Questões de Concurso
Sobre fisioterapia cardiovascular em fisioterapia
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Entre os principais benefícios da reabilitação pulmonar em pacientes portadores de DPOC, está a melhora da obstrução ao fluxo aéreo.
Sinais de baixo débito cardíaco e falência ventricular, como a insuficiência cardíaca e a hipotensão, contraindicam a participação do paciente em programa de reabilitação cardíaca fase I.
A estratificação de risco para pacientes com infarto agudo do miocárdio, que é realizada com base no valor da fração de ejeção, obtido por meio de ecocardiograma, é fator determinante para o prognóstico e a prescrição de exercícios para pacientes portadores de infarto agudo do miocárdio.
O teste de 1RM não deve ser realizado com paciente pósinfarto agudo do miocárdio, pois pode induzir a uma nova isquemia do miocárdio.
Para o grupo de pacientes cardiopatas e pneumopatas, é essencial o treinamento de força muscular, porém, antes da prescrição de exercícios com essa finalidade, é necessário realizar o teste de uma resistência máxima (1RM).
A ergoespirometria, exame bastante utilizado na avaliação de cardiopatas, embora possibilite verificar o ponto de compensação respiratória, não oferece subsídios para a detecção do limiar anaeróbico.
A medida da concentração arterial de lactato é de grande relevância clínica para a avaliação da fadiga muscular, visto que a hiperlactatemia é sinal de perfusão tecidual inadequado.
Desde o início do evento coronariano, a prática de atividade física é recomendada, com o objetivo de evitar os efeitos deletérios do repouso prolongado no leito, entre os quais a diminuição do tônus muscular e das capacidades e dos volumes pulmonares.
Nos primeiros dias após a ocorrência de infarto agudo do miocárdio, pode haver redução da atividade parassimpática sobre o nó sinusal, que pode ser reequilibrado com a realização de atividade física bem direcionada.
A atividade física favorece a melhora da isquemia miocárdica por aumentar a circulação colateral coronariana.
O exercício físico praticado durante a reabilitação cardíaca possibilita ao paciente realizar maior quantidade de trabalho antes de atingir o limiar de angina em razão do menor consumo de oxigênio pelo miocárdio (MVO2).
O exercício físico prescrito na fase I da reabilitação cardíaca objetiva prevenir o aumento da concentração sérica de proteínas plasmáticas e a redução da diferença arteriovenosa de oxigênio.
A contração muscular dinâmica pode ser isoinercial ou isotônica quando a velocidade angular da articulação for constante e a resistência variável.
A força máxima desenvolvida na contração concêntrica será sempre menor que a força máxima envolvida na contração isométrica.
Com base no caso clínico acima, julgue o item acerca da fisiopatologia e da terapia respiratória do edema pulmonar.
A insuficiência cardíaca congestiva (ICC) e a insuficiência mitral (IM) são causas comuns de EPA, entretanto apenas a ICC cursa com aumento significativo da pressão hidrostática da vasculatura pulmonar.
A classificação dos cardiopatas segundo os critérios estabelecidos pela New York Heart Association determina a intensidade do treinamento a ser prescrito.
Na fase crônica da cardiopartia isquêmica, exercícios que demandam gasto energético de 2.000 kcal por semana, divididos em 3 a 5 sessões, são suficientes para produzir os efeitos terapêuticos desejados.
Para pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, os programas de reabilitação cardíaca também têm como objetivo aumentar o limiar de fadiga dos músculos dos membros inferiores.
A escala modificada de Borg avalia a sensação subjetiva de esforço.
Os métodos indiretos utilizados para se estabelecer a intensidade de treinamento invariavelmente levam em consideração as frequências cardíacas máxima e de repouso.