Questões de Concurso
Sobre fisioterapia em ginecologia e obstetrícia em fisioterapia
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A figura a seguir apresenta a metanálise de um estudo sobre os efeitos do exercício no pré-natal, comparado à condição sem exercício, sobre as chances de IU durante a gravidez e sobre a severidade dos sintomas. As análises de subgrupos foram realizadas com estudos incluindo mulheres continentes (“PREVENTION”) e com aqueles incluindo mulheres incontinentes (“TREATMENT”) antes da intervenção.
Davenport MH, et al. Br J Sports Med 2018;52:1397–1404. doi:10.1136/bjsports-2018-099780. Prenatal exercise (including but not limited to pelvic floor muscle training) and urinary incontinence during and following pregnancy: a systematic review and meta-analysis
Com base nessa metanálise, é CORRETO concluir:
(1) A anamnese deve ser feita com foco em obter o maior número possível de detalhes sobre a funcionalidade do assoalho pélvico por meio do diário miccional e de questionários que avaliem a gravidade dos sintomas do assoalho pélvico e o impacto na qualidade de vida. (2) O uso de aplicativos para relatar o diário de micção podem ser recomendados para mulheres que estão dispostas a usá-los. A qualidade dos aplicativos deve ser considerada na hora de escolhê-los, bem como a tradução e validação para os idiomas a serem utilizados. (3) Tentativas de orientar a avaliação remota completa e precisa dos músculos do assoalho pélvico na prática clínica devem ser evitadas devido à falta de evidências (até o presente momento) e à impossibilidade de avaliar o tônus, a força e a resistência do assoalho pélvico sem um exame interno. (4) É importante não solicitar imagens e vídeos envolvendo a exposição do corpo de mulheres para avaliação remota síncrona ou assíncrona. (5) As informações sobre a capacidade das mulheres de contrair seus músculos do assoalho pélvico podem ser investigadas usando métodos alternativos, como o teste de parada. Pode ser explicado às mulheres e utilizado com cautela como forma de autoavaliação de sua capacidade de contração dos músculos do assoalho pélvico. (6) O teste de parada não deve ser usado rotineiramente para realizar o treinamento muscular do assoalho pélvico. (7) Instruções para a autopalpação podem ser dadas às mulheres que culturalmente a aceitam, devendo ser orientadas a realizá-la em ambiente privado e que deve ser evitada durante videochamadas em tempo real.
I - Tem efeitos positivos sobre a saúde materna, devendo ser incentivada. II - Tem efeitos positivos sobre a saúde fetal, devendo ser incentivada. III - Tem efeitos deletérios sobre a saúde fetal, devendo ser evitada. IV - Tem efeitos deletérios sobre a saúde materna, devendo ser evitada. V - Não gera impactos nem na saúde materna nem na saúde fetal, sendo optativa.
Qual das alternativas a seguir contempla todas as afirmações verdadeiras sobre o tema?
Com base no texto, avalie as afirmações a seguir:
I. Existe atualmente uma variedade de opções terapêuticas disponíveis para o tratamento da IU, incluindo-se medicamentos, cirurgias e intervenções conservadoras, dentre elas, o treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP). II. O TMAP pode ser realizado por meio de cinesioterapia, que pode ser associada ou não a biofeedback, cones vaginais e eletroterapia, de acordo com a prescrição adequada. III. Em pacientes com diagnóstico de bexiga hiperativa idiopática, o TMAP está contraindicado porque estimula contrações detrusoras que agravam os sintomas de urgência e urge-incontinência.
É CORRETO o que se afirma em:
Os cones vaginais, a eletroestimulação e o biofeedback são complementos para os exercícios de alongamento da musculatura do assoalho pélvico.
A atuação do fisioterapeuta na reeducação perineal do assoalho pélvico tem como finalidade melhorar a força de contração das fibras musculares e promover a reeducação abdominal e um rearranjo estático lombo-pélvico por meio de exercícios.