Questões de Concurso
Sobre filosofia da cultura em filosofia
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A indústria cultural impede a formação de indivíduos autônomos, independentes, capazes de julgar e de decidir conscientemente.
T. W. Adorno. Os Pensadores. Textos escolhidos, Conceito de Iluminismo. Nova Cultural, 1999
Tendo o fragmento de texto anterior como referência inicial, julgue o item a seguir, referente à relação entre arte e capitalismo e às concepções de Adorno sobre a indústria cultural.
Adorno defende a ideia de que a cultura de massas,
ao contrário de uma cultura elitista, emana do povo.
A indústria cultural impede a formação de indivíduos autônomos, independentes, capazes de julgar e de decidir conscientemente.
T. W. Adorno. Os Pensadores. Textos escolhidos, Conceito de Iluminismo. Nova Cultural, 1999
Tendo o fragmento de texto anterior como referência inicial, julgue o item a seguir, referente à relação entre arte e capitalismo e às concepções de Adorno sobre a indústria cultural.
Para Adorno, a indústria cultural detém todos os elementos
característicos do mundo industrial moderno, apresentando-se
como disseminadora da ideologia dominante que dá sentido
a todo o sistema sociocultural ocidental.
A indústria cultural impede a formação de indivíduos autônomos, independentes, capazes de julgar e de decidir conscientemente.
T. W. Adorno. Os Pensadores. Textos escolhidos, Conceito de Iluminismo. Nova Cultural, 1999
Tendo o fragmento de texto anterior como referência inicial, julgue o item a seguir, referente à relação entre arte e capitalismo e às concepções de Adorno sobre a indústria cultural.
A indústria cultural resulta da razão técnica, do
desenvolvimento e da legitimação de uma razão instrumental,
desenvolvida e possibilitada a partir da Revolução Científica,
sem o concurso da Revolução Industrial.
A indústria cultural impede a formação de indivíduos autônomos, independentes, capazes de julgar e de decidir conscientemente.
T. W. Adorno. Os Pensadores. Textos escolhidos, Conceito de Iluminismo. Nova Cultural, 1999
Tendo o fragmento de texto anterior como referência inicial, julgue o item a seguir, referente à relação entre arte e capitalismo e às concepções de Adorno sobre a indústria cultural.
O coletivismo é resultado da indústria cultural.
Todas as pessoas precisam ser educadas para a convivência. O processo de aprendizagem supõe descentramento, um sair de si mesmo, tanto do ponto de vista da inteligência como da afetividade ou da moral. A descoberta de que o outro é um “outro eu” é fundamental para superar o egocentrismo. No entanto, o desenvolvimento desses três níveis mentais — inteligência, afetividade e moralidade — não é automático, porque exige a intermediação de agentes culturais — pais, professores, adultos em geral.
Maria Lúcia de Arruda Aranha. Filosofando. São Paulo: Moderna, 2009, p. 222.
A partir do texto anteriormente apresentado, julgue o item subsequente, referentes à relação entre ética, moral e política.
Por meio da educação e da cultura e do acesso às demais
produções tecnológicas e intelectuais desenvolvidas pela
humanidade ao longo de sua trajetória civilizatória,
o ser humano tem a oportunidade de constituir uma
personalidade moral.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
“ A s __________ com o seu viés dogmático missionário muitas vezes apenas sofisticam o processo quando tentam exorcizar os problemas da humanidade com implantes doutrinários e falsa mística. A arte, por sua vez, parece perder-se definhando na satisfação de se ver reconhecida como atividade meramente contestatória de algumas facetas da sociedade, ou como recurso pedagógico em favor da continuidade de modelos educacionais e sociais, a respeito dos quais infelizmente não se sente obrigatoriamente encorajada a assumir alguma postura mais reflexiva”.
Por que é que a gente nasce? Qual é o sentido da vida? A vida tem sentido? Deus existe? Deus não existe? A matéria é eterna? Por que nascemos? Por que morremos? Qual é a origem do Mal e do sofrimento? Por que é que, no momento em que nascemos, já estamos condenados à morte por um crime que não cometemos? A Arte é uma tentativa de resposta a essas indagações. Vejam bem: não é uma tentativa de explicação, como a da Ciência; é uma tentativa de, pela criação da Beleza artística, criar uma resposta ou uma contraproposta à Beleza e à Feiura naturais. A Arte, em qualquer tempo e em qualquer lugar, foi, e será sempre, uma daquelas tentativas de resposta que o Homem empreende perante o desafio do mundo, o enigma do Universo, o segredo da Vida e da Morte. O que pode variar — e varia — é a maneira de cada comunidade enfrentar esses problemas e realizar sua Arte peculiar e singular.
Ariano Suassuna. Uma teoria da arte rupestre. Anais do I Simpósio de Pré-História do
Nordeste Brasileiro. Recife: CNPq, UFPE, 1991, p. 127 (com adaptações).
A estética, como área filosófica, ocupa-se da percepção sensorial, sendo, por isso, vinculada às ciências da natureza, como a biologia.
Por que é que a gente nasce? Qual é o sentido da vida? A vida tem sentido? Deus existe? Deus não existe? A matéria é eterna? Por que nascemos? Por que morremos? Qual é a origem do Mal e do sofrimento? Por que é que, no momento em que nascemos, já estamos condenados à morte por um crime que não cometemos? A Arte é uma tentativa de resposta a essas indagações. Vejam bem: não é uma tentativa de explicação, como a da Ciência; é uma tentativa de, pela criação da Beleza artística, criar uma resposta ou uma contraproposta à Beleza e à Feiura naturais. A Arte, em qualquer tempo e em qualquer lugar, foi, e será sempre, uma daquelas tentativas de resposta que o Homem empreende perante o desafio do mundo, o enigma do Universo, o segredo da Vida e da Morte. O que pode variar — e varia — é a maneira de cada comunidade enfrentar esses problemas e realizar sua Arte peculiar e singular.
Ariano Suassuna. Uma teoria da arte rupestre. Anais do I Simpósio de Pré-História do
Nordeste Brasileiro. Recife: CNPq, UFPE, 1991, p. 127 (com adaptações).
As diferentes culturas têm modos distintos de responder artisticamente aos problemas existenciais.
Por que é que a gente nasce? Qual é o sentido da vida? A vida tem sentido? Deus existe? Deus não existe? A matéria é eterna? Por que nascemos? Por que morremos? Qual é a origem do Mal e do sofrimento? Por que é que, no momento em que nascemos, já estamos condenados à morte por um crime que não cometemos? A Arte é uma tentativa de resposta a essas indagações. Vejam bem: não é uma tentativa de explicação, como a da Ciência; é uma tentativa de, pela criação da Beleza artística, criar uma resposta ou uma contraproposta à Beleza e à Feiura naturais. A Arte, em qualquer tempo e em qualquer lugar, foi, e será sempre, uma daquelas tentativas de resposta que o Homem empreende perante o desafio do mundo, o enigma do Universo, o segredo da Vida e da Morte. O que pode variar — e varia — é a maneira de cada comunidade enfrentar esses problemas e realizar sua Arte peculiar e singular.
Ariano Suassuna. Uma teoria da arte rupestre. Anais do I Simpósio de Pré-História do
Nordeste Brasileiro. Recife: CNPq, UFPE, 1991, p. 127 (com adaptações).
De modo geral, a função da arte na história da humanidade foi sempre a mesma: criar a beleza.
Por que é que a gente nasce? Qual é o sentido da vida? A vida tem sentido? Deus existe? Deus não existe? A matéria é eterna? Por que nascemos? Por que morremos? Qual é a origem do Mal e do sofrimento? Por que é que, no momento em que nascemos, já estamos condenados à morte por um crime que não cometemos? A Arte é uma tentativa de resposta a essas indagações. Vejam bem: não é uma tentativa de explicação, como a da Ciência; é uma tentativa de, pela criação da Beleza artística, criar uma resposta ou uma contraproposta à Beleza e à Feiura naturais. A Arte, em qualquer tempo e em qualquer lugar, foi, e será sempre, uma daquelas tentativas de resposta que o Homem empreende perante o desafio do mundo, o enigma do Universo, o segredo da Vida e da Morte. O que pode variar — e varia — é a maneira de cada comunidade enfrentar esses problemas e realizar sua Arte peculiar e singular.
Ariano Suassuna. Uma teoria da arte rupestre. Anais do I Simpósio de Pré-História do
Nordeste Brasileiro. Recife: CNPq, UFPE, 1991, p. 127 (com adaptações).
Infere-se do texto que, para seu autor, a arte e o pensamento são indissociáveis, já que, por meio da arte, é possível tentar responder às questões do pensamento.
Luigi Pareyson, filósofo italiano, desenvolveu uma importante teoria da arte, conhecida como “Teoria da Formatividade”. Sua ideia era superar dicotomias da natureza “forma-conteúdo” que predominavam no pensamento estético do Ocidente. Pode-se afirmar, em relação à Teoria da Formatividade:
“Representa amplo movimento de pensamento que dominou grande parte da cultura europeia, em suas manifestações filosóficas, políticas, pedagógicas, historiográficas e literárias, de cerca de 1840 até quase às vésperas da Primeira Guerra Mundial. A partir de Comte, existiu uma época de paz substancial na Europa. A revolução industrial mudou radicalmente o modo de vida na Europa e os entusiasmos se cristalizaram em torno da ideia de progresso humano e social irrefreável, já que, de agora em diante, possuíam-se os instrumentos para a solução de todos os problemas. Para o pensamento da época, esses instrumentos eram sobretudo a ciência e suas aplicações na indústria, bem como o livre intercâmbio e a educação. Assim, acreditava-se no primado da ciência.”
(REALE, Giovanni. História da Filosofia. V 3. Paulus, 1990, p. 295-7.)
A afirmativa anterior refere-se ao movimento:
I. Compreensão da importância das questões acerca do sentido e da significação da própria existência e das produções culturais. II. Percepção da integração necessária entre a filosofia e a produção científica, artística, bem como com o agir pessoal e político. III. Capacitação para um modo especificamente filosófico de formular e propor soluções a problemas, nos diversos campos do conhecimento. IV. Capacidade para análise, interpretação e comentário de textos teóricos, segundo os mais rigorosos procedimentos de técnica hermenêutica.
Quais estão corretas?
“A ciência desconfia da veracidade de nossas certezas, de nossa adesão imediata às coisas, da ausência de crítica e da falta de curiosidade. Por isto, onde vemos coisas, fatos e acontecimentos, a atitude científica vê problemas e obstáculos, aparências que precisam ser explicadas e, em certos casos, afastadas”.
NÃO corresponde às características gerais do conhecimento científico:
(...) E na introdução à dialética transcendental, Kant diz: “Verdade ou aparência não se encontram no objeto na medida em que ele se dá na intuição e sim no juízo a seu respeito, na medida em que é pensado.”
A caracterização da verdade como “concordância”, adequatio, omoiosis, é, de certo, por demais vazia e universal. (...)
(HEIDEGGER, Martin. Ser e tempo, § 44, b). In: MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009, p.156.)
A partir do trecho da obra Ser e tempo de Heidegger, pode ser afirmado que
I- Manter-se-á a continuidade da vertente que se iniciou com a “ intenção de ruptura “.
II- Uma vertente de caria tecnocrático, herdeira da “perspectiva modernizadora“, mas renovada pelo neoliberalismo e reciclada por outras teorias sistêmico-organizacionais.
III- Desenvolvimento da vertente neoconservadora, inspirada na epistemologia pós-moderna.
IV- Vertentes que propagam a desqualificação da teorização sistemática, pautada num anticapitalismo romântico, de glorificação do saber popular e apelo aos valores de solidariedade.
Os PCNs para o Ensino Médio definem como competências e habilidades para o ensino de filosofia
1.º) Representação e comunicação:
• ler textos filosóficos de modo significativo;
• ler de modo filosófico textos de diferentes estruturas e registros;
• elaborar por escrito o que foi apropriado de modo reflexivo;
• debater, tomando uma posição, defendendo-a argumentativamente e mudando de posição em face de argumentos mais consistentes.
2.º) Investigação e compreensão:
• articular conhecimentos filosóficos e diferentes conteúdos e modos discursivos nas ciências naturais e humanas, nas artes e em outras produções culturais.
3.º) Contextualização sociocultural:
• contextualizar conhecimentos filosóficos, tanto no plano de sua origem específica quanto em outros planos: o pessoal-biográfico; o entorno sociopolítico, histórico e cultural; o horizonte da sociedade científico-tecnológica.