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Q4332094 Fisioterapia
Durante avaliação fisioterapêutica de um paciente em fase subaguda de lesão traumática do nervo radial ao nível do terço médio do úmero, observa-se incapacidade de extensão ativa do punho, metacarpofalângicas e polegar, configurando quadro de “mão caída”. A força de flexores de dedos e punho encontra-se preservada. Considerando os princípios biomecânicos da preensão funcional, o mecanismo de tenodese e os objetivos da reabilitação voltados à promoção de autonomia nas atividades de vida diária, qual órtese apresenta maior adequação para possibilitar função manual ativa compensatória durante o período de recuperação neural?
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A alternativa correta é a E — Órtese dinâmica com tração elástica promovendo extensão assistida dos dedos e posicionamento funcional do punho.

Na lesão do nervo radial, ocorre a clássica “mão caída”, devido à perda da extensão ativa do:

  • punho;

  • metacarpofalângicas;

  • polegar.

Como os flexores estão preservados, podemos utilizar o princípio da tenodese e uma órtese dinâmica para criar uma posição funcional e permitir que o paciente tenha preensão mais eficiente.

A órtese dinâmica utiliza componentes elásticos para auxiliar a extensão dos dedos e do punho, enquanto permite que os músculos flexores preservados participem ativamente da preensão.

>>Por que as outras estão erradas?

  • A Órtese estática mantém a posição, mas não oferece extensão assistida ativa.

  • B Tem finalidade principalmente preventiva, não de recuperação funcional durante o dia.

  • C Imobiliza completamente e prejudica a função manual.

  • D Manter o punho em flexão palmar favorece a posição da deformidade e não a preensão funcional.

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