Questões de Concurso
Sobre fisioterapia neurológica em fisioterapia
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Os acidentes vasculares cerebrais (AVC) são as causas mais comuns das hemiplegias, quadros clínicos para os quais os fisioterapeutas comumente são indicados a tratar. Com relação aos aspectos clínicos que direcionam o tratamento das hemiplegias e às práticas aplicadas nesse tratamento, julgue o item subsecutivo.
Durante o tratamento fisioterapêutico, é importante que o
paciente hemiplégico seja treinado a mover seletivamente o
tronco e as extremidades, porque há uma tendência de ele
passar a realizar movimentos estereotipados conhecidos como
sinergias em massa, que dificultam a realização de tarefas
funcionais.
Considerando essa situação hipotética, julgue o próximo item.
O quadro de parestesia e fraqueza muscular verificado no
momento da internação do paciente descrito tem sua
fisiopatologia explicada pela lesão traumática dos nervos
periféricos, o que afeta a função dos axônios sensoriais e
motores que inervam as regiões corporais acometidas.
Considerando essa situação hipotética, julgue o próximo item.
O diagnóstico de SGB pode ser feito a partir da associação de
achados do exame físico com os resultados de exames
complementares, como a punção na coluna e testes de
velocidade de condução nervosa.
O exame neurológico do paciente, quando corretamente realizado e interpretado, proporciona ao fisioterapeuta elementos importantes para a adequada programação do tratamento. Acerca desse exame, julgue o item seguinte.
A avaliação da paralisia facial de origem central se diferencia
da de origem periférica, pois, na central, verifica-se paralisia
do quadrante facial inferior contralateral à lesão, enquanto, na
periférica, verifica-se paralisia de toda a hemiface homolateral
à lesão.
O exame neurológico do paciente, quando corretamente realizado e interpretado, proporciona ao fisioterapeuta elementos importantes para a adequada programação do tratamento. Acerca desse exame, julgue o item seguinte.
O sinal de Romberg, que deve ser testado com o paciente em
pé, de olhos fechados e com pés unidos, tem como sinal
positivo a ocorrência de oscilações no corpo, podendo
acontecer queda em qualquer direção, o que pode ser
evidenciado em pacientes com alterações das sensibilidades
profundas.
Observar o desenvolvimento de lactentes é de fundamental importância, pois há indicadores do desenvolvimento infantil que são sinais de alertas para o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).
Considere as colunas I e II, abaixo.
Coluna I
I. Desenvolvimento infantil típico
II. Sinais de alerta: TEA
Coluna II
1. Choro bastante diferenciado e gritos menos aleatórios
2. Repete gestos de acenos e palmas
3. Tendência ao silêncio e a não manifestar amplas expressões faciais com significado
4. Começa a atender ao ser chamada pelo nome
5 Ignora ou reage apenas após insistência ou toque
Na faixa etária entre 6 a 12 anos, os indicadores de desenvolvimento infantil e os sinais de alerta para o TEA (coluna I) estão
corretamente relacionados com os respectivos sinais (coluna II) em
Acerca de avaliação do fisioterapeuta em ambiente de terapia intensiva, julgue o item subsequente.
A medida da pressão transdiafragmática — uma medida não
invasiva e não volitiva (independe da cooperação do paciente)
— é o único método com essas características para
diagnosticar fraqueza diafragmática em pacientes sedados e
sob ventilação mecânica.
No que se refere à estimulação precoce do paciente crítico, julgue o item subsequente.
Situação hipotética: Uma mulher de quarenta e cinco anos de
idade passou pela avaliação do fisioterapeuta da UTI, que
detectou estabilidade hemodinâmica e respiratória. Na
avaliação do estado de alerta, a mulher foi responsiva aos
comandos: “abra e feche os olhos!”, “olhe para mim e abra a
boca!”, “coloque a língua para fora!”. O MRC total foi de
30 pontos. Assertiva: Nessa situação, a conduta correta para
essa paciente é o treino de deambulação na UTI.
Julgue o seguinte item, a respeito da semiologia do sistema cardiorrespiratório.
Na escala de Ramsay, que avalia o grau de sedação dos
pacientes em UTI, o paciente sedado que responde apenas a
comandos é classificado no nível 6.
Uma paciente de cinquenta anos de idade, com 156 cm de altura, 78 kg de massa, profissão de atendente telefônica, queixou-se a um fisioterapeuta, durante uma visita domiciliar, de dores e formigamento em uma das mãos, na região palmar do polegar, no dedo indicador, no dedo médio e na metade radial do dedo anelar, há mais de um ano. Ela relatou, ainda, fraqueza para segurar objetos e despertares noturnos por conta da acentuação dos sintomas. Para aliviá-los, ela informou que agita o pulso e a mão acometidos de modo semelhante ao utilizado na agitação de um termômetro clínico.
Acerca desse caso clínico, julgue o item seguinte.
O movimento realizado pela paciente quando os sintomas se
acentuam é denominado sinal de Flick, um sinal sensível e
específico para diagnóstico dessa síndrome.