Questões de Concurso Sobre astronomia
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Com base nos efeitos da rotação da Terra, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):
(__)A alternância entre dia e noite influencia os ritmos biológicos dos seres vivos, afetando o comportamento de animais e processos como a fotossíntese, a abertura de flores e o movimento das folhas nas plantas.
(__)Esse movimento é o principal responsável pela definição das estações do ano, que determinam variações de temperatura, duração do dia e umidade, influenciando os ciclos de vida dos seres vivos.
(__)A rotação da Terra interfere na circulação atmosférica e nas correntes oceânicas, afetando a distribuição de ventos, chuvas e nutrientes nos oceanos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A'quase-lua' da Terra escondida há décadas e que não está sozinha
Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A'quase-lua' da Terra escondida há décadas e que não está sozinha
Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.
As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.
As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.
As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.
Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Fonte: Introdução à Astronomia e Astrofísica. INPE. Disponível em: http://www.inpe.br/ciaa2018/arquivos/pdfs/apostila_completa_2018.pdf
Substituir o (X) do texto pela alternativa CORRETA.
(__)No eclipse do Sol, é a Terra que projeta sua sombra sobre a Lua.
(__)A fase da Lua é um fenômeno astronômico observado simultaneamente em todo o globo terrestre; assim, quando a Lua cheia é vista no Brasil, ela também é vista dessa forma em Portugal.
(__)No eclipse da Lua, a Lua atravessa a sombra da Terra.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo.
I. Os planetas telúricos são formados, principalmente, por rochas, metais pesados, silicatos, óxidos, Ni e Fe.
II. Os planetas jovianos são formados, principalmente, por H, He, água, CO2, metano e amônia.
III. Os planetas telúricos são densos e os planetas jovianos são pouco massivos.
IV.O planeta Terra é o quinto em tamanho e o mais denso do sistema solar.
Assinale a alternativa CORRETA:
I. É um objeto com hiperbólica, que se move tão rapidamente que não consegue ser gravitacionalmente puxado pelo Sol.
II. Passará pelo Sistema Solar somente uma vez e escapará para sempre do centro de gravitação do Sol, retornando de vez ao espaço interestelar.
III. Sua velocidade no Sistema Solar é muito alta para ser de origem local.
IV. De forma geral, sua composição geológica não é semelhante à dos outros cometas formados no nosso Sistema Solar.
É correto o que se afirma em