Questões de Concurso
Sobre fisioterapia respiratória em fisioterapia
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Considerando esse caso clínico, julgue o item que se segue.
Tanto o histórico de sepse e SARA como o uso intenso de
corticoides são fatores de risco típicos para o surgimento do
quadro neuromuscular da paciente.
Com relação ao câncer de pulmão e ao papel dos fisioterapeutas no gerenciamento dessa doença, julgue o item subsecutivo.
A fisioterapia no período pós-operatório do câncer de pulmão
deve incluir os seguintes procedimentos: mobilizar o paciente
precocemente, ou seja, no primeiro dia pós-operatório; sentar
o paciente fora da cama; iniciar o processo de tosse assistida;
e introduzir, após a remoção do cateter intercostal, exercícios
para ombro e caixa torácica.
Acerca da fisiologia pulmonar e de sua aplicabilidade em meio hospitalar, julgue o itens que se segue.
Embora a realização de programa de reabilitação pulmonar
melhore a força dos músculos periféricos, a dispneia e
a capacidade de pacientes com fibrose pulmonar idiopática
de realizar esforços, esses ganhos são pequenos, quando
comparados aos ganhos observados em pacientes portadores
de DPOC, pareados por força muscular.
Acerca da fisiologia pulmonar e de sua aplicabilidade em meio hospitalar, julgue o itens que se segue.
Uma inspiração profunda leva ao aumento do raio de vasos
extra-alveolares, pois os submete a uma pressão intrapleural
mais negativa e provoca a distensão das paredes desses vasos,
de forma que o volume de sangue nesses vasos aumenta,
fenômeno também verificado nas situações em que o paciente
é submetido a ventilação mecânica por pressão positiva.
Acerca da fisiologia pulmonar e de sua aplicabilidade em meio hospitalar, julgue o itens que se segue.
Na realização de espirometria por pacientes diagnosticados
como restritivos, serão evidenciados valores reduzidos para
o volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1),
com concomitantes valores da relação VEF1/capacidade vital
forçada (CVF) normais ou aumentados.
No que se refere à atuação do fisioterapeuta em enfermaria hospitalar, julgue o item subsecutivo.
Paciente portador de doença pulmonar obstrutiva crônica
(DPOC), agudizado, que apresente PaCO2 de 60 mmHg após
a oferta de O2 suplementar, mantendo-se SpO2 < 88%, com pH
7,32, deve ser submetido imediatamente à ventilação mecânica
invasiva.
No que se refere à atuação do fisioterapeuta em enfermaria hospitalar, julgue o item subsecutivo.
Por diminuir a resistência ao fluxo aéreo e, portanto,
facilitar o fluxo expiratório, o posicionamento de uma
cânula de traqueostomia pode contribuir para a redução
da hiperinsuflação dinâmica e da formação de auto-PEEP.
No que se refere à atuação do fisioterapeuta em enfermaria hospitalar, julgue o item subsecutivo.
O posicionamento de uma cânula de traqueostomia é capaz
de reduzir o espaço morto fisiológico e a resistência ao
fluxo aéreo se comparados ao espaço morto e à resistência
encontrados nas vias aéreas superiores pérvias.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
Na ventilação mecânica em questão, se fosse incluída pausa
inspiratória, a ciclagem ocorreria a tempo.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
No caso clínico em apreço, o disparo do ventilador mecânico
ocorre por um critério de tempo.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
O modo ventilatório invasivo descrito possui ciclos assistidos,
controlados e espontâneos.
Caso clínico — paciente sem doenças prévias
Idade: 32 anos Sexo: Feminino Peso: 107 kg Altura: 1,62 m Sinais e sintomas: prostração, taquicardia (FC = 128 bpm), dor torácica, febril (39,2 ºC), taquipneia (fr = 36 irpm), hipotensão (PA = 90 mmHg × 60 mmHg), sinais de fadiga respiratória.
Evolução:
Ventilação não invasiva malsucedida;
Intubação orotraqueal e ventilação invasiva no modo assistido e controlado, com volume corrente = 1.000 mL; fluxo inspiratório = 50 L/m; f = 12/12; PEEP = 5 cmH2O; FiO2 = 90%; relação I:E = 1:2.
Pressão de pico de pressão = 50 cmH2O e saturação arterial de oxigênio = 95%.
Acerca do caso clínico anteriormente descrito, julgue o item seguinte.
A FiO2 deveria ser elevada para 100%, com o objetivo de
manter uma SpO2 mais próxima de 100%.
Tendo em vista que, no âmbito da monitorização respiratória durante a ventilação mecânica, a equação do movimento explica a influência que os componentes elásticos e resistivos exercem sobre a pressão das vias aéreas, julgue o item subsequente.
A resistência da via aérea indica qual a diferença de pressão
necessária entre dois pontos dessa via aérea para que se
estabeleça um fluxo de ar.
Tendo em vista que, no âmbito da monitorização respiratória durante a ventilação mecânica, a equação do movimento explica a influência que os componentes elásticos e resistivos exercem sobre a pressão das vias aéreas, julgue o item subsequente.
A resistência das vias aéreas depende somente da geometria da
árvore traqueobrônquica e do volume pulmonar.
Tendo em vista que, no âmbito da monitorização respiratória durante a ventilação mecânica, a equação do movimento explica a influência que os componentes elásticos e resistivos exercem sobre a pressão das vias aéreas, julgue o item subsequente.
A resistência do sistema respiratório é composta pela
resistência da parede torácica e pulmonar, que, por sua vez,
é constituída pelas resistências da via aérea e da tecidual.
Tendo em vista que, no âmbito da monitorização respiratória durante a ventilação mecânica, a equação do movimento explica a influência que os componentes elásticos e resistivos exercem sobre a pressão das vias aéreas, julgue o item subsequente.
A complacência das vias aéreas depende do volume pulmonar
e da diferença de pressão.
Haja vista que síndrome do desconforto respiratório (SDRA) é uma condição severa em pacientes sob ventilação mecânica, podendo estar associada a lesão pulmonar induzida pela referida modalidade de ventilação mecânica, julgue o item que se segue, relativo a essa condição.
Estratégias protetoras de ventilação mecânica com pressão
controlada são importantes para prevenir lesão induzida pela
ventilação mecânica.