Questões de Concurso
Sobre fisioterapia cardiovascular em fisioterapia
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I. A sístole ventricular inicia-se com o fechamento das valvas atrioventriculares e é marcada pela presença da primeira bulha cardíaca (b1).
II. A primeira fase da sístole ventricular é conhecida como “fase de ejeção rápida”, momento no qual acontece saída rápida e volumosa de sangue em direção às valvas aórtica e pulmonar.
III. O fechamento das valvas semilunares (aórtica e pulmonar) marca o início da diástole ventricular, a qual está relacionada com a segunda bulha cardíaca (b2).
IV. A diástole ventricular se divide em quatro fases de acordo com o pós-fechamento das valvas semilunares, sendo estas, respectivamente: relaxamento isovolumétrico, enchimento rápido, enchimento lento e contração atrial.
Estão corretas as afirmativas:
Um fisioterapeuta precisa necessariamente de conhecimentos referentes ao pronto atendimento de traumas graves e situações de paradas cardiopulmonares súbitas. O “ABCDE” do atendimento de urgência é uma convenção mundial. Em relação ao atendimento primário a uma vítima/paciente, considere as seguintes afirmativas:
1. O terceiro ponto de prioridade, o “C”, refere-se à avaliação e ação focadas na circulação sanguínea corporal.
2. Os ferimentos com sangramento devem ser prioridade (primeiro foco) em um atendimento de emergência.
3. OVACE pode ser um fator de parada respiratória.
4. Sinais de midríase e miose em pupilas caracterizam a parada respiratória.
5. O estado de inconsciência pode ser um fator causal de obstrução de vias aéreas.
Assinale a alternativa correta.
I. em repouso o volume de ejeção varia em torno de 70 mL.
II. uma pressão arterial média exercida pelo ventrículo esquerdo de 83 mmHg é considerada normal.
III. as coronárias são irrigadas durante a diástole.
IV. o com plexo QRS do coração significa despolarização ventricular.
Com base nas informações acima, estão corretas as afirmativas:
Os efeitos crônicos da prática regular de exercícios relacionam-se, fundamentalmente, com a melhora da distribuição do fluxo sanguíneo nos segmentos corporais e com as adaptações específicas da musculatura esquelética.
O treinamento físico aeróbico é capaz de desenvolver adaptações na estrutura proteica miofibrilar e na composição enzimática da musculatura cardíaca, de maneira a acelerar o consumo de glicogênio muscular e de prolongar o tempo de exercício.
A maioria dos estudos mostra melhora na função ventricular de pacientes portadores de insuficiência cardíaca que se submetem a treinamento aeróbico, pois a realização dessas atividades promove melhora da fração de ejeção do ventrículo esquerdo.
O tecido muscular esquelético já adaptado ao exercício é capaz de extrair maior quantidade de oxigênio durante a atividade física, o que permite ao indivíduo treinado atingir a mesma intensidade de exercício, com menor débito cardíaco, comparado a um indivíduo sedentário.
O treinamento aeróbico regular é capaz de produzir adaptações benéficas na frequência cardíaca e na pressão arterial, em decorrência da redução da hiperatividade parassimpática e aumento da atividade simpática.