Questões de Concurso
Sobre avaliação de impacto ambiental em engenharia florestal
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Julgue o item que se segue, de acordo com as disposições da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei n.º 15.190/2025), da Resolução CONAMA n.º 357/2005 e do Código Florestal.
Em relação a empreendimentos ferroviários considerados de significativo impacto ambiental, a Lei Geral do Licenciamento Ambiental permite a substituição do estudo de impacto ambiental por relatório ambiental simplificado, desde que na obra sejam utilizados biossólidos na recuperação de taludes.
I. Indicadores ambientais são utilizados para monitorar e avaliar alterações no meio ambiente, auxiliando na tomada de decisão durante o licenciamento.
II. A avaliação de impactos ambientais tem como objetivo identificar, prever e interpretar os efeitos de um empreendimento sobre o meio ambiente.
III. O uso de indicadores ambientais é dispensável quando há elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (EIA), pois este já contempla todas as variáveis ambientais.
IV. A AIA subsidia o processo de licenciamento ambiental, contribuindo para a definição de medidas mitigadoras e compensatórias.
Assinale a opção CORRETA:
Sobre esse tema, assinale a opção correta.
I. Escolher espécies exóticas de rápido crescimento para a arborização urbana pode gerar benefícios imediatos, como sombreamento rápido e redução da temperatura local, mas, ao longo do tempo, essas espécies podem comprometer a biodiversidade local, reduzir a resiliência ecológica e gerar problemas de adaptação ao ambiente urbano. As espécies exóticas podem, ainda, se tornar invasoras, alterando a dinâmica dos ecossistemas urbanos.
II. Realizar podas de formação em árvores jovens com o objetivo de garantir a boa estruturação das copas é benéfica para a saúde das árvores e para a segurança pública, evitando o risco de queda de galhos. No entanto, a realização de podas drásticas em árvores adultas durante o pico de crescimento pode resultar em estresse fisiológico, reduzir a capacidade de absorção de CO2 e aumentar a suscetibilidade a pragas e doenças, além de prejudicar a estética e funcionalidade das árvores.
III. Planejar a arborização de maneira multifuncional, escolhendo espécies com características adaptadas a diferentes funções, como controle de erosão, purificação do ar e promoção do bem-estar psicológico da população, pode aumentar a resiliência das cidades frente aos desafios das mudanças climáticas. Além disso, envolver a comunidade local no processo de escolha das espécies contribui para a aceitação social e o comprometimento com a manutenção das árvores.