Questões de Concurso
Sobre hidrostática em física
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Em uma campanha experimental em um rio, de largura 11,9 m, obteve-se o perfil batimétrico da seção transversal ilustrado na figura a seguir

Nessa campanha, foram medidos: a profundidade (hi), a velocidade média da corrente (vi), o volume da amostra da água do rio com velocidade de trânsito do amostrador constante (Voli) e as concentrações de sólidos suspensos (Cssi) das amostras coletadas nos pontos de medição, conforme tabela a seguir.

Isto posto, a concentração de sólidos suspensos média na
seção do rio, em mg/L, vale:
A figura a seguir ilustra um experimento de um laboratório didático, constituído de uma panela de pressão, uma placa aquecedora, um manômetro de mercúrio e um termômetro.
A conexão entre a panela de pressão e o manômetro é um capilar muito fino, que praticamente não permite a passagem de calor. Assim, o manômetro se mantém à temperatura ambiente qualquer que seja a temperatura do gás na panela. O manômetro propriamente é feito de dois capilares de vidro verticais unidos por uma pequena mangueira flexível, contendo mercúrio. O volume total do manômetro é desprezível perto do volume da panela de pressão. Chamaremos de “h” a diferença de altura entre os níveis de mercúrio do lado esquerdo e direito do manômetro, sendo que o lado direito está aberto para a atmosfera:

Suponha que o volume útil da panela seja 1 litro e se mantenha constante durante o experimento. Suponha também que “h” é zero quando o gás está à temperatura ambiente (300 K).
Qual a relação entre a variação de altura “Δh” do manômetro para uma dada variação de temperatura “ΔT” do
gás? (Para este cálculo, a densidade do mercúrio deve ser tomada aproximadamente constante e igual a 13,33
kg/l, g= 10 m/s2
e Patm=105
N/m2
).

III. Se o fluido for homogêneo, o centro de carena não coincidirá com o centro de gravidade do volume de carena. Está correto o que se afirma em:



O volume de um sólido compreendido entre os planos x=a e x=b e cuja área da seção transversal é dada por A(x),é a integral de a a b de A(x), definida por:

A curva a seguir define um sólido de revolução (rotação em torno do eixo x).

O volume do sólido de revolução definida por essa curva, no intervalo entre 0 e 4, é de
As figuras a seguir ilustram o experimento proposto pelo professor e realizado pelos alunos no laboratório de uma escola da rede de ensino da cidade de São Paulo.
As afirmativas são, respectivamente,
As figuras a seguir ilustram a tarefa que o professor propôs para os alunos no laboratório de uma escola da rede municipal de São Paulo.
Desse modo, o professor induziu os alunos a evidenciar, experimentalmente, o princípio
No planeta Y, um líquido em regime estacionário flui em um duto cujo diâmetro dobra na região central. Instalado um medidor de Venturi, com densidade do líquido manométrico igual à do fluido escoante, observa-se uma diferença de altura H = 2,25 cm entre as alturas dos manômetros. Supondo que o fluido se desloque da esquerda para a direita, que na região central sua velocidade seja igual a V2 = 7,5 cm/s, e que as alturas geométricas z das secções possam ser consideradas idênticas, a aceleração gravitacional local gY é:
Fonte: Nussenzveig, H.M. Curso de física básica – 1ª edição Vol. 2 Ed. Blucher, p. 41 (Adaptada)
Uma força F igual a 500 N, aplicada conforme a figura a seguir, mantém o sistema em equilíbrio de forças. Admitindo-se massas desprezíveis para as polias e as cordas, a densidade da água valendo 1g/cm3 e o volume do corpo imerso, 6,0 x 104 cm3, qual o valor da massa do corpo X, em kg, para esta situação?
Um líquido contido num tubo em U oscila, tendo sua energia dissipada devido à sua viscosidade. Considerando que a força F, dependente do tempo t, que amortece o fluido, seja dada por F = βe-λt. A equação dimensional de β é: (Sendo L, M e T as dimensões de comprimento, massa e tempo, respectivamente.)

Nas montagens A e B, o dinamômetro indica, respectivamente, 0,26 kgf e 0,18 kgf. O empuxo que atua no objeto na montagem B, em kgf, é igual a
No laboratório de Física existe um experimento para determinarmos a densidade de corpos que afundam na água, por exemplo. Para realização dessa experiência dispomos, basicamente, de um dinamômetro e um recipiente contendo água (d = 1000 kg/m3). A figura abaixo mostra o esquema do experimento, bem como os valores registrados nos dinamômetros, respectivamente, 100N e 20N, nas duas situações distintas, ou seja, o bloco fora d’água e o bloco mergulhado na água.
Considerando a aceleração da gravidade no laboratório igual 10 m/s² , podemos afirmar que a densidade do bloco vale:
A figura representa um esquema reduzido do sistema de freio hidráulico onde são representados o pedal, no qual é aplicada a força de intensidade F1, o cilindro de freio, para o qual é transmitida a força de intensidade F2 e as tubulações contendo um fluído de freio ideal. São também representadas as áreas dos êmbolos A1 e A2 que são circulares cuja razão entre os raios, maior e menor, vale 3.
Nessas condições e desprezando quaisquer atritos, para F1 = 10 N, temos F2 igual a: