrais podem ser por compressão (movimento de hiperflexão ou quedas) ou por processos transversos e espinhosos (chutes ou trauma direto no local) e apresentam alto risco, em função da grande probabilidade de acometerem a medula espinal. No caso de fraturas por compressão na cervical, as órteses mais indicadas são Minerva e Halo. Em outros casos, podem ser utilizados os colares Philadelfia ou Miami. Na coluna lombar, podem ser utilizadas as órteses toracolombossacras ou lombossacras, pois estabilizem a região lombar, permitindo a cicatrização óssea, como a Knight e a Taylor.
VI. A espondilólise e espondilolistese caracterizam-se por alterações na estrutura e no posicionamento das vértebras e estão associadas com estabilidade vertebral e dor. A espondilolistese é uma descontinuidade óssea do segmento vertebral, mais precisamente na região entre as facetas articulares superiores e inferiores do arco vertebral. Já a espondilólise é a subluxação de duas vértebras adjacentes. Em geral, a espondilólise é uma consequência e progressão da espondilolistese. E, as órteses indicadas são as toracolombossacras ou lombossacras que estabilizam a região lombar, como a four-post e a Minerva.  
Alternativas
Q4244575 Fisioterapia
Um paciente com histórico de artroplastia total de joelho (ATJ) apresenta fraqueza no quadríceps e dificuldade em realizar atividades funcionais. Qual a intervenção mais adequada para tratar esses achados?
Alternativas
Q4244571 Fisioterapia
Um paciente de 62 anos, com 2 semanas de pós-operatório de artroplastia total de quadril (via posterolateral), realiza exercícios de flexão, rotação interna e adução do quadril. Qual a principal preocupação clínica com essa intervenção nesta fase? 
Alternativas
Q4233547 Fisioterapia
Entre os diferentes modelos de próteses parciais, existe uma modalidade caracterizada por ser um implante monobloco, constituído por uma única peça que integra a haste femoral e a cabeça protética, sendo, na maioria das vezes, fixada ao fêmur com o uso de cimento ortopédico. Essa descrição corresponde à prótese 
Alternativas
Q4233546 Fisioterapia
A hemiartroplastia do quadril, também denominada artroplastia parcial do quadril, constitui uma opção terapêutica amplamente utilizada em determinados grupos de pacientes com fraturas do colo do fêmur. Sobre as indicações e características dessa cirurgia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4226141 Fisioterapia
As estratégias fisioterapêuticas no cenário pós-operatório de uma Artroplastia Total de Quadril (ATQ), são essenciais para otimizar os resultados da cirurgia e facilitar o retorno do paciente às atividades habituais, assegurando uma recuperação funcional bem-sucedida. Sobre estas, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q4225830 Fisioterapia
Um trabalhador administrativo, digitador, em processo de reabilitação após diagnóstico de tenossinovite dos extensores do punho e dedos (DORT) em membro superior dominante, apresenta dor à extensão repetitiva, fadiga precoce e redução da destreza manual.
Durante a intervenção fisioterapêutica voltada às Atividades de Vida de Trabalho (AVT), propõe-se a utilização de órtese de punho em posição neutra, associada a apoio de antebraço no posto de trabalho, além de adaptações na tarefa.

Com base nos princípios de reabilitação funcional, autonomia e independência nas AVT, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4220089 Fisioterapia
Durante o acompanhamento de pacientes com limitações funcionais decorrentes de amputações, lesões neurológicas e alterações musculoesqueléticas, o conhecimento sobre as indicações e os diferentes tipos de órteses e próteses é essencial para promover funcionalidade, prevenir deformidades e otimizar a reabilitação. Com base nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4188035 Fisioterapia
Durante a avaliação para prescrição protética em um paciente com amputação transtibial, são considerados diversos fatores relacionados ao coto e à condição clínica geral. Assinale a alternativa CORRETA sobre a avaliação do coto. 
Alternativas
Q4182959 Fisioterapia
Órtese é um dispositivo que tem como objetivo principal a reabilitação física voltada para a recuperação de função, seja estabilizar/imobilizar, corrigir e proteger estruturas do corpo e articulações. Existem órteses dinâmicas, estáticas, articulada, drop-out, estática progressiva e estática seriada. Diante do exposto, é CORRETO afirmar que a órtese dinâmica: 
Alternativas
Q4179761 Fisioterapia
O conhecimento sobre níveis de amputação e dispositivos ortopédicos utilizados na reabilitação de membros inferiores é fundamental para a prática clínica, especialmente no que se refere à prescrição, adaptação e treinamento funcional com próteses e órteses. Nesse contexto, relacione corretamente os termos da Coluna A com suas respectivas descrições, dispostas na Coluna B:
Coluna A:
1. Amputação de Lisfranc. 2. Amputação de Syme. 3. Amputação de Chopart. 4. Palmilha 3/4 (três quartos). 5. Prótese transtibial. 
