Questões de Concurso
Sobre urgência e emergência em enfermagem
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A-Recomendamos que leigos iniciem a RCP para uma suposta PCR, pois o risco de dano ao paciente é baixo se o paciente não estiver em PCR.
B- Os socorristas leigos não devem verificar o pulso e devem presumir a ocorrência de uma PCR se um adulto desmaiar de repente ou uma vítima que não responde não estiver respirando normalmente.
C- Pode ser aconselhável usar dispositivos de feedback audiovisual durante a RCP para otimização em tempo real do desempenho da RCP.
D- É aconselhável para os profissionais tentarem, primeiro, estabelecer o acesso IV para administração de medicamento em PCR
Luxação é uma lesão comum aos atletas, assinale a alternativa que indica corretamente o que a lesão causa além de dores, sobre as características desta lesão analise as afirmativas a seguir.
I - Deslocamento da articulação
II – Pode lesionar nervos e tendões devido ao deslocamento da articulação.
III – Ruptura do osso coberto pelos tendões.
IV – Pode ocasionar perda da capacidade funcional
Está correto o que se diz em:
É importante o profissional da equipe de enfermagem conhecer os aspectos que necessita observar, em relação a um pós-episódio de Parada Cardiorrespiratória (PCR) em criança. Entre os vários componentes que existem na lista de verificação de cuidados pós-PCR pediátrica, alguns são relacionados à oxigenação/ventilação; à monitorização hemodinâmica; ao controle da temperatura; aos eletrólitos e à glicose.
Sob a supervisão do Enfermeiro, quais procedimentos o Técnico em Enfermagem deve realizar na assistência de uma criança pós-PCR?
O profissional de saúde deve saber o que fazer, no momento em que se depara com uma Parada Cardiorrespiratória (PCR), mesmo fora do ambiente hospitalar. A PCR é um dos problemas mais graves de saúde e caracteriza-se pela ausência de atividade mecânica cardíaca efetiva, confirmada por ausência de pulso, juntamente com falha na mecânica ventilatória. Na Parada Cardiorrespiratória Extra-Hospitalar (PCREH), em relação ao suporte básico e avançado de vida para adultos, a American Heart Association (AHA) recomenda o seguimento de uma sequência de atitudes.
Qual é a cadeia de sobrevivência da AHA para PCREH para adultos?
O profissional de saúde precisa saber o que fazer, no momento em que se depara com uma Parada Cardiorrespiratória (PCR). Este é um dos problemas mais graves de saúde e caracteriza-se pela ausência de atividade mecânica cardíaca efetiva, confirmada por ausência de pulso, juntamente com falha na mecânica ventilatória. Na Parada Cardiorrespiratória Intra-Hospitalar (PCRIH), em relação ao suporte básico e avançado de vida para adultos, a American Heart Association (AHA), recomenda que deve ser seguida uma sequência de atitudes.
Diante do exposto, o que o profissional de saúde deve fazer na PCRIH?
Assinale a alternativa que apresenta o choque caracterizado pela perfusão inadequada de órgãos, geralmente causada pela perda aguda de volume do líquido extracelular, ou seja, intravascular, com diminuição das pressões e volumes de enchimento diastólico:
( ) Quando a transferência de oxigênio é inadequada para atender às demandas teciduais do organismo, as células utilizam o metabolismo anaeróbico para a produção de energia, gerando o ácido lático.
( ) Os fatores determinantes do choque são o débito cardíaco, frequência cardíaca, pré-carga, contratilidade e pós-carga, sendo o débito cardíaco o volume de sangue ejetado pelo coração, por minuto.
( ) Entende-se por pré-carga a resistência à ejeção de sangue pelo ventrículo, determinada pela resistência vascular sistêmica, e por pós-carga, o volume de sangue presente no ventrículo ao final da diástole, dependendo do estiramento das fibras cardíacas.
( ) O choque é uma síndrome caracterizada por estágios que correspondem às alterações fisiológicas e manifestações do organismo frente à hiopoperfusão tecidual. Pode-se dividir o quadro em três estágios: choque compensado, choque descompensado e síndrome de disfunção de múltiplos órgãos.
( ) A síndrome de disfunção de múltiplos órgãos pode ser avaliada por escores que pontuam alterações fisiológicas, laboratoriais e a necessidade de suporte terapêutico, sendo um deles o escore SOFA, que é caracterizado como escore de avaliação da falência sequencial de órgãos.