Questões de Concurso
Sobre fisioterapia em traumato-ortopedia e reumatologia em fisioterapia
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I – A artrite reumatoide é doença inflamatória crônica não progressiva.
II - As articulações mais, frequentemente, afetadas são as sinoviais periféricas, como metacarpo e metatarsofalangianas, tornozelos e punhos.
III - Também pode haver comprometimento de joelhos, ombros, cotovelos e quadris.
IV – Articulação da coluna espinhal não é afetada.
Está correto o que se afirma
( ) Insulina: produzida no pâncreas; estimula o crescimento ósseo normal, aumentando a síntese de proteínas ósseas. ( ) Vitamina C: não é necessária na síntese de colágeno, nem é a principal proteína do osso, sua redução leva a um aumento do colágeno. ( ) Vitamina D: forma ativa (Calcitriol) é produzida pelos rins, ajuda a formar o osso e aumenta a absorção de cálcio pelo trato gastrointestinal e sangue. ( ) Calcitonina C: produzida no pâncreas, inibe a reabsorção óssea pelos osteoclastos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Os candidatos principais para OTP são aqueles com neuropatia periférica, especialmente lesões fibulares e hemiplegia. Aqueles com arrastar do pé podem ser equipados com uma OTP com retenção posterior. Esse desenho, no entanto, tende a fazer com que o joelho flexione excessivamente na posição inicial, quando a flexão plantar controlada é normalmente conseguida (1ª parte). Na falta da flexão plantar, o paciente pode fletir o joelho para efetuar a posição do pé plano. A alternativa é um salto de sapato resistente ou uma OTP com uma lâmina elástica anterior de plástico ou um auxiliar de plantiflexão de mola de metal, sendo que ambos permitem controlada dorsiflexão plantar no início da fase de apoio, para reduzir a tensão no joelho (2ª parte).
A sentença está:
(1) Cauda equina. (2) Cone medular. (3) Medular anterior. (4) Medular posterior.
(_) Lesão medular incompleta que provoca perda da motricidade voluntária e da sensibilidade dolorosa, com preservação da sensibilidade tátil e vibratória (lesão da artéria espinhal anterior).
(_) Lesão medular incompleta que provoca perda da sensibilidade tátil e vibratória, com preservação da motricidade e sensibilidade dolorosa (fratura de lâmina ou hematoma posterior isolado).
(_) Lesão do cone medular (cordão sacral) que resulta em arreflexia, ausência de sensibilidade perineal, perda do controle de esfíncteres e alteração motora distal em MMII.
(_) Lesão das raízes nervosas lombares dentro do canal medular que provoca paralisia flácida e arreflexia (vesical, intestinal e membros inferiores - MMII).
I. A medida de força de preensão palmar deverá ser realizada por meio de dinamometria isométrica seis a oito semanas após a fratura, desde que a consolidação óssea permita que o paciente realize carga no segmento afetado.
II. O treino sensório-motor em cadeia aberta e fechada é implementado a depender da fase de consolidação da fratura.
III. Em pacientes que receberam tratamento não cirúrgico, os exercícios ativos e passivos para ganho e manutenção da amplitude de movimento dos dedos, do cotovelo e do ombro deverão ser evitados.
IV. A síndrome da dor complexa regional é considerada uma das maiores complicações decorrentes de fraturas do rádio distal, sendo observada somente após o tratamento cirúrgico.
Estão CORRETOS:
I. A abordagem fisioterapêutica no pós-operatório de fratura do colo do fêmur deve ser precoce, visto que melhora a mobilidade e a independência funcional do idoso.
II. Os exercícios que estimulam a descarga de peso dentro das primeiras 48 horas de pós-operatório têm mostrado inúmeros benefícios em pacientes jovens.
III. Os exercícios que estimulam a descarga de peso dentro das primeiras 48 horas de pós-operatório têm mostrado inúmeros benefícios em idosos.
IV. Na reabilitação após a alta hospitalar, os exercícios em cadeira cinética fechada têm se mostrado superiores aos exercícios em cadeia cinética aberta, com melhor equilíbrio e desempenho funcional.
Estão CORRETOS:
Assim, pode-se observar a origem ou a inserção desses grupos musculares nas diferentes regiões do cotovelo, exceto:
“É definida como um estreitamento do canal espinal ou foraminal, as causas mais comuns desse estreitamento são alterações degenerativas, como osteoartrose facetária, hérnia discal extrusa e hipertrofia do ligamento flavum (ligamento amarelo). A apresentação clínica é caracterizada por dor ou desconforto durante a marcha, associada ou não à claudicação (claudicação neurogênica), ou períodos prolongados em ortostase. Os sintomas podem irradiar para uma ou ambas as pernas e são aliviados com repouso e/ou flexão lombar e, o diagnóstico é feito com base na combinação de achados clínicos e radiológicos.”
I. Entre as alterações morfofisiológicas características do processo de envelhecimento, as musculares possuem relevância do ponto de vista funcional, pois o envelhecimento causa um quadro de perda de massa muscular importante, caracterizando uma condição denominada sarcopenia. Deste modo, o processo de envelhecimento cursa com déficits de massa muscular e essa redução, é decorrente de alterações na microarquitetura das fibras musculares, maior deposição de tecido adiposo e conjuntivo e progressiva redução dos neurônios motores, o que leva a um quadro de denervação das fibras musculares, além de redução na resposta aos fatores de crescimento endotelial vascular, que predispõem a isquemia e a perfusão inadequada das fibras musculares, afetando negativamente o metabolismo do sistema muscular.
II. Em relação aos efeitos sobre a funcionalidade do idoso, a sarcopenia pode resultar em menor qualidade da contração muscular, associada a menos força e coordenação dos movimentos, resultando em perda da mobilidade, e consequentemente, redução da independência na realização de atividades da vida diária (AVDs), impactando negativamente na qualidade de vida, além ainda, a maior lentidão nos movimentos eleva a probabilidade de acidentes, como quedas.
III. O tecido articular é o tecido menos prejudicado pelo processo de envelhecimento fisiológico, o que justifica a grande prevalência de doenças articulares em pacientes idosos, isso se deve ao fato de o tecido articular ser fisiologicamente, em condições normais, um tecido que apresenta baixo metabolismo e muita vascularização, o que o torna uma estrutura com capacidade de reparação limitada e quando se considera o processo de envelhecimento, esta capacidade de reparação se estreita ainda mais. As alterações fisiológicas que o envelhecimento promove sobre o tecido articular predispõem o idoso a disfunções de instabilidade nas articulações, uma vez que comprometem a dinâmica articular, influenciam negativamente na amplitude de movimento (ADM), ao mesmo tempo em que diminuem o contato das superfícies ósseas, comprometendo o funcionamento adequado desses tecidos, além disso, essas alterações morfológicas evidenciadas com o envelhecimento podem induzir a um afinamento da cartilagem, com presença de rachaduras e fendas na superfície articular, comprometendo ainda mais o funcionamento desse tecido.
IV. O processo de remodelamento ósseo acontece fisiologicamente e permite a integridade do tecido ósseo, na fase da vida adulta se adquire um certo desequilíbrio entre a produção e a reabsorção de tecido ósseo, determinando a densidade óssea máxima. Fisiologicamente, após essa fase, inicia-se um processo caracterizado por um equilíbrio no processo de modelagem e remodelagem óssea em consequência do envelhecimento, que pode acontecer por diminuição da atividade dos osteoclastos, por aumento das atividades dos osteoblastos ou, pela combinação de ambas as situações, essa condição resulta em perda gradual de massa óssea, caracterizada pelo aumento da densidade mineral óssea denominada osteopenia.
V. As alterações na composição corporal, associadas às alterações do sistema musculoesquelético, resultam em quadros de fraqueza muscular, fadiga, rigidez e dor articular, o que predispõe o idoso a quedas, limitações funcionais, imobilidade e fraturas, além disso, afetam a postura e a marcha dos idosos. Acerca da postura, observa-se uma redução da estatura, que costuma ser de aproximadamente 1 ou 2 cm por década, resultante da diminuição da altura dos discos intervertebrais e do achatamento das vértebras e, associadas à redução da estatura, as alterações de composição corporal e no sistema musculoesquelético causam, ainda, modificações posturais, criando uma postura típica de idosos, com anteriorização de cabeça, redução da lordose lombar, aumento da cifose torácica, aumento da retroversão pélvica e da angulação de joelhos.
I. Para estabelecer os objetivos de tratamento do paciente, é importante realizar uma avaliação genérica, a habilidade de deambulação previamente à fratura e a presença de complicações, como instabilidade clínica ou alterações de cognição, infecção e lesões graves de partes moles, não desempenham um papel importante na recuperação da capacidade funcional após a fratura. Portanto, esses itens não devem ser questionados e averiguados durante a anamnese, bem como a data do trauma, a data da cirurgia e o tipo de cirurgia realizada.
II. Compreender as limitações funcionais do paciente ajudará a traçar os objetivos do tratamento, bem como estabelecer um possível prognóstico, a dor pode ser avaliada pela escala visual analógica (EVA), a amplitude de movimento (ADM) deve ser avaliada por goniômetro ou inclinômetro, e, quando o maior objetivo do tratamento é o ganho de ADM, a sua avaliação deve ser feita antes e após cada atendimento. A avaliação da força muscular também é importante e, se o paciente estiver liberado para descarga de peso sobre o membro operado, o teste de Trendelenburg deve ser aplicado naqueles com alteração do padrão de marcha, visto ser uma complicação comum após fraturas dos membros inferiores. Além disso, deve-se realizar a avaliação do comprimento do membro sem carga e com carga e examinar atividades funcionais também é de suma importância.
III. O tratamento fisioterapêutico dependerá de diferentes fatores, deve-se levar em consideração outras fraturas e traumas associados, o estado geral do paciente e a cirurgia realizada. O fisioterapeuta deve estar atento a lesões de partes moles e cirurgias, como enxerto de pele, retalhos miocutâneos e reparo de lesões tendíneas, nervosas e vasculares, para direcionar o tratamento.
IV. A evolução das técnicas e dos implantes cirúrgicos favorece o início precoce da reabilitação do paciente com fraturas nos membros inferiores, o treino de mudanças de decúbitos e a aquisição da posição sentada no leito e fora dele com o máximo de ajuda do fisioterapeuta devem ser estimulados, logo no primeiro dia de pós-operatório, mesmo que haja contraindicação. Além disso, não deve ser dada atenção aos sinais de hipotensão ortostática, pois muitas vezes os pacientes ficam por alguns dias somente na posição deitada, de modo que, quando assumem a posição vertical, podem apresentar o quadro de hipertensão, portanto, a evolução da posição deitada para a ortostática não deve ser gradual e em um ambiente seguro.
V. A prescrição de dispositivo auxiliar de marcha deve ocorrer no atendimento hospitalar, deve-se treinar o uso correto e verificar as dimensões adequadas do dispositivo, como altura da muleta ou do andador. Na detecção de diminuição do comprimento do membro fraturado, é importante a prescrição de palmilha ou salto compensatório e, no caso de lesão do nervo fibular, deve-se prescrever órtese para a correção do pé caído, além de medidas fisioterapêuticas para dor neuropática e alterações sensoriais, se presentes. Medidas que previnam LPP e TVP/TEP e minimizem o edema são comuns a todas as fraturas de membros inferiores, a elevação do membro fraturado, sempre que possível, a movimentação ativa ou passiva do tornozelo e a crioterapia são recomendadas.