Questões de Concurso
Sobre estática e hidrostática em física
Foram encontradas 1.121 questões
Um caminhão se desloca em uma estrada plana retilínea e horizontal em movimento uniforme, de modo que suas rodas, de 0,50 m de raio, rolam sem deslizar na estrada.
Sendo assim, enquanto o caminhão percorre a distância de 628 m, suas rodas efetuam
As figuras a seguir ilustram o experimento proposto pelo professor e realizado pelos alunos no laboratório de uma escola da rede de ensino da cidade de São Paulo.
As afirmativas são, respectivamente,
As figuras a seguir ilustram a tarefa que o professor propôs para os alunos no laboratório de uma escola da rede municipal de São Paulo.
Desse modo, o professor induziu os alunos a evidenciar, experimentalmente, o princípio
Um motociclista percorre 2000 m de distância, de um ponto A ao ponto B, com velocidade média de V1 = 50 m/s. E sai do ponto B até o ponto C com velocidade média V2 = 60 m/s. Calcule a distância total e a velocidade média total do percurso, sabendo-se que o motociclista gastou, no total, 150 s do ponto A ao ponto C.
Um caminhão de massa m = 900 kg move-se com velocidade VA = 8 m/s, quando colide com um muro de tijolos, atravessando-o e emergindo do outro lado, com velocidade VB = 3 m/s. Calcule a energia cinética do caminhão depois da colisão. Qual o valor em módulo do trabalho realizado sobre o caminhão pelo muro de tijolos?
No planeta Y, um líquido em regime estacionário flui em um duto cujo diâmetro dobra na região central. Instalado um medidor de Venturi, com densidade do líquido manométrico igual à do fluido escoante, observa-se uma diferença de altura H = 2,25 cm entre as alturas dos manômetros. Supondo que o fluido se desloque da esquerda para a direita, que na região central sua velocidade seja igual a V2 = 7,5 cm/s, e que as alturas geométricas z das secções possam ser consideradas idênticas, a aceleração gravitacional local gY é:
Fonte: Nussenzveig, H.M. Curso de física básica – 1ª edição Vol. 2 Ed. Blucher, p. 41 (Adaptada)
Uma força F igual a 500 N, aplicada conforme a figura a seguir, mantém o sistema em equilíbrio de forças. Admitindo-se massas desprezíveis para as polias e as cordas, a densidade da água valendo 1g/cm3 e o volume do corpo imerso, 6,0 x 104 cm3, qual o valor da massa do corpo X, em kg, para esta situação?
Um cilindro maciço, de momento de inércia ICM = MR² /2, é abandonado no alto de uma rampa de altura H e inclinação θ em relação à horizontal. O cilindro desce rolando e sem deslizar, alcançando o fim do plano inclinado com velocidade translacional do centro de massa Vcm. A expressão que melhor representa a velocidade Vcm no final da rampa é:
Um líquido contido num tubo em U oscila, tendo sua energia dissipada devido à sua viscosidade. Considerando que a força F, dependente do tempo t, que amortece o fluido, seja dada por F = βe-λt. A equação dimensional de β é: (Sendo L, M e T as dimensões de comprimento, massa e tempo, respectivamente.)

A função horária da velocidade desse ciclista é dada por

Uma mola de constante elástica K está presa a um corpo de massa m que, por sua vez, liga-se a outro corpo idêntico através de uma corda de massa desprezível. A aceleração da gravidade local é g. No momento em que o sistema é solto, a mola não apresenta deformação. Desprezando todas as formas de atrito e a massa da polia, a distância d percorrida pelo corpo preso à mola, quando sua aceleração for igual a 0,4 g, pode ser calculada por
Em uma experiência de queda livre, foram realizadas 10 medidas de tempo para um objeto cair sempre de uma mesma altura. Foi utilizado um cronômetro que permitia leitura de até centésimos de segundos e os resultados obtidos foram: 2,35s; 2,25s; 2,28s; 2,32s; 2,38s; 2,31s; 2,32; 2,27s; 2,33s e 2,30s. A maneira correta de expressar o resultado da medição é
1) Lançar horizontalmente duas pequenas esferas a partir da borda da bancada do laboratório.
2) Medir o alcance das duas esferas.
3) Calcular o tempo de queda de cada esfera.
4) Calcular o módulo da velocidade de lançamento de cada esfera.
5) Considerar g = 10 m/s² e desprezar a resistência do ar no movimento das esferas.
Um grupo de alunos registra no relatório o esquema abaixo e as seguintes informações sobre o experimento:

“Duas esferas, A e B, foram lançadas horizontalmente a partir da borda da bancada do laboratório, de altura h = 080m, e atingiram o piso nas distâncias representadas no esquema”.
Supondo corretos os cálculos efetuados pelo grupo de alunos, os valores para o tempo de queda, em s, e o módulo da velocidade de lançamento de cada esfera, em m/s, são, respectivamente, iguais a
Numa alavanca interpotente, as forças potente e resistente são aplicadas a 20 cm e 50 cm do ponto de apoio, respectivamente. Sendo o módulo da força resistente igual a 40 N, a força potente tem módulo, em N, igual a

Nas montagens A e B, o dinamômetro indica, respectivamente, 0,26 kgf e 0,18 kgf. O empuxo que atua no objeto na montagem B, em kgf, é igual a
No laboratório de Física existe um experimento para determinarmos a densidade de corpos que afundam na água, por exemplo. Para realização dessa experiência dispomos, basicamente, de um dinamômetro e um recipiente contendo água (d = 1000 kg/m3). A figura abaixo mostra o esquema do experimento, bem como os valores registrados nos dinamômetros, respectivamente, 100N e 20N, nas duas situações distintas, ou seja, o bloco fora d’água e o bloco mergulhado na água.
Considerando a aceleração da gravidade no laboratório igual 10 m/s² , podemos afirmar que a densidade do bloco vale:
Um oscilador harmônico simples consiste de um corpo de massa preso a uma mola de constante elástica oscilando sobre uma superfície sem atrito, ou seja, conservando sua energia mecânica. A Figura mostra o diagrama das energias cinética, potencial e total para um oscilador desse tipo que pulsa com frequência de 10/3 Hz.
Nessas condições, a massa , em gramas, e a constante elástica da mola , em N/m, valem, respectivamente:
Dados: Considere o valor de aproximadamente 3.
Para medir o coeficiente de atrito estático entre a superfície de um bloco e uma rampa, faz-se a montagem esquematizada abaixo. Nela temos o bloco em repouso sobre a superfície da rampa que vai levantando lentamente até que o bloco fique prestes a se movimentar (iminência de movimento). Nessas condições, anota-se o ângulo de inclinação, o qual deverá estar relacionado com o coeficiente em questão.
Este ensaio foi feito para três blocos A, B e C de materiais diferentes, cujos ângulos de inclinação foram anotados, conforme a tabela abaixo.
Material |
A |
B |
C |
Ângulo |
27° |
30º |
25º |
Sendo µA, µB e µC, respectivamente, os coeficientes de atrito estático dos blocos A, B e C em relação à superfície da rampa, podemos afirmar que a relação entre eles é mais bem representada por:
A figura representa um esquema reduzido do sistema de freio hidráulico onde são representados o pedal, no qual é aplicada a força de intensidade F1, o cilindro de freio, para o qual é transmitida a força de intensidade F2 e as tubulações contendo um fluído de freio ideal. São também representadas as áreas dos êmbolos A1 e A2 que são circulares cuja razão entre os raios, maior e menor, vale 3.
Nessas condições e desprezando quaisquer atritos, para F1 = 10 N, temos F2 igual a:
A talha exponencial, segundo o que contam, foi inventada por Arquimedes de Siracusa em, aproximadamente, 300 aC e representa um sistema de polias (roldanas) que tem como objetivo diminuir o esforço quando se deseja levantar corpos massivos ou, como se diz, corpos “pesados”. A figura representa este sistema, no qual consideramos os fios ou cordas utilizadas sendo inextensíveis, nas quais estão os pontos A, B e C.
(Recorte adaptado de http://materiacompleta.blogspot.com.br/2013/09/polias-ou-roldana.html.)
Sabendo que o peso P do bloco vale 1000N e, considerando desprezíveis todo e qualquer atrito, bem como as inércias dos fios e polias, podemos afirmar que as intensidades das trações correspondentes aos pontos A, B e C, são respectivamente: