Questões de Concurso Sobre filosofia
Foram encontradas 4.393 questões
Ateus não acreditam em afirmações da existência de uma divindade. Defendem que o ônus da prova é sobre aqueles que dizem que há um deus. Existem tipos específicos de ateísmo. A este respeito, relacione as colunas:
1ª Coluna
(I)Ateísmo Positivo.
(II)Ateísmo Negativo.
(III)Ateísmo Implícito.
(IV)Ateísmo Explicito.
2ª Coluna
(__) É aquele no qual o ateísmo existe de modo tácito, por isso, constitui-se na desconsideração da ideia de existência de uma divindade e não na rejeição dessa ideia por algum tipo de conceito.
(__) A crença em divindades é conscientemente rejeitada pelo indivíduo. As causas para tal postura não podem ser apontadas, pois são diferentes para cada ateu.
(__) É fundamentado na postura de negar a existência de divindades. Também conhecido como crítico segue o princípio do ataque à ideia dessa existência por meio da apresentação de argumentos.
(__) O fundamento para não acreditar em divindades é o fato de que não há evidências que provem o contrário. Nessa categoria, basta encontrar evidências para justificar a rejeição à existência de deus e, por vezes, apontá-las, mas não há preocupação em refutar a possibilidade dessa existência.
Assinale a alternativa que corretamente apresenta a associação entre as colunas:
Existem diversas vertentes do agnosticismo espalhadas pelo mundo. Enquanto algumas pessoas preferem identificar-se apenas como agnósticas, os estudiosos da área conseguiram identificar várias vertentes deste pensamento. A este respeito, relacione as colunas:
1ª Coluna
(I)Agnosticismo Teísta.
(II)Agnosticismo Ateísta.
(III)Agnosticismo Empírico.
(IV)Agnosticismo Apático.
(V)Agnosticismo Modelar.
2ª Coluna
(__) É embasado na ideia de que questões metafísicas e/ou filosóficas não podem ser verificadas nem confirmadas, mas que um modelo maleável pode ser criado com base no pensamento racional. Esta vertente do agnosticismo não se dedica à questão da existência ou inexistência de deuses e do sobrenatural.
(__) É baseado na ideia de que a compreensão e conhecimento do divino não é, até o presente momento, possível. Admite que há a possibilidade do surgimento de novas evidências e provas sobre o assunto.
(__) Baseia-se na ideia de que, independente da impossibilidade de provar a existência ou não existência de algo divino, a existência destes não influenciaria de forma negativa ou positiva a vida dos seres humanos.
(__) É uma vertente voltada especificamente para a questão da existência de divindades, compreende tanto o teísmo (a possibilidade da existência de divindades), quanto o agnosticismo. A pessoa crê na existência de, pelo menos, alguma divindade, mas diz respeito à base dessa proposição como "algo desconhecido ou indecifrável".
(__) Também é voltada para o tema da existência de divindades, engloba tanto o ateísmo quanto o agnosticismo, pois ambos entendem que o conhecimento sobre a existência de alguma divindade é impossível, ou ainda não possuímos meios de conhecer. Porém, sua opinião quanto ao assunto afirmando é que impreterivelmente não existem divindades.
Assinale a alternativa que corretamente apresenta a associação entre as colunas:
Implica um constante estado de dúvida. Esse estado de dúvida está voltado, sobretudo, para crenças, opiniões e pensamentos tidos pelo senso comum como verdades. Desse modo, essa corrente assume que não é possível atingir, tampouco admite a certeza absoluta a respeito de uma verdade ou conhecimento específico.
Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao contexto apresentado:
É mais entendido como uma postura, mas também pode ser uma doutrina (ou conjunto de doutrinas). Essa postura argumenta que existem postulados (verdades) inquestionáveis. Considera que alguns posicionamentos, sejam eles morais, epistemológicos ou religiosos, são eternos, imutáveis e rigorosamente inquestionáveis. Ou seja, eles simplesmente não cabem no espectro da crítica e do questionamento.
Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao contexto apresentado:
Segundo Latour (2020), no livro Diante de Gaia: Oito conferências diante na natureza no Antropoceno termos como: novo regime climático, grande aceleração e pontos de inflexão estão sendo discutidos no meio científico. Ao que tudo indica, já podemos nos considerar habitando a época geológica do Antropoceno. Em relação ao tema:
1. Batizar uma época geológica de Antropoceno significa reconhecer que a força mais importante a moldar a terra é ação humana sobre o globo, ação que já pode ser considerada equivalente a um evento geológico, pois produziu mudanças sem ponto de retorno. Mudanças na sedimentação dos rios pela construção de barragens, mudança na acidez dos oceanos, introdução no ambiente de produtos químicos até então inexistentes, radiação artificial, extinções abruptas de espécies e construções humanas espalhadas pelo planeta em escala global.
2. Latour (2020) nos alerta que vivemos em modo de negação diante das mudanças climáticas, da acidificação dos oceanos, devastação de áreas naturais por meio do desmatamento e queimadas, extinção em massa de espécies que mal tivemos tempo de conhecer. Há por um lado a tomada de consciência do problema, por outro, um movimento de negação. O autor chama isso de "loucura da denegação". Vivemos nossas vidas como se as questões ambientais não fossem problema nosso, como se estivéssemos desacoplados desse planeta e esse fosse um problema das novas gerações.
3. Chamar nossa época se Antropoceno implicaria que ainda estamos no Período Quaternário, tendo saído do Holoceno e ingressado no Antropoceno. Ainda não sabemos se o limite temporal oficial do Antropoceno será no início da era industrial ou nas primeiras explosões atômicas em 1945 pelos sinais de radioatividade artificial.
René Descartes percorreu o caminho da busca da verdade, realizando uma análise crítica dos conhecimentos existentes em sua época e chegou à conclusão de que tudo que sabia podia considerar duvidoso e incerto e que seria necessário ter um método para provar racionalmente um saber com algo certo e digno de confiança. A frase que sintetiza a busca de Descartes pela verdade é:
Para Boff (2006), existem muitas morais, tantas quantas culturas e estilos de casa. São diferentes a moral do empresário, que visa o lucro, e a moral do operário, que procura aumento de salário, assim como há as diferentes morais das diferentes profissões. Para o autor, moral é sempre:
Um dos métodos filosóficos e educacionais mais antigos do mundo foi concebido pelo filósofo Sócrates (470-399 a.C.) e consistia em dialogar com o outro, deixando-o expressar suas próprias ideias, em um movimento dialético. Este método é conhecido por:
A cultura filosófica da Grécia antiga, que inspirou o modelo de educação formal que hoje é hegemônico, se baseava na valorização de três elementos essenciais. São eles:
Na busca das certezas do conhecimento, é a razão humana que ocupa o lugar central da ética, pois é ela que irá se apresentar como trabalho da inteligência ou da vontade humana de dominar e controlar o ímpeto humano de desejos e de paixões. Esse conceito ético corresponde à tradição teórica denominada:
Para Sócrates, a reflexão filosófica começa quando a pessoa aprende a duvidar, particularmente, de suas próprias crenças, seus dogmas e seus saberes. O filósofo considerava que a existência de uma filosofia verdadeira só evolui quando a mente se dedica à reflexão de si mesma. Por isso, ao orientar seus alunos, dizia:
As pessoas que defenderam a aglomeração e andaram sem máscara em locais fechados, em um momento trágico da pandemia no país (que acumulou um total de mais de 660 mil mortes), foram chamadas pelo senso comum de “negacionistas”, por negarem a realidade ou ignorarem as informações e as orientações científicas e médicas de prevenção ao contágio.
Sob o ponto de vista dos fundamentos da filosofia, essas pessoas se afastam da busca da verdade e aprofundam o estado em que se encontram de:
A convivência humana exige que todo ser humano viva no mundo com outros seres humanos em uma humanidade compartilhada, por isso a liberdade de cada um é eticamente limitada pela possibilidade de ela poder afetar a vida de outro. Para se ter consciência da própria liberdade, é necessário ter uma visão de alteridade como uma capacidade de olhar: