Questões de Concurso
Sobre o sujeito moderno em filosofia
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De onde vieram os princípios racionais (identidade, não contradição, terceiro excluído e razão suficiente)? De onde veio a capacidade para a intuição (razão intuitiva) e para o raciocínio (razão discursiva)? Nascemos com eles? Ou nos seriam dados pela educação e pelo costume? Seriam algo próprio dos seres humanos, constituindo a natureza deles, ou seriam adquiridos através da experiência? Durante séculos, a Filosofia ofereceu duas respostas a essas perguntas. A primeira ficou conhecida como inatismo e a segunda, como empirismo.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2000, p. 85.
As duas respostas apresentadas podem ser associadas aos enfoques filosóficos distintos de René Descartes e de Francis Bacon. Com base na perspectiva filosófica desses dois pensadores, julgue (C ou E) o item a seguir.
De onde vieram os princípios racionais (identidade, não contradição, terceiro excluído e razão suficiente)? De onde veio a capacidade para a intuição (razão intuitiva) e para o raciocínio (razão discursiva)? Nascemos com eles? Ou nos seriam dados pela educação e pelo costume? Seriam algo próprio dos seres humanos, constituindo a natureza deles, ou seriam adquiridos através da experiência? Durante séculos, a Filosofia ofereceu duas respostas a essas perguntas. A primeira ficou conhecida como inatismo e a segunda, como empirismo.
CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2000, p. 85.
As duas respostas apresentadas podem ser associadas aos enfoques filosóficos distintos de René Descartes e de Francis Bacon. Com base na perspectiva filosófica desses dois pensadores, julgue (C ou E) o item a seguir.
Descreve-se, sobretudo, como uma ida em direção ao Humanismo, tendo início no Renascimento, e ênfase inabalável na importância da razão, influenciada pelo ceticismo e pela revelação de que a capacidade intelectual humana é independente de entidades metafísicas racionais, como Deus, para ser revelada (PERINE, 2016).
O trecho menciona o conceito de:
René Descartes (1596-1650) é considerado o pai da filosofia moderna e autor da famosa frase “penso, logo existo“. Sua filosofia tinha por objetivo encontrar um método exato o bastante para se chegar à verdade indubitável.
I. O principal contexto de debate de Descartes era rebater os argumentos céticos, o filósofo francês defendia ser possível, sim, conhecer e alcançar a verdade.
II. Para ele, o ponto de partida para elaborar seu método era a res cogitans (um ser pensante), dotado de cogito (pensamento), pois nada poderia abalar o postulado de que “eu existo”, obtido por uma intuição.
III. Outra característica marcante em Descartes é o postulado do não dualismo entre mente e corpo.
IV. Para ele, mente e corpo eram substâncias distintas por isso, deveriam ter métodos de abordagem distintos para se fazer as investigações filosóficas sobre cada uma delas.
Assinale a alternativa correta:
"É frequente histórias da filosofia não incluírem um capítulo sobre o pensamento contemporâneo, como se considerassem que, de certa forma, a contemporaneidade não fizesse ainda parte da história. Isso é, sob muitos aspectos, compreensível, pois nos faltam ainda o distanciamento e a perspectiva temporal que nos permitem analisar os filósofos contemporâneos, avaliar aqueles cuja obra e influência serão duradouras. Encontramo-nos próximos demais deles, e, paradoxalmente, isso nos impede de vê-los melhor. Por outro lado, há algo de incompleto em uma história da filosofia que não busque ao menos relacionar os pensadores e correntes contemporâneos com a tradição, interpretá-los como parte dessa história, dessa formação e desse desenvolvimento que chegam até nós.”
MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia. p. 284, Rio de Janeiro, Zahar: 2015, 13a. ed..
O pensamento moderno talvez seja mais fácil de ser compreendido por nós, pelo fato de estarmos mais próximos dele do que do antigo e do medieval, e por sermos, ainda hoje, de certo modo, herdeiros dessa tradição. Por outro lado, às vezes, é mais difícil tomarmos consciência e explicitarmos as características mais fundamentais daquilo que nos é mais familiar, exatamente porque nos acostumamos a aceitá-lo como tal.
MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia. p. 151. Jorge Zahar, Rio de Janeiro: 13a. ed.
Atribuir autoconsciência a um indivíduo significa atribuir a ele: