Questões de Concurso
Sobre filosofia e a grécia antiga em filosofia
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Em A Política, Aristóteles afirma que a política está, de certa forma, ligada à moral e que o Estado deve levar o homem à virtude e à felicidade. A respeito desse assunto, assinale a alternativa correta.
Desde Platão e Aristóteles, passou-se a tratar os sofistas como um conjunto de pensadores e técnicos da palavra. A respeito desse tema, assinale a alternativa correta.
Estudos antropológicos afirmam que os mitos são muito importantes para a organização cultural dos povos. Nesse sentido, asseguram que os gregos, como qualquer outro povo, acreditavam em seus mitos e que a Filosofia nasceu gradualmente do interior desses mitos. Acerca desse tema, é correto afirmar que
Em sua obra A República, Platão sustenta que a mentira autêntica é detestada pelos deuses e pelos homens, mas ainda assim menciona uma “nobre mentira”, a ser aplicada como remédio apenas pelos chefes da cidade aos inimigos e mesmo aos cidadãos, sempre em benefício da cidade. Kant sustenta, ao contrário, que toda mentira é ilícita e representa um aniquilamento da dignidade humana – chega a afirmar que a capacidade humana de mentir é a mancha podre de nossa espécie. Para ele, os homens têm o dever de dizer a verdade, porque
Em A República, Platão sustenta que a cidade ideal deve ser governada pelo filósofo, porque ele
Em sua obra Poética, Aristóteles investiga, brevemente, a origem da tragédia grega e a associa tanto ao culto ao deus Dioniso quanto à narrativa épica. A despeito de os mitos épicos serem centrais à narrativa trágica, o herói trágico distingue-se do épico
Em O nascimento da tragédia, Friedrich Nietzsche identifica na tragédia grega a realização máxima do espírito artístico na Grécia antiga, tendo em vista que teria permitido aos gregos transfigurar em bela aparência o vislumbre dos “temores e horrores do existir”. Também nessa obra, o filósofo reconhece, no que chama de “otimismo socrático,” a razão do trágico fim da tragédia. Para ele, o “otimismo socrático” consiste na
Na obra Ética a Nicômaco, Aristóteles identifica na sabedoria prática (phrónesis) a forma do juízo moral. Ele compreende a sabedoria prática como
Em sua Metafísica, Aristóteles afirma que “quem possui o conhecimento dos seres enquanto seres deve poder dizer quais são os princípios mais seguros de todos os seres. Este é o filósofo”. Aristóteles, então, formula o princípio “mais seguro de todos” do seguinte modo: “É impossível que a mesma coisa, ao mesmo tempo, pertença e não pertença a uma mesma coisa, segundo o mesmo aspecto”. Pode-se dizer, segundo este último trecho citado, que
No livro IV de sua Metafísica, Aristóteles afirma: “De fato, quem diz que tudo é verdadeiro, afirma também como verdadeira a tese oposta à sua; do que segue que a sua não é verdadeira (dado que o adversário diz que a tese dele não é verdadeira). E quem diz que tudo é falso diz que também é falsa a tese que ele mesmo afirma”. Desta passagem, pode-se extrair um argumento que visa a demonstrar que
De acordo com as teses expostas por Platão em A República,
Para Platão, a imagem negativa de algumas expressões artísticas prevalece, sobretudo na pintura e escultura, pois essas teriam como perspectivas imitar a natureza, que por sua vez seria imitação do mundo das ideias.
Na moral aristotélica, o bem coletivo na polis deve prevalecer, mesmo que contrarie o bem individual.
O utilitarismo é uma doutrina ética que considera as ações boas ou más em função das conseqüências para a promoção da felicidade.
Aristóteles fazia uma interpretação ampla do conhecimento, classificando o mito como conhecimento filosófico.
Aristóteles classifica a metafísica como ciência e como conhecimento desinteressado, fundado em uma atitude socrática perante a natureza.
Assim como o discurso filosófico, o mito, nas obras de Platão, é um método para a busca da verdade.
O mito, nas obras de Platão, pretende, em alguns momentos, substituir o argumento racional do pensamento filosófico.
O mito, nas obras de Platão, tem intenção pedagógica.