Questões de Concurso
Sobre a metafísica de aristóteles em filosofia
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Ainda não foi criada uma filosofia natural pura. As existentes acham-se infectadas e corrompidas: na escola de Aristóteles, pela lógica; na escola de Platão, pela teologia natural; na segunda escola de Platão, a de Proclo e outros, pela matemática, a quem cabe rematar a filosofia e não engendrar ou produzir a filosofia natural.
Francis Bacon. Novum Organum.
Tendo o fragmento de texto precedente como referência inicial, julgue o item subsequente, de acordo com a filosofia de Francis Bacon.
Na sua crítica a Aristóteles, Bacon defende o abandono da
busca de causas finais para o estudo da natureza, sem exceção.
Ainda não foi criada uma filosofia natural pura. As existentes acham-se infectadas e corrompidas: na escola de Aristóteles, pela lógica; na escola de Platão, pela teologia natural; na segunda escola de Platão, a de Proclo e outros, pela matemática, a quem cabe rematar a filosofia e não engendrar ou produzir a filosofia natural.
Francis Bacon. Novum Organum.
Tendo o fragmento de texto precedente como referência inicial, julgue o item subsequente, de acordo com a filosofia de Francis Bacon.
Francis Bacon, especialmente na obra apresentada, enfatiza
a importância do método experimental no estudo da natureza.
Mas é natural que tais amizades não sejam muito frequentes, pois que tais homens são raros. Acresce que uma amizade dessa espécie exige tempo e familiaridade. Como diz o provérbio, os homens não podem conhecer-se mutuamente enquanto não houverem “provado sal juntos”; e tampouco podem aceitar um ao outro como amigos enquanto cada um não parecer estimável ao outro e este não depositar confiança nele. Os que não tardam a mostrar mutuamente sinais de amizade desejam ser amigos, mas não o são a menos que ambos sejam estimáveis e o saibam; porque o desejo da amizade pode surgir depressa, mas a amizade não.
Aristóteles. Ética a Nicômaco. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 382 (com adaptações)
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item a seguir, acerca da relação entre ética e felicidade na filosofia aristotélica.
De acordo com Aristóteles, toda amizade gera felicidade.
Mas é natural que tais amizades não sejam muito frequentes, pois que tais homens são raros. Acresce que uma amizade dessa espécie exige tempo e familiaridade. Como diz o provérbio, os homens não podem conhecer-se mutuamente enquanto não houverem “provado sal juntos”; e tampouco podem aceitar um ao outro como amigos enquanto cada um não parecer estimável ao outro e este não depositar confiança nele. Os que não tardam a mostrar mutuamente sinais de amizade desejam ser amigos, mas não o são a menos que ambos sejam estimáveis e o saibam; porque o desejo da amizade pode surgir depressa, mas a amizade não.
Aristóteles. Ética a Nicômaco. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 382 (com adaptações)
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item a seguir, acerca da relação entre ética e felicidade na filosofia aristotélica.
Para Aristóteles, a vida política é guiada pelo prazer do
reconhecimento e a ação no campo político é suficiente
para conduzir o homem à felicidade.
Mas é natural que tais amizades não sejam muito frequentes, pois que tais homens são raros. Acresce que uma amizade dessa espécie exige tempo e familiaridade. Como diz o provérbio, os homens não podem conhecer-se mutuamente enquanto não houverem “provado sal juntos”; e tampouco podem aceitar um ao outro como amigos enquanto cada um não parecer estimável ao outro e este não depositar confiança nele. Os que não tardam a mostrar mutuamente sinais de amizade desejam ser amigos, mas não o são a menos que ambos sejam estimáveis e o saibam; porque o desejo da amizade pode surgir depressa, mas a amizade não.
Aristóteles. Ética a Nicômaco. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 382 (com adaptações)
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item a seguir, acerca da relação entre ética e felicidade na filosofia aristotélica.
Segundo Aristóteles, a felicidade independe da interveniência
das virtudes, devendo ser um objetivo em si mesma.
Mas é natural que tais amizades não sejam muito frequentes, pois que tais homens são raros. Acresce que uma amizade dessa espécie exige tempo e familiaridade. Como diz o provérbio, os homens não podem conhecer-se mutuamente enquanto não houverem “provado sal juntos”; e tampouco podem aceitar um ao outro como amigos enquanto cada um não parecer estimável ao outro e este não depositar confiança nele. Os que não tardam a mostrar mutuamente sinais de amizade desejam ser amigos, mas não o são a menos que ambos sejam estimáveis e o saibam; porque o desejo da amizade pode surgir depressa, mas a amizade não.
Aristóteles. Ética a Nicômaco. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 382 (com adaptações)
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item a seguir, acerca da relação entre ética e felicidade na filosofia aristotélica.
Com a expressão “provado sal juntos”, Aristóteles refere-se
à ética que constitui os laços de amizade, explicitando
a importância da convivência para a formação da amizade.
É correto afirmar:
Chaui (2005) afirma que Aristóteles considerava o ponto mais alto da Filosofia, a metafisica e a teologia, de onde se derivam todos os outros conhecimentos. Afirma também, que a partir daí, definiu-se o grande campo da investigação filosófica que se desdobrou, até o século XIX, em 3 aspectos: o da ontologia, o dos valores e o epistemológico.
Levando-se em conta o que é dito pela autora, os campos de investigação da Filosofia derivados da posição aristotélica são os conhecimentos
Texto 1 –
A questão é que nenhum deus persegue a sabedoria ou deseja tornar-se sábio, pois já o é; e ninguém mais que seja sábio persegue a sabedoria. Nem o ignorante persegue a sabedoria ou deseja ser sábio(...). O homem que não se sente deficiente não deseja aquilo de que não sente deficiência. (...)[A] necessidade de Amor tem que ser amiga da sabedoria e, como tal, deve situar-se entre o sábio e o ignorante.
(PLATÃO, O Banquete. In: MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, p.28)
Texto 2 –
É pela indagação que os homens começam agora e começaram originalmente a filosofar (...). Ora, quem indaga e está perplexo sente-se ignorante (...) de modo que, se foi para escapar à ignorância que os homens estudaram filosofia, é óbvio que procuraram a ciência pelo conhecimento e não por qualquer utilidade prática.
(ARISTÓTELES, Metafísica. In: MARCONDES, Danilo. Textos básicos de filosofia.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, pp. 50-51)
Tendo como base apenas os trechos citados, considere as seguintes afirmações:
I. Para ambos os autores, a filosofia demanda uma necessidade de conhecer.
II. De acordo com texto 1, sentir-se ignorante não é próprio do ignorante nem do sábio.
III. Para Platão a filosofia tem a mesma natureza divina que Eros.
IV. Aristóteles supõe que o ser humano possui a necessidade prática de conhecer.
São afirmações corretas apenas
É pois a Tragédia imitação de uma ação de caráter elevado, completa e de certa extensão, em linguagem ornamentada e com as várias espécies de ornamentos distribuídas pelas diversas partes [do drama], [imitação que se efetua] não por narrativa, mas mediante atores, e que suscitando o “terror e a piedade, tem por efeito a purificação dessas emoções”.
(ARISTÓTELES. Poética (Capítulo VI). In: DUARTE, Rodrigo (org.). O belo autônomo: textos clássicos de estética. Belo Horizonte: Autêntica, 2012. p. 37.)
Segundo o pensamento aristotélico, é correto afirmar que a Tragédia
De acordo com Aristóteles, a retórica parece ser capaz de descobrir os meios de persuasão relativos a dado assunto, possibilitando determinar quais são os meios de persuasão mais adequados a cada caso.