Questões de Concurso
Sobre o sujeito moderno em filosofia
Foram encontradas 773 questões
Considerando a concepção de justiça de Aristóteles e Tomás de Aquino, podemos afirmar, EXCETO:
Sobre a filosofia medieval, é correto afirmar que:
A filosofia helenística foi marcada por várias escolas, que no período pós-socrático, do final do período clássico (320 a.C.) até o começo da Era Cristã, caracterizou-se por uma preocupação com questões morais e subjetivas, tendo como um dos temas a felicidade. Sobre este período é correto afirmar, EXCETO:
Karl Popper rompeu com paradigmas científicos ao criticar o princípio da verificabilidade e ao defender o princípio da falseabilidade. Sobre a filosofia de Popper, assinale a alternativa INCORRETA.
Sobre a Filosofia da linguagem comum, formulada no contexto da Universidade de Oxford em meados do Século XX, podemos afirmar:
I – É uma perspectiva filosófica que se preocupava em formalizar e disciplinar logicamente a linguagem, seguindo os passos de Frege e Russell.
II – É uma perspectiva filosófica que se preocupava em analisar as expressões tal como estas são usadas na linguagem natural falada, por vezes visando dissolver problemas filosóficos tradicionais.
III – Entre seus principais representantes estão John L. Austin e Peter F. Strawson.
IV – Austin introduziu noções, conceitos e distinções que foram fundamentais para o desenvolvimento da chamada pragmática no campo da filosofia da linguagem.
V – Strawson dedicou-se também ao que chamava de ''metafísica descritiva'', buscando capturar, por meio da análise da linguagem, conceitos do senso comum como corpo, pessoa, tempo e espaço.
Marque a alternativa CORRETA:
Sobre a existência de Deus, há uma intensa discussão filosófica em torno da tese de que o conceito de Deus corresponde a uma realidade independente do discurso. Os principais argumentos na história da filosofia são os seguintes:
I – O argumento ontológico, em favor da tese da existência de Deus.
II – O argumento cosmológico, também em favor da tese da existência de Deus;
III – O argumento teleológico, também em favor da tese da existência de Deus.
IV – O problema do mal, é a principal perspectiva contrária à tese da existência de Deus.
Marque a alternativa CORRETA no tocante a serem considerados efetivamente argumentos em torno do problema da existência de Deus:
Sobre o campo da investigação da Filosofia da Ciência, marque a alternativa ERRADA no tocante a conceitos e problemas centrais dessa disciplina filosófica:
O fragmento a seguir foi publicado na tese de José Valdinei Albuquerque Miranda. O trecho, com omissões, diz, in verbis:
-
“A presente tese [...] Inicialmente mostra que a filosofia moderna, ao instituir o "Eu" como a unidade integradora do sentido e da representação, afirma o princípio da subjetividade como base da edificação do sujeito soberano. Descartes e Kant são apresentados como os pensadores que definem o princípio da subjetividade como fundamento da verdade filosófica. Com as críticas dirigidas à subjetividade por alguns filósofos "mestres da suspeita" como Nietzsche, Freud, Heidegger, Foucault, entram em crise os fundamentos da filosofia moderna. No contexto dessa crise, o pensamento de [...] desponta como alternativa para pensar a racionalidade desde a perspectiva ética das relações. Com esse propósito, reconstrói a subjetividade não mais a partir da centralidade do Eu, mas a partir da alteridade do Outro, invertendo os termos da relação.”
-
Esta ética da alteridade, muito presente na contribuição religiosa para a ética, é fruto do pensamento do filósofo
“Representa amplo movimento de pensamento que dominou grande parte da cultura europeia, em suas manifestações filosóficas, políticas, pedagógicas, historiográficas e literárias, de cerca de 1840 até quase às vésperas da Primeira Guerra Mundial. A partir de Comte, existiu uma época de paz substancial na Europa. A revolução industrial mudou radicalmente o modo de vida na Europa e os entusiasmos se cristalizaram em torno da ideia de progresso humano e social irrefreável, já que, de agora em diante, possuíam-se os instrumentos para a solução de todos os problemas. Para o pensamento da época, esses instrumentos eram sobretudo a ciência e suas aplicações na indústria, bem como o livre intercâmbio e a educação. Assim, acreditava-se no primado da ciência.”
(REALE, Giovanni. História da Filosofia. V 3. Paulus, 1990, p. 295-7.)
A afirmativa anterior refere-se ao movimento:
Segundo a argumentação formulada por Hume em seu Tratado da natureza humana, é correto dizer que as leis indutivas
A Patrística é considerada a primeira fase da filosofia medieval. Sua principal característica era a expansão do Cristianismo na Europa e o combate aos hereges. Por isso, essa doutrina filosófica foi representada pelo pensamento dos Padres da Igreja, que aos poucos auxiliaram na construção da teologia cristã. Baseada na filosofia grega, os filósofos desse período tinham como objetivo central compreender a relação entre a fé divina e o racionalismo científico. Ou seja, eles buscavam a racionalização da fé cristã. Há vários filósofos desta época, EXCETO:
A Filosofia nos diferentes períodos históricos (grega, medieval, moderna e contemporânea) estabeleceu uma relação distinta com a educação e a ciência. Sobre o assunto é correto afirmar:
Filósofo (384 AC) que acreditava que quando uma pessoa não verbalizasse, consequentemente não possuía linguagem, tão pouco pensamento.
Nós começamos pelo belo como tal. E esta ideia que é una, ir-se-á diferenciando, particularizando, a partir de si própria irá originando a variedade, a multiplicidade, as diferenças, as múltiplas e diversas formas e figuras da arte que, então, se vêm a apresentar como produções necessárias.
(HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Fenomenologia do Espírito. Petrópolis: Vozes, 1992.)
Principal representante do idealismo alemão, Georg Wilhelm Friedrich Hegel nasceu em 27 de agosto de 1770. É autor de uma obra rica e profunda que aborda dentro de si uma gama enorme de assuntos, tais como a consciência, a ética, a política, a estética, a religião e a história. Sobre a arte, especificamente, ele afirma que:
Kant fez uma virada para poder lançar as bases de um novo modelo do pensar filosófico, modelo delineado aos impasses nos quais as disputas filosóficas de seu tempo tropeçavam. Contrariamente às outras ciências, a metafísica sempre fracassara, sendo o motivo de tal tropeço o modo tradicional de pensar o objeto da metafísica, o incondicionado, que não pode ser sem contradição. Foi depois de preparar o campo e mudar completamente os termos da filosofia que Kant fez com que ela pendesse mais para uma epistemologia.
(CHADS, Bruno Holmes. A Superação Kantiana dos Impasses da Metafísica. Trabalho de Conclusão de Curso (Filosofia). Niterói: UFF, 2016. p 14. Adaptado.)
Quando o enunciado menciona que Kant fez com que a metafísica pendesse mais para uma epistemologia, pretende esclarecer que a metafísica