Coluna B:
( ) Amputação realizada por desarticulação da articulação tibiotársica, com preservação do coxim plantar do calcâneo, permitindo apoio distal do coto e adaptação protética funcional. ( ) Ressecção do pe ao nível da articulação tarsometatarsal, com preservação parcial do mediopé e necessidade frequente de órtese para controle de deformidades em equino. ( ) Dispositivo de descarga plantar que se estende até aproximadamente 2/3 do comprimento do pé, utilizado para redistribuição de carga e suporte biomecânico em alterações do antepé e mediopé. ( ) Dispositivo protético que permite substituição funcional do segmento amputado por meio de encaixe, componentes estruturais e pé protético. ( ) Amputação que preserva o calcâneo, permitindo apoio plantar parcial, mas com tendência à deformidade em equino-varo devido ao desequilíbrio muscular.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4178823 Fisioterapia
O fisioterapeuta precisa trabalhar em conjunto com toda a equipe multi e interdisciplinar para haver um bom resultado na reabilitação do paciente amputado de membros inferiores (MMII). A reabilitação deve ser iniciada o mais cedo possível, com uma equipe coesa de profissionais de saúde, para garantir o sucesso funcional e psicológico do paciente amputado. Além disso, o fisioterapeuta atua em todas as etapas, da pré-cirurgia à independência protética. Assim, a orientação pré-cirúrgica e a conduta fisioterapêutica pós-operatória são cruciais para a preparação do coto, prevenção de complicações e promoção da independência. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta a respeito da conduta fisioterapêutica pós-operatória nas amputações de membros inferiores. 
Alternativas
Q4178819 Fisioterapia
As órteses da coluna vertebral podem ser associadas com as órteses dos membros inferiores ou destinadas apenas para disfunções lombares, torácicas e/ou cervicais. Essas órteses têm a função de estabilizar a coluna, controlar os movimentos que estejam causando os sintomas e corrigir/prevenir deformidades. De acordo com a sua fabricação e os materiais utilizados, elas podem ser rígidas ou semirrígidas. Além disso, as órteses para coluna são muito aplicadas, seja no tratamento conservador, seja no pós-cirúrgico, de modo que o fisioterapeuta deve conhecer a biomecânica da coluna para conseguir escolher a órtese mais adequada para cada lesão e necessidade do paciente. Sendo assim, relacione os tipos de órteses para coluna vertebral indicados com a sua descrição correspondente e assinale a alternativa com a sequência correta. 

1. Colar cervical.
2. Colar Philadelfia.
3. Órtese Minerva.
4. Órtese de Jewett.
5. Órtese Milwaukee.
6. Colete de Charleston. 

A. Órtese que tem o objetivo de realinhar a coluna vertebral e a caixa torácica, apresenta um sistema de pressão de três pontos, com duas almofadas anteriores, ao nível do esterno e da sínfise púbica, e uma almofada posterior toracolombar.
B. Colete para a região toracolombar com uso único e exclusivamente noturno, quando os efeitos da gravidade estão minimizados.
C. Órtese cervicotoracolombossacra que consiste em uma estrutura composta por uma cintura pélvica, duas verticais posteriores, uma vertical anterior e um anel superior, que fica na parte superior do tórax e pode ser ocultado pela maioria das roupas.
D. Órtese utilizada para lesões na cervical alta, tem extensão mandibular e occipital e uma estrutura rígida na parte anterior.
E. Órtese cervicotorácica de controle máximo, não invasiva, que tem uma estrutura rígida posterior, desde a cervical até a metade do tronco.
F. Órtese de controle mínimo, confeccionada em espuma de polietileno com uma cobertura em algodão e fecho de velcro. Utilizada para manter a estabilidade da coluna vertebral e uma postura adequada durante o dia e/ou sono.  
Alternativas
Q4178811 Fisioterapia
Independentemente da etiologia das amputações ou se elas acometem membros superiores ou inferiores, é importante lembrar que a realização de uma amputação visa a garantir melhora da funcionalidade da região amputada. Com a realização desse procedimento, cria-se um novo órgão de contato com o meio exterior, o coto de amputação. E, com a formação desse novo órgão de contato com o meio externo, é necessário que o paciente se submeta a um processo de reabilitação integral, considerando-se a nova condição do paciente. A reabilitação nos casos de amputação deverá ser realizada com apoio integral de uma equipe multiprofissional. Desse modo, é de suma importância que o fisioterapeuta esteja apto a participar dessa equipe de atendimento, para que possa realizar um atendimento e acompanhamento integral do paciente. A respeito dos níveis de amputação de membros inferiores e superiores, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Quando a amputação acomete o retropé, é feita a retirada de estruturas, como tálus e calcâneo, em amputações de fileiras ósseas distais. Na amputação de metatarso ou mediopé, as estruturas envolvidas são: cinco metatarsianos, numerados do 1º ao 5º, no sentido lateral para medial. Desses, o 5º metatarsal corresponde ao hálux, e o 1º, ao dedo mínimo. Já as amputações de antepé envolvem a retirada dos dedos do pé, que pode ser do hálux e/ou dos demais dedos.
( ) A amputação de Lisfranc, também chamada de amputação tarsometatarsiana, caracteriza-se pela desarticulação entre os metatarsianos e os ossos cuboide e cuneiforme. Já a amputação de Chopart é um tipo de amputação em que é feita uma desarticulação, realizada entre os ossos navicular e cuboide com o tálus e o calcâneo, respectivamente. Esse nível de amputação é também conhecido pelo nome de amputação do retropé e, em geral, está indicado para pacientes acometidos por patologias vasculares, infecciosas, traumáticas e, em menor número, patologias tumorais.
( ) Na amputação de tornozelo, o tipo mais comum de técnica de amputação é a de Syme, relacionada com uma verdadeira desarticulação do tornozelo e associada à remoção total dos maléolos mediais e laterais, de modo que se tenha uma superfície de sustentação de peso nivelada sobre a cartilagem articular fibular. Nessa amputação, o coxim do calcanhar permanece íntegro e é colocado na extremidade da fíbula, servindo como uma alavanca para a protetização.
( ) A desarticulação de joelho é um tipo de amputação em que se preconiza a preservação da patela, estando indicada em casos de amputação de causa traumática, e não de causa vascular. O nível de amputação chamado de transfemoral é realizado entre o joelho e o quadril. Assim como na amputação transtibial, a amputação transfemoral pode ser dividida em três níveis: terço proximal, médio e distal. Na desarticulação do quadril, a amputação é realizada na área da articulação coxofemoral e, nesses casos, o controle da prótese de membro inferior fica mais difícil. Nos tipos de amputações chamados de hemipelvectomias, são retiradas a perna inteira e parte da pelve, até a região do sacro. 
( ) A desarticulação escapulotorácica é uma amputação em que é feita a separação entre a escápula e o peitoral maior, removendo parte da clavícula e a escápula. A desarticulação glenoumeral, ou de ombro, envolve a retirada parcial do úmero, preservando a integridade da clavícula e da escápula, sendo feita a retirada completa do membro superior. A amputação chamada de transumeral, por sua vez, consiste na amputação no âmbito do úmero, a qual pode ser feita em diferentes níveis de proximidade. A desarticulação de cotovelo consiste na retirada parcial dos ossos do antebraço (rádio ou a ulna), preservando a integridade proximal do úmero.
( ) A amputação de antebraço, também chamada de amputação transradial, consiste na secção óssea entre a articulação do cotovelo e do punho, podendo ser proximal, média ou distal, a qual representa o nível mais comum de amputação de membro superior. A desarticulação de punho/ou radiocárpica consiste na retirada total da mão, preservando a integridade distal dos ossos do antebraço. Além desses níveis de amputação de membro superior, as amputações podem ocorrer na região da mão, podendo ser feitas em diferentes níveis nessa região, desde amputações que promovam a desarticulação intercárpica, carpometacarpal, transmetacarpal, amputações metacarpofalangeanas até amputações de interfalangeanas distais ou proximais. 
Alternativas
Q4153239 Fisioterapia
Paciente do sexo masculino, 60 anos, com diagnóstico de Síndrome Pós-Pólio (SPP), apresenta deterioração progressiva de seu estado físico. Atualmente, frequenta o serviço de fisioterapia ambulatorial para reabilitação funcional. O paciente apresenta uma paralisia mais severa no membro inferior esquerdo, o que tem gerado sobrecarga mecânica e dores por uso excessivo (overuse) no joelho e tornozelo direitos. Visando estabilizar o membro mais acometido e reduzir a sobrecarga compensatória, qual dispositivo de suporte é o mais indicado para o membro inferior esquerdo? 
Alternativas
Q4135517 Fisioterapia
Um paciente submetido à amputação transtibial unilateral inicia programa de reabilitação funcional com prótese. Durante a marcha observa se aumento do gasto energético, inclinação lateral do tronco e redução do tempo de apoio no membro protetizado. Assinale a alternativa que apresenta qual fator biomecânico apresenta maior relação com essas alterações.
Alternativas
Respostas
1: B
2: D
3: D
4: B
5: A
6: C
7: E
8: D
9: C
10: D
11: B
12: A
13: C
14: C
15: C
16: D
17: A
18: C
19: D
20: A