Questões de Concurso
Sobre filosofia da cultura em filosofia
Foram encontradas 198 questões
(__)O conceito de arte pode ser compreendido dentro da perspectiva marxista como um tipo de trabalho, ou seja, como uma atividade humana transformadora. Segundo Karl Marx, o trabalho é a atividade fundamental pela qual o ser humano se relaciona com a natureza, transformando-a para satisfazer suas necessidades.
(__)Filósofos como Theodor Adorno e Herbert Marcuse, da Escola de Frankfurt, discutem como a arte pode ser uma ferramenta de resistência contra a alienação e a reificação impostas pelo capitalismo.
(__)Autores como Friedrich Nietzsche discutem a dimensão estética da vida humana como algo que transcende a mera reprodução da realidade. Para Nietzsche, a arte possui um caráter afirmativo da vida, mesmo em suas dimensões mais trágicas.
A sequência CORRETA é:
A respeito das discussões sobre estética filosófica, assinale a alternativa correta.
]Analise as alternativas abaixo e assinale a que apresenta uma afirmação correta.
Assim como o mito e a ciência são modos de organização da experiência humana – o primeiro baseado na emoção e o segundo na razão, também a arte vai aparecer no mundo humano como forma de organização, como modo de transformar a experiência vivida em objeto de conhecimento, desta vez através do sentimento. Osborne distingue seis princípios fundamentais que dominaram o ponto de vista renascentista no terreno da estética:
I- A arte é um ramo do conhecimento e, portanto, criação da inteligência.
II- A arte imita a natureza com a ajuda das ciências.
III- As artes plásticas e a literatura têm propósito de melhoria social e moral, aspirando ao ideal.
IV- A beleza é uma propriedade objetiva das coisas e consiste em ordem, harmonia, proporção, adequação. A harmonia expressa-se matematicamente.
V- As artes alcançaram a perfeição na Idade Média.
VI- As artes estão sujeitas a regras de perfeição racionalmente apreensíveis, que podem ser formuladas e ensinadas com precisão. Aprendemo-las pelo estudo das obras da Idade Moderna.
Pode-se afirmar que não são verdadeiras as proposições:
Estamos tão acostumados ao “copiar e colar” do computador que nem nos damos mais conta de que determinadas obras de arte podiam ser únicas; a própria ideia de algo único desaparece quando tudo pode ser reproduzido infinitamente. Em quantas redes sociais você pode publicar as selfies que produz? Inúmeras, não é mesmo? Além delas, você pode postar suas fotos em blogs e sites, pode mandá-las por e-mail ou por aplicativos de mensagens instantâneas e, em pouquíssimo tempo, elas estarão em diversos lugares. Mas qual delas é a original? O fato de serem cópias idênticas impede que possamos eleger alguma como “original”.
(VALENTE, 1993.)
Pensadores alemães de origem judaica e inspiração marxista e da psicanálise juntaram-se para fundar o instituto de pesquisa que deu origem à Escola de Frankfurt. Dentre eles estão Theodor Adorno e Walter Benjamin, dentre outros. Esses dois filósofos especificamente:
Nós começamos pelo belo como tal. E esta ideia que é una, ir-se-á diferenciando, particularizando, a partir de si própria irá originando a variedade, a multiplicidade, as diferenças, as múltiplas e diversas formas e figuras da arte que, então, se vêm a apresentar como produções necessárias.
(HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Fenomenologia do Espírito. Petrópolis: Vozes, 1992.)
Principal representante do idealismo alemão, Georg Wilhelm Friedrich Hegel nasceu em 27 de agosto de 1770. É autor de uma obra rica e profunda que aborda dentro de si uma gama enorme de assuntos, tais como a consciência, a ética, a política, a estética, a religião e a história. Sobre a arte, especificamente, ele afirma que:
Qual alternativa NÃO preenche, corretamente, a lacuna?
Benjamin e Adorno divergem em pontos importantes, principalmente nos conceitos que elaboram para refletir sobre a arte. Benjamin usa o famoso conceito de “reprodutibilidade técnica” no texto “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” (...). Anos depois, Adorno, influenciado pela leitura do ensaio de Benjamin, escreve “A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas” como um capítulo pertencente à Dialética do Esclarecimento, obra escrita em parceria com Horkheimer.
ABREU, Wesley Carlos. Benjamin e Adorno: um debate sobre a arte no
século XX. In: Cadernos Walter Benjamin, caderno 11, 2013, pp. 118-119,
com adaptações. Disponível em:
Benjamin e Adorno divergem em pontos importantes, principalmente nos conceitos que elaboram para refletir sobre a arte. Benjamin usa o famoso conceito de “reprodutibilidade técnica” no texto “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” (...). Anos depois, Adorno, influenciado pela leitura do ensaio de Benjamin, escreve “A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas” como um capítulo pertencente à Dialética do Esclarecimento, obra escrita em parceria com Horkheimer.
ABREU, Wesley Carlos. Benjamin e Adorno: um debate sobre a arte no
século XX. In: Cadernos Walter Benjamin, caderno 11, 2013, pp. 118-119,
com adaptações. Disponível em:
Benjamin e Adorno divergem em pontos importantes, principalmente nos conceitos que elaboram para refletir sobre a arte. Benjamin usa o famoso conceito de “reprodutibilidade técnica” no texto “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica” (...). Anos depois, Adorno, influenciado pela leitura do ensaio de Benjamin, escreve “A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas” como um capítulo pertencente à Dialética do Esclarecimento, obra escrita em parceria com Horkheimer.
ABREU, Wesley Carlos. Benjamin e Adorno: um debate sobre a arte no
século XX. In: Cadernos Walter Benjamin, caderno 11, 2013, pp. 118-119,
com adaptações. Disponível em:
ROQUE, Tatiana. O negacionismo no poder. Como fazer frente ao ceticismo que atinge a ciência e a política. Revista Piauí, n. 161, fev. 2020.
Considerando os elementos mobilizados no texto de Roque, assinale a alternativa que apresenta uma medida que, se implementada, aumentaria a confiança da população no discurso científico.
I. O fato de o Estado ser laico significa que as crenças religiosas não têm influência política.
II. Entre os movimentos sociais, os movimentos religiosos exercem, certamente, grandes influências na sociedade, gerando, inexoravelmente, consequências políticas.
III. Existem tanto leis regulatórias de atividades quanto leis relacionadas a costumes e fatos sociais. As religiões também regulam e tratam dos costumes e das ações dos indivíduos.
Estão CORRETOS: