Questões de Concurso Sobre engenharia aeronáutica
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É compulsória a apresentação do plano de voo nas seguintes situações: antes da partida de aeródromo provido de órgão ATS; antes da partida de determinados aeródromos desprovidos de órgão ATS, de acordo com os procedimentos estabelecidos em publicação específica; imediatamente após a partida de aeródromo desprovido de órgão ATS, caso a aeronave disponha de equipamento capaz de estabelecer comunicação com órgão ATS e não esteja estabelecida, em publicação específica, a obrigação de realizá-lo antes da partida; e sempre em caso de voo através de fronteiras internacionais.
Se, por alguma razão, o pouso for realizado em aeródromo que não seja o de destino declarado no plano de voo e que não disponha de órgão ATS, o piloto deverá transmitir a informação de chegada, composta por dados como identificação da aeronave, aeródromo de partida, aeródromo de destino, aeródromo de chegada e hora de chegada, por qualquer meio de comunicação disponível (radiotelefonia da aeronave ou de outra, telefone, radioamador etc.) a um órgão ATS.
Antes de realizar um voo, deve-se verificar se o avião possui combustível de contingência, que consiste na quantidade de combustível necessária para se realizar um voo cuja duração seja igual a 10% do tempo de voo entre o aeroporto de destino e o de alternativa.
A existência do planejamento de voo simplificado deverá ser verificada com todas as tabelas preparadas para as diferentes etapas do voo, como subida, cruzeiro e descida.
Entre os vários aspectos que devem ser considerados durante a subida de uma aeronave, o mais importante é a segurança, seguido das considerações econômicas.
Na trajetória de decolagem para ultrapassar um obstáculo (obstacle limit), calcula-se a net flight path de voo apenas para aumentar as margens de segurança.
Regimes de cruzeiro de longo alcance, quando comparados a regimes de cruzeiro de máximo alcance, apresentam alcance específico menor e velocidade de voo maior.
Quando a aeronave atinge o 2.º segmento de decolagem, recolhe-se o flap e, mantendo-se um gradiente positivo, aumenta-se a velocidade para, aproximadamente, 1,25 Vs.
O emprego do flap durante a decolagem diminuirá as velocidades de rotação e de lift off e de decolagem.
A trajetória de decolagem inicia-se após a aeronave atingir 35 pés de altura e encerra-se no momento em que atinge 1000 pés de altura sobre a pista.
A soma do peso operacional de uma aeronave com a carga paga equivale ao peso zero combustível.
Carga paga é igual à soma do peso dos passageiros (considerando 75 kg por passageiro, incluindo bagagem de mão) com o peso das bagagens (despachadas no check in) mais o peso da carga (indicada no manifesto de carga) e o peso de malotes de correio aéreo.
A carga útil é igual à soma da carga paga com o peso do combustível de decolagem.
Fissuras, trincas ou mesmo rupturas de partes da aeronave causadas por peso e fatores de carga acima dos valores previstos em seu projeto são exemplos de deformações permanentes que acometem a estrutura do avião.
Os principais pesos estruturais de um avião são o peso máximo estrutural de decolagem (PMED), o peso máximo estrutural de pouso (PMEP) e o peso máximo zero combustível (PMZC).
Se o PMZC for ultrapassado, ocorrerão esforços excessivos na fuselagem da aeronave.
Em algumas aeronaves, o PMZC é o fator limitador para o máximo de carga que poderá ser transportado.
Em operações com sobrecarga, o PCN poderá ser aumentado, sem prejuízo ao pavimento, em 10%, no caso de pavimentos flexíveis, e em 5% para pavimentos rígidos.
No processo de improved climb, aumentam-se as velocidades V1 e VR, enquanto a velocidade V2 permanece inalterada.
É possível empregar o improved climb performance para aumentar o peso de decolagem, desde que o peso máximo de performance seja limitado pela pista.