Questões de Concurso Sobre fisioterapia em ginecologia e obstetrícia em fisioterapia

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Q2062951 Fisioterapia
Paciente de 37 anos, feminino, procurou clínica de Fisioterapia especializada na saúde da mulher com queixa de necessidade de urinar repetidas vezes, com intervalo entre as micções inferior a duas horas, sem aumento do volume urinário. Essas alterações referem-se à
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Q2050024 Fisioterapia
A incontinência urinária (IU) é uma queixa comum na gravidez com 18% – 75% das mulheres afetadas no final da gestação. Além dos prejuízos físicos acarretados pela IU, há um grande impacto social negativo. O uso do exercício físico na reabilitação da IU tem sido sugerido.
A figura a seguir apresenta a metanálise de um estudo sobre os efeitos do exercício no pré-natal, comparado à condição sem exercício, sobre as chances de IU durante a gravidez e sobre a severidade dos sintomas. As análises de subgrupos foram realizadas com estudos incluindo mulheres continentes (“PREVENTION”) e com aqueles incluindo mulheres incontinentes (“TREATMENT”) antes da intervenção.
Imagem associada para resolução da questão
Davenport MH, et al. Br J Sports Med 2018;52:1397–1404. doi:10.1136/bjsports-2018-099780. Prenatal exercise (including but not limited to pelvic floor muscle training) and urinary incontinence during and following pregnancy: a systematic review and meta-analysis
Com base nessa metanálise, é CORRETO concluir: 
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Q2050023 Fisioterapia
Quais das afirmações a seguir são recomendações válidas para a avaliação fisioterapêutica na modalidade de telerreabilitação (tanto dos sintomas nas desordens dos músculos do assoalho pélvico quanto da função dos músculos do assoalho pélvico)? (A guide to physiotherapy in urogynecology for patientcare during the COVID-19 pandemic. International Urogynecology Journal (2021) 32:203–210. DOI: 0.1007/s00192-020-04542-8)
(1) A anamnese deve ser feita com foco em obter o maior número possível de detalhes sobre a funcionalidade do assoalho pélvico por meio do diário miccional e de questionários que avaliem a gravidade dos sintomas do assoalho pélvico e o impacto na qualidade de vida. (2) O uso de aplicativos para relatar o diário de micção podem ser recomendados para mulheres que estão dispostas a usá-los. A qualidade dos aplicativos deve ser considerada na hora de escolhê-los, bem como a tradução e validação para os idiomas a serem utilizados. (3) Tentativas de orientar a avaliação remota completa e precisa dos músculos do assoalho pélvico na prática clínica devem ser evitadas devido à falta de evidências (até o presente momento) e à impossibilidade de avaliar o tônus, a força e a resistência do assoalho pélvico sem um exame interno. (4) É importante não solicitar imagens e vídeos envolvendo a exposição do corpo de mulheres para avaliação remota síncrona ou assíncrona. (5) As informações sobre a capacidade das mulheres de contrair seus músculos do assoalho pélvico podem ser investigadas usando métodos alternativos, como o teste de parada. Pode ser explicado às mulheres e utilizado com cautela como forma de autoavaliação de sua capacidade de contração dos músculos do assoalho pélvico. (6) O teste de parada não deve ser usado rotineiramente para realizar o treinamento muscular do assoalho pélvico. (7) Instruções para a autopalpação podem ser dadas às mulheres que culturalmente a aceitam, devendo ser orientadas a realizá-la em ambiente privado e que deve ser evitada durante videochamadas em tempo real.
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Q2050022 Fisioterapia
Vários estudos, em especial os classificados como ensaios clínicos randomizados, para verificar a eficácia da telefisioterapia para algumas condições de saúde já foram conduzidos e mostraram resultados positivos da telefisioterapia (ou telerreabilitação). No entanto, a reabilitação uroginecológica tem desafios éticos específicos para a sua implementação, mesmo na modalidade presencial, tais como lidar com questões íntimas, constrangimento dos pacientes em relação aos seus sintomas e a necessidade de realizar um exame da musculatura do assoalho pélvico. Frente aos desafios para a continuidade dos atendimentos em saúde decorrentes da pandemia de Covid-19, fez-se necessário a reflexão sobre as recomendações para as estratégias fisioterapêuticas como divulgado no estudo de Ferreira e colaboradores (A guide to physiotherapy in urogynecology for patientcare during the COVID-19 pandemic. International Urogynecology Journal (2021) 32:203–210. DOI: 0.1007/s00192-020-04542-8). Assim, qual é a recomendação para a telerreabilitação uroginecológica?
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Q2042119 Fisioterapia
O Transtorno de Dor Gênito-Pélvica/Penetração (DGPP) é caracterizado por dificuldades durante a relação sexual, incapacidade total de realizar a penetração de qualquer natureza ou em situações específicas; medo ou ansiedade intensa, levando à dor vulvovaginal ou pélvica, em antecipação a, durante ou como resultado de penetração vaginal; tensão ou contração de maneira acentuada dos músculos do assoalho pélvico, durante tentativas de penetração vaginal. Essa condição é denominada:
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Q2022540 Fisioterapia
Leia atentamente as afirmações a seguir sobre a prática da caminhada durante o período gestacional de risco habitual:
I - Tem efeitos positivos sobre a saúde materna, devendo ser incentivada. II - Tem efeitos positivos sobre a saúde fetal, devendo ser incentivada. III - Tem efeitos deletérios sobre a saúde fetal, devendo ser evitada. IV - Tem efeitos deletérios sobre a saúde materna, devendo ser evitada. V - Não gera impactos nem na saúde materna nem na saúde fetal, sendo optativa.
Qual das alternativas a seguir contempla todas as afirmações verdadeiras sobre o tema?
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Q2015983 Fisioterapia
Dentro da perspectiva da Política Nacional de Atenção à Saúde da Mulher, faz-se necessária a abordagem a mulheres com disfunções do assoalho pélvico (DAP), como a incontinência urinária (IU). Além de ser altamente prevalente, a IU é uma condição de saúde crônica capaz de comprometer as funções físicas, sociais e mentais das mulheres, além de acarretar altos custos econômicos, caracterizandose como um problema de saúde pública. BARACHO, Elza. Fisioterapia aplicada à saúde da mulher. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
Com base no texto, avalie as afirmações a seguir:
I. Existe atualmente uma variedade de opções terapêuticas disponíveis para o tratamento da IU, incluindo-se medicamentos, cirurgias e intervenções conservadoras, dentre elas, o treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP). II. O TMAP pode ser realizado por meio de cinesioterapia, que pode ser associada ou não a biofeedback, cones vaginais e eletroterapia, de acordo com a prescrição adequada. III. Em pacientes com diagnóstico de bexiga hiperativa idiopática, o TMAP está contraindicado porque estimula contrações detrusoras que agravam os sintomas de urgência e urge-incontinência.
É CORRETO o que se afirma em:
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Q2013355 Fisioterapia
Leia as alternativas abaixo e marque a CORRETA no que se refere à precaução para pacientes grávidas em participar de um programa de exercícios, desde que não surjam complicações adicionais: 
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Q2006541 Fisioterapia
Qual o efeito da síndrome da hipotensão supina tem sobre o exercício durante a gravidez? 
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Q2001497 Fisioterapia
A cintura pélvica é composta pela articulação sacroilíaca, pela sínfise púbica e pela articulação coxofemoral. Esta última corresponde à articulação do quadril. O exame físico deve ser realizado buscando-se dados relativos à inspeção, palpação, mobilidade articular, realização de alguns testes especiais e breve exame neurológico (motor e sensitivo). Sobre os testes especiais usados nessa articulação, marque a alternativa correta. 
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Q1980555 Fisioterapia
Mulher de 36 anos, com história gestacional de quatro partos vaginais, procurou serviço de Fisioterapia Uroginecológica com quadro de incontinência urinária de esforço, com impacto negativo na sua qualidade de vida. O principal objetivo fisioterapêutico nesses casos é:
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Q1975500 Fisioterapia
A incontinência urinária (IU) é definida pela ICS (International Continence Society) como a perda involuntária de urina, constituindo um problema social e(ou) higiênico. Quanto a esse assunto, julgue o item.

Os cones vaginais, a eletroestimulação e o biofeedback são complementos para os exercícios de alongamento da musculatura do assoalho pélvico. 
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Q1975499 Fisioterapia
A incontinência urinária (IU) é definida pela ICS (International Continence Society) como a perda involuntária de urina, constituindo um problema social e(ou) higiênico. Quanto a esse assunto, julgue o item.

A atuação do fisioterapeuta na reeducação perineal do assoalho pélvico tem como finalidade melhorar a força de contração das fibras musculares e promover a reeducação abdominal e um rearranjo estático lombo-pélvico por meio de exercícios.
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Q1972440 Fisioterapia
A incontinência urinária pode ser classificada como de esforço, de urgência ou mista. Sobre essa classificação, assinale a opção CORRETA.
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Q1972439 Fisioterapia
Os benefícios alcançados com a prática de exercícios regulares durante a gestação são vários, tanto para a mãe quanto para o bebê. Assinale abaixo a alternativa que apresenta um benefício para a mãe e bebê, respectivamente: 
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Q1972438 Fisioterapia
A incontinência urinária (I ) afeta uma grande parcela da população mundial de ambos os sexos sendo mais frequente nas mulheres do que nos homens. Em relação à IU, são fatores de risco não obstétricos, EXCETO:
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Q1972437 Fisioterapia
A Sociedade Internacional de Continência considera que o treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP) pode melhorar os sintomas e a gravidade do prolapso genital. Os objetivos do TMAP em mulheres com prolapsos de órgãos pélvicos são: 
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Q1970525 Fisioterapia
A TENS pode ser utilizada para o tratamento da incontinência urinária de estresse, pois
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Q1966850 Fisioterapia
Após a mastectomia e a excisão ou radiação dos nódulos linfáticos axilares adjacentes, um paciente corre o risco de desenvolver linfoedema do membro superior e perda da mobilidade do ombro. Os fisioterapeutas frequentemente se envolvem no manejo pós-operatório de pacientes que fizeram mastectomia. O exercício terapêutico é parte importante do plano de assistência pós-operatória do paciente, para prevenir ou minimizar o linfoedema ou perda de mobilidade no ombro. Ao se planejar a assistência fisioterapêutica no tratamento pós-mastectomia, deve-se ter metas. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa cuja meta e plano de assistência estão CORRETOS.
Alternativas
Q1953228 Fisioterapia
A perda involuntária do fluxo urinário durante a atividade física, como subir escadas, tossir e rir, é caracterizada como quadro de incontinência do tipo:
Alternativas
Respostas
381: A
382: A
383: E
384: D
385: C
386: A
387: A
388: E
389: B
390: D
391: D
392: E
393: C
394: C
395: A
396: E
397: C
398: A
399: E
400: C