Questões de Concurso
Sobre fisioterapia respiratória em fisioterapia
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No modo ventilatório, o fluxo inspiratório é variável, de acordo com o esforço do paciente e com a mecânica pulmonar.
O tempo inspiratório, nesse caso, propiciará menor relação entre a inspiração e expiração (I:E relação).
O modo ventilatório apresenta uma pressão fixa; o volume corrente é constante e a ciclagem é a tempo.

Legenda:
alveolar ventilation = ventilação alveolar
dead space ventilation = ventilação/volume no espaço morto
minute ventilation = ventilação/volume – minuto
eixo X – VT = volume corrente; RR = frequência respiratória
eixo Y – liters/min. = litros/minuto
J. W. Kreit. Alterations in gas exchange due to low-tidal
volume ventilation; Ann Am Thorac Soc. 2015;12(2), p. 283-6.
Considerando as informações do gráfico, a fisiopatologia do
sistema respiratório e a ventilação mecânica, julgue o próximo item.

Legenda:
alveolar ventilation = ventilação alveolar
dead space ventilation = ventilação/volume no espaço morto
minute ventilation = ventilação/volume – minuto
eixo X – VT = volume corrente; RR = frequência respiratória
eixo Y – liters/min. = litros/minuto
J. W. Kreit. Alterations in gas exchange due to low-tidal
volume ventilation; Ann Am Thorac Soc. 2015;12(2), p. 283-6.
Considerando as informações do gráfico, a fisiopatologia do
sistema respiratório e a ventilação mecânica, julgue o próximo item.

Legenda:
alveolar ventilation = ventilação alveolar
dead space ventilation = ventilação/volume no espaço morto
minute ventilation = ventilação/volume – minuto
eixo X – VT = volume corrente; RR = frequência respiratória
eixo Y – liters/min. = litros/minuto
J. W. Kreit. Alterations in gas exchange due to low-tidal
volume ventilation; Ann Am Thorac Soc. 2015;12(2), p. 283-6.
Considerando as informações do gráfico, a fisiopatologia do
sistema respiratório e a ventilação mecânica, julgue o próximo item.

Legenda:
alveolar ventilation = ventilação alveolar
dead space ventilation = ventilação/volume no espaço morto
minute ventilation = ventilação/volume – minuto
eixo X – VT = volume corrente; RR = frequência respiratória
eixo Y – liters/min. = litros/minuto
J. W. Kreit. Alterations in gas exchange due to low-tidal
volume ventilation; Ann Am Thorac Soc. 2015;12(2), p. 283-6.
Considerando as informações do gráfico, a fisiopatologia do
sistema respiratório e a ventilação mecânica, julgue o próximo item.
A gasometria arterial do paciente aponta para o quadro clínico de acidose respiratória, compensada por alcalose metabólica e hipoxemia associada.
Para evitar vasodilatação dos vasos sanguíneos cerebrais, é recomendado que o controle da pressão parcial de gás carbônico no sangue arterial (PaCO2), em pacientes com acidente vascular cerebral do tipo hemorrágico (AVCh), seja feito com manejo ventilatório do paciente, por meio de hipercapnia permissiva.
Em pacientes na posição supina, ao nível da capacidade residual funcional (CRF) e com o sistema respiratório em equilíbrio, as melhores relações V/Q (em que V é a ventilação e Q representa a perfusão) ocorrem na região mais distante da ação da gravidade, ou seja, nas áreas próximas ao esterno.
Em casos de hiperinsuflação alveolar, a compensação esperada será o aumento da pressão pleural, diante de esforço expiratório aumentado. Essa pressão elevada pode contribuir para um aumento da pressão de recolhimento elástico, que influenciará positivamente na manutenção da abertura da via aérea. Assim, o mecanismo citado leva à obstrução da via aérea, pelo surgimento do ponto de igual pressão, perpetuando o mecanismo de hiperinsuflação alveolar.
Situação hipotética: Durante a realização de uma espirometria, um paciente apresentou capacidade vital lenta em torno de 0,5 L, maior do que o valor obtido na manobra para obtenção da capacidade vital forçada. Assertiva: Esse achado pressupõe a ocorrência de compressão dinâmica das vias aéreas, como um broncoespasmo.
Para reduzir o desconforto respiratório da paciente em questão, deve-se indicar o uso da cânula nasal a 2 L/min.
No sistema de Venturi, quanto menor for o orifício e maior o jato de entrada, maiores serão as concentrações oferecidas de oxigênio.
Nessa paciente, está sendo utilizado um dispositivo de liberação de oxigênio de baixo fluxo.
A principal causa de hipoxemia é shunt pulmonar.
A curva de dissociação do O2 é desviada para esquerda, caracterizando o efeito Haldane.
Altas concentrações de FiO2 favorecem a depleção rápida de níveis de nitrogênio (N2), produzindo colapso pulmonar, pois o oxigênio se difunde rapidamente para o sangue e o alvéolo perde sua fonte de estabilização, favorecendo a atelectasia de absorção.
Acerca desse caso clínico, julgue o seguinte item.
A espirometria indicou limitação do fluxo aéreo severo, detectado pela porcentagem (%) do valor predito para VEF1.
Acerca desse caso clínico, julgue o seguinte item.
Pacientes com quadro clínico semelhante ao do paciente do caso em tela tendem a apresentar, no exame físico do tórax, percussão torácica, hipersonoridade e frêmito toracovocal diminuído.