Questões de Concurso Sobre filosofia

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Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207061 Filosofia
Tomás de Aquino propôs cinco vias para provar a existência de Deus. Essas, que em boa medida remetem ao pensamento metafísico grego clássico, são chamadas.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207060 Filosofia
Em sua Ética Nicomaqueia, Aristóteles propôs a virtude moral como mediania relativa a nós e não como média aritmética. Tal proposição tem por base.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207059 Filosofia
No Livro X da República, Platão opera a famosa expulsão dos poetas da pólis que idealiza. Um dos motivos para o argumento apresentado pelo filósofo para tal expulsão é pautado: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207058 Filosofia
Todas as alternativas abaixo podem ser apontadas como possíveis causas para o surgimento da filosofia na Grécia, exceto.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207057 Filosofia
Quanto à filosofia política contemporânea, é correto afirmar o seguinte.
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Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207056 Filosofia
A filosofia, como forma de conhecimento, tem suas especificidades que a distinguem de outros modos de conhecer a realidade. Sobre o seu caráter específico, pode-se afirmar como correto
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Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207055 Filosofia
O conhecimento científico como questão filosófica é uma das áreas mais fecundas de discussão atualmente, demarcando aquilo que se convencionou chamar de epistemologia. Assinale o item que não é correto quanto a esta temática.
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Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207054 Filosofia
O período compreendido entre os séculos XVII e início do século XX é marcado pela questão da subjetividade, permitindo a um pensador dizer que a filosofia moderna não passaria de alternância de diversas metafísicas da subjetividade. Sobre a hegemonia desta temática no panorama moderno, pode-se assinalar como incorreto.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207053 Filosofia
O existencialismo foi uma corrente de pensamento que influenciou em demasia a discussão filosófica no período entre Guerras, no século XX. Um de seus nomes de destaque foi o filósofo francês JeanPaul Sartre. Sobre a sua filosofia é incorreto afirmar.
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Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207052 Filosofia
A modernidade tem como um de seus privilegiados a temática do conhecimento, destacando-se do teocentrismo medieval e colocando-se como fundamento de novos problemas oriundos da hegemonia da ciência como conhecimento verdadeiro. Em relação a este momento histórico, é falso.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207051 Filosofia
A técnica apresenta-se, no panorama contemporâneo, como um tema fundamental na compreensão do agir e do pensar humano, inclusive com a presença de fatos, de experiências e de ameaças inéditos. Sobre esta questão é incorreto afirmar.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-TO Órgão: IF-TO Prova: IF-TO - 2017 - IF-TO - Professor - Filosofia |
Q2207050 Filosofia
A política moderna constitui-se em uma ruptura com a tradição política clássica e medieval, explicitando novas instituições e atores políticos, que demarcam uma oura forma de fazer política.
Quando a estes fatos novos é incorreto afirmar.
Alternativas
Q1335105 Filosofia
A capacidade de, respeitando sempre os valores éticos e universais, o ser humano poder agir conforme sua própria vontade e livre escolha, entre várias opções, é o que, em Filosofia, se entende por:
Alternativas
Q1335104 Filosofia
O período da História da Filosofia denominado Escolástica, caracterizou-se por:
Alternativas
Q1335103 Filosofia
O sistema de valores perenes e universais que o indivíduo percebe na própria consciência, segundo sua reta razão, e que independem das circunstâncias concretas em que o mesmo vive, deve definir-se como sendo o verdadeiro sistema de valores
Alternativas
Q1335102 Filosofia
A atividade estritamente racional de cada homem, visando a explicação mais radical de tudo quanto existe, ou pode existir, deve definir-se como sendo:
Alternativas
Q1331259 Filosofia
A Axiologia é a área da Filosofia que estuda os valores. Segundo essa área, os valores éticos devem ser entendidos como sistema de valores:
Alternativas
Q1331258 Filosofia
Entre os constitutivos essenciais da natureza racional do ser humano, a liberdade ocupa um papel definitivo. Neste pressuposto, podemos definir ‘liberdade’ como sendo:
Alternativas
Q1331257 Filosofia
Desde os primórdios da Filosofia, os grandes pensadores concentraram suas preocupações intelectuais em torno de três grandes núcleos: Deus, o Homem e o Cosmos. E conforme o enfoque maior ou menor da especulação filosófica num ou noutro núcleo, a História da Filosofia passou a dividir-se em períodos. Em um desses períodos, buscou-se encontrar caminhos que ajudassem a harmonizar a fé com a razão. Ou seja, valer-se da Filosofia para facilitar aceitação crítica dos dogmas da Teologia. Esse período ficou conhecido como:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: TRF - 5ª REGIÃO
Q1227592 Filosofia
O filósofo Theodor Adorno (1903-1969) afirma que, no capitalismo tardio, “a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer tende a se tornar cada vez mais reduzida e as ‘atividades de lazer’ tomam cada vez mais do tempo livre do indivíduo”. Paradoxalmente, a revolução cibernética de hoje diminuiu ainda mais o tempo livre. Nossa época dispõe de uma tecnologia que, além de acelerar a comunicação entre as pessoas e os processos de aquisição, processamento e produção de informação, permite automatizar grande parte das tarefas. Contudo, quase todo mundo se queixa de não ter tempo. O tempo livre parece ter encolhido. Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor, do desempenho, inclusive nos joguinhos eletrônicos, que alguns supõem substituir “velharias”, como a poesia. T.S. Eliot, um dos grandes poetas do século XX, afirma que “um poeta deve estudar tanto quanto não prejudique sua necessária receptividade e necessária preguiça”. E Paul Valéry fala sobre uma ausência sem preço durante a qual os elementos mais delicados da vida se renovam e, de algum modo, o ser se lava das obrigações pendentes, das expectativas à espreita… Uma espécie de vacuidade benéfica que devolve ao espírito sua liberdade própria. Isso me remete à minha experiência pessoal. Se eu quiser escrever um ensaio, basta que me aplique e o texto ficará pronto, cedo ou tarde. Não é assim com a poesia. Sendo produto do trabalho e da preguiça, não há tempo de trabalho normal para a feitura de um poema, como há para a produção de uma mercadoria. Bandeira conta, por exemplo, que demorou anos para terminar o poema “Vou-me embora pra Pasárgada”. Evidentemente, isso não significa que o poeta não faça coisa nenhuma. Mas o trabalho do poeta é muitas vezes invisível para quem o observa de fora. E tanto pode resultar num poema quanto em nada. Assim, numa época em que “tempo é dinheiro”, a poesia se compraz em esbanjar o tempo do poeta, que navega ao sabor do poema. Mas o poema em que a poesia esbanjou o tempo do poeta é aquele que também dissipará o tempo do leitor, que se deleita ao flanar por linhas que mereçam uma leitura por um lado vagarosa, por outro, ligeira; por um lado reflexiva, por outro, intuitiva. É por essa temporalidade concreta, que se manifesta como uma preguiça fecunda, que se mede a grandeza de um poema. 
(Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. Companhia das Letras, 2017, edição digital) 
Considere as afirmações abaixo.
  I. A teoria de que o poeta não deve prejudicar sua necessária preguiça, proposta por T.S. Eliot (3o parágrafo), é corroborada pelo autor do texto, por meio de sua própria experiência pessoal.  II. Ainda que certas atividades, como a feitura de um poema, demandem tempo ocioso, o autor do texto censura o cultivo de uma necessária preguiça, a partir da premissa de que o tempo é escasso e valioso na atualidade.  III. Para o autor, a falta de tempo livre de que a maioria se queixa deve-se ao fato de que, mesmo nos momentos destinados a atividades de lazer, estamos submetidos
Está correto o que se afirma APENAS em: 
Alternativas
Respostas
3441: A
3442: B
3443: D
3444: C
3445: B
3446: A
3447: E
3448: C
3449: A
3450: E
3451: A
3452: B
3453: C
3454: B
3455: C
3456: E
3457: A
3458: C
3459: B
3460: D