Questões de Concurso
Comentadas sobre mito e filosofia em filosofia
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No que diz respeito à origem da Filosofia, para o autor, o cosmopolitismo cultural promoveu
“Através do oráculo, Apolo impõe ao homem a moderação, enquanto ele próprio é imoderado; exorta-o ao controle de si, enquanto ele se manifesta através de um “páthos” incontrolado – com isso o deus desafia o homem, provoca-o, quase o instiga a desobedecê-lo. Tal ambiguidade se imprime na palavra do oráculo, faz dela um enigma.”
Com base nesse fragmento, é correto afirmar que
JAEGER, W. W. Paideia: a formação do homem grego. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2013.
Sobre a relação entre racionalidade e mito tal como expressa no trecho acima, é correto afirmar que
CASSIN, B. O efeito sofístico. São Paulo: Editora 34, 2005. (Adaptado.)
A leitura tradicional a respeito dos sofistas é tributária da interpretação platônico-aristotélica. A relação do trecho acima com essa interpretação é de
Qual das alternativas reflete corretamente as informações apresentadas no texto?
(CARDOSO, 1985, p. 21 e 22.)
Essa visão topográfica é mais uma interpretação histórica do que dos gregos, pois:
(Souza, 2003.)
O termo filosofia é atribuído ao filósofo e matemático Pitágoras, que viveu no século V a.C.; para ele:
O interesse pelos mitos é tão antigo quanto recente. Podemos afirmar que o mito:
I. A narrativa mítico-religiosa representou um meio importante de difusão e manutenção de um saber prático fundamental para a vida cotidiana.
II. A mentalidade mitológica é a expressão de um intelecto primitivo, de sociedades selvagens, que foi substituída pela mentalidade avançada dos filósofos, expressão de um intelecto extraordinário.
III. A Ilíada e a Odisseia, de Homero, são expressões culturais típicas de uma mentalidade filosófica crítica e radical, baseada no logos.
IV. A filosofia, ao contrário dos mitos que narravam as origens do mundo por meio de genealogias e rivalidades ou alianças entre forças divinas sobrenaturais, explica o surgimento do mundo por meio de causas naturais e impessoais.
É correto o que se afirma em:
[...] Há uma dificuldade em instaurar instrumentos avaliativos que verifiquem a aprendizagem dos conhecimentos específicos de filosofia, uma vez que essa averiguação costuma ser feita numa abordagem que privilegia a história da filosofia. Sendo assim, vários professores têm por objetivo “ensinar a filosofar” e não “ensinar filosofia”. O primeiro conceito se baseia em saber “pensar bem”, com criatividade, criticidade e autonomia, enquanto o segundo condiz ao acúmulo dos conteúdos formais dessa disciplina.
(DIAS, 2010.)
Sobre essas questões ligadas à avaliação em filosofia, é necessário: