Questões de Concurso Sobre engenharia florestal
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Sobre Áreas degradas e Planos de Recuperação de Áreas Degradadas (PRADs) é correto afirmar:
I. Uma área degradada é aquela que, após ter sofrido um intenso distúrbio, perde sua integridade física, química ou biológica, ficando incapacitada de se regenerar naturalmente.
II. Degradação é o processo resultante de danos ao meio ambiente, pelos quais se perdem ou se reduzem algumas de suas propriedades, tais como a qualidade ou capacidade produtiva dos recursos ambientais; enquanto que recuperação é a reversão de uma condição degradada para uma condição não degradada, independentemente de seu estado original e de sua destinação futura, de forma a restabelecer as condições de equilíbrio e sustentabilidade anteriormente existentes em um ecossistema natural de forma a recompor a frequência das espécies encontradas originalmente no local.
III. Um PRAD engloba um conjunto de técnicas que mitigam o impacto ambiental provocado por atividades, os órgãos ambientais, normalmente solicitam-no como requisito de processos de licenciamento de atividades e/ou como compensação por danos causados ao meio ambiente.
IV. A recuperação de áreas degradadas é definida como a elaboração e execução, por uma equipe multidisciplinar, de um conjunto de ações que tem por finalidade promover o restabelecimento de condições de equilíbrio e sustentabilidade existentes anteriormente em um ecossistema, de modo a ter uma abordagem técnica através do conhecimento de vários responsáveis com diferentes especializações.
V. O PRAD deverá reunir informações, diagnósticos, levantamentos e estudos que permitam a avaliação da degradação ou alteração e a consequente definição de medidas adequadas à recuperação da área, em conformidade com as especificações dos Termos de Referência constantes nos anexos da Instrução Normativa do IBAMA nº 13 de abril de 2011.
As medidas mitigadoras para o impacto ambiental negativo causado por ruídos e vibrações — que ocorrem, por exemplo, durante a terraplenagem, a remoção de rocha e a extração de minerais — incluem elaborar um plano de fogo adequado e recuperar áreas degradadas.
( ) Aumentar a sua conservação ou a estabilidade com resultante redução nas perdas de alimentos.
( ) Manter ou melhorar o seu valor nutritivo.
( ) Tornar o alimento mais atrativo ao consumidor, porém sem levá-lo a uma confusão.
( ) Fornecer condições essenciais ao processamento do alimento.
( ) Encobrir alteração na matéria-prima do produto elaborado
Analise as alternativas e marque, de cima para baixo, (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.
Coluna 1
1. Fase I – do plantio à emergência das hastes.
2. Fase II – intervalo entre a emergência das hastes e o início da tuberização.
3. Fase III – intervalo entre o início da tuberização e o máximo desenvolvimento vegetativo.
4. Fase IV – do máximo desenvolvimento vegetativo à senescência natural da planta.
Coluna 2
( ) Alta disponibilidade de nutrientes e água pode ser prejudicial nessa fase.
( ) Máxima absorção de nutrientes e exigência de água. Fase em que pode ocorre o florescimento das plantas, dependendo das condições agroclimáticas.
( ) Verifica-se altas taxas de aumento na massa dos tubérculos, enquanto a parte aérea das plantas estiverem ativas.
( ) No final dessa fase, deve-se realizar a adubação de cobertura seguida pela prática da amontoa.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) A eliminação da palha pela ação decompositora dos microrganismos do solo permite a eliminação dos patógenos que não produzem estruturas de repouso ou dormência, como clamidósporos e esclerócitos.
( ) Consiste na alternância de cultivo de espécies vegetais não suscetíveis aos patógenos do trigo, num mesmo local da lavoura, na mesma estação de cultivo.
( ) Os princípios de controle de doenças pela rotação de culturas baseiam-se na supressão do hospedeiro e no desenvolvimento da supressividade do solo, expondo os fungos à alta competição com a microbiota do solo.
( ) O trigo só poderá ser cultivado na mesma área após a decomposição completa dos seus restos culturais, eliminando a fase biotrófica de fungos causadores de doenças.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. A dispersão das sementes pode dar-se pelo vento - anemocoria, quando se tratar de sementes pequenas e leves, como as de Jacarandá e as das espécies dos gêneros Grevilea e Tabebuia. Também as sementes que possuem estruturas aladas que auxiliam ou prolongam a distância de voo, como as espécies dos gêneros Casuarina, Cedrela, Pinus e Pterocarpus, são disseminadas pelo vento. II. A dispersão por animais – zoocoria, pode ser observada para as espécies palmito (Euterpe edulis), palmeiras, Inga e Araucária angustifolia. III. A água também funciona como agente dispersor para as espécies que margeiam os rios, como acontece com Genipa americana e Ingá spp, entre outras. Em terrenos com declive acentuado, os frutos grandes e pesados podem se deslocar por gravidade. Em terrenos de menor declividade, estes frutos caem próximos da árvore matriz, onde tendem a permanecer, facilitando assim sua colheita.