Questões de Concurso Comentadas sobre saúde mental em enfermagem

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Q1720890 Enfermagem
Durante a entrevista com uma paciente portadora de depressão, o enfermeiro colocou em sua evolução, a presença de uma postura suspicaz. Esse tipo de postura pode ser descrita da seguinte forma:
Alternativas
Q1720789 Enfermagem

Leia o caso clínico, abaixo, para responder a questão: 


M.Z.G, sexo masculino, 6 meses. A mãe refere que a criança apresenta febre alta há 10 dias de 39º a 40º, associado à tosse seca esporádica e coriza hialina. Há 6 dias, febre persistente e alta, melhorando, temporariamente, com a medicação. A criança passou a apresentar vômitos, diversas vezes ao dia, contendo leite, sem sangue, além de diarreia (cerca de 7 evacuações ao dia), com fezes líquidas, amareladas, sem muco ou sangue. Relatou, ainda, extrema irritabilidade à mobilização da cabeça durante o banho. Há dois dias, houve melhora da diarreia, porém persistência da febre alta e vômitos.

EXAME FÍSICO

O lactente apresenta-se choroso, hipocorado (2+/4+), desidratado (2+/4+), acianótico, anictérico, febril ao toque, taquipneico, BNF sem sopros, RCR, em 2T. FC = 160 bpm; AR = MV+, com estertores bilaterais. FR=72 ipm; Abdome globoso, Rh+, flácido. Palpação dificultada pelo choro. Boa perfusão periférica, sem edemas. Oroscopia: monilíase oral. SNC: fontanela anterior normotensa, 2 polpas digitais. Dor ao fletir o pescoço.

HD: meningite meningocócica.

Durante o exame físico, a enfermeira de plantão, realiza a flexão da perna da criança sobre a coxa e desta sobre a bacia ao se elevar o tronco quando em decúbito dorsal, em busca do sinal de: 
Alternativas
Q1720759 Enfermagem
A hidrocefalia é um processo dinâmico que resulta em um aumento progressivo do volume ventricular em razão de uma obstrução relativa ou completa entre os locais de produção e absorção do LCR ou, muito menos comumente, produção excessiva. Analise as afirmativas a seguir e marque-as com V para verdadeira e F para falsa:
( ) Fontanela abaulada e maior que o normal com separação de suturas pode caracterizar a hidrocefalia. ( ) Sonolência excessiva, irritação e olho de sol poente são características de hidrocefalia. ( ) A hidrocefalia se apresenta sem malformações associadas. ( ) A hidrocefalia está dividida em comunicante (obstrutiva) e não comunicante (não obstrutiva).
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q1720758 Enfermagem
É uma afecção heredodegenerativa (isto é, herdada geneticamente e progressiva) do sistema nervoso central, cujos sintomas são causados pela perda marcante de células em uma parte do cérebro denominada gânglios da base. O texto refere-se à:
Alternativas
Q1713082 Enfermagem
A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo


Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).


O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades estão relacionados aos comportamentos rotineiros, hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais, demonstração de interesse fixo em intensidade ou foco e outros comportamentos (American Psychiatric Association, 2014)

Gillet (2014) afirma que crianças com TEA apresentam alterações neuropsicológicas, manifestando-se em comportamentos característicos, consoante a área do cérebro afetada. Cody, Pelphrey e Piven (2002) se referem à existência de anormalidades anatómicas ao nível do córtex cerebral, sistema ventricular e o cerebelo em indivíduos com TEA. Segundo Rossingnol e Rossingnol (2006), as crianças com TEA têm apresentado níveis aumentados de neuroinflamação, alteração dos níveis de citocinas e stress oxidativo, pelo que a OHB pode contribuir para a reversão dessas alterações melhorando os sintomas do TEA.

A oxigenoterapia hiperbárica (OHB) consiste em providenciar Oxigênio (O2) a concentrações superiores a 21%, sob aumento de pressão (Atmospheres absolutes - ATA), com o objetivo de melhorar a hipoperfusão e inflamação dos tecidos. Os efeitos da OHB nos órgãos e tecidos do organismo são multifacetados. Nessas condições, o O2 comporta-se como uma droga, provocando o aumento do metabolismo. A OHB tem sido utilizada em múltiplas patologias, nomeadamente nos Acidentes Vasculares Cerebrais (Singhal, 2007), nas paralisias cerebrais (Collet et al, 2001), no auxílio do tratamento de feridas, em caso de intoxicação com monóxido de carbono, surdez súbita (Undersea and Hyperbaric Medical Society, 2014), traumatismo craniano (Rockswold, Rockswold, & Defillo, 2007), esclerose múltipla (Bennett & Heard, 2004) e outras situações.


(FERREIRA, Luís et al. La oxigenoterapia hiperbárica como tratamiento adyuvante en el trastorno del espectro autista. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, Porto, n. 15, p. 37-44, jun. 2016.) 
Leia o texto 'A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que a oxigenoterapia hiperbárica contribui para o aumento da taxa de ozônio nos órgãos e tecidos do organismo do indivíduo com transtorno do espectro do autismo, de modo a reduzir o tempo necessário para que esse paciente reverta o quadro de déficit causado pelo TEA.

II. Após a análise do texto, é possível inferir que, nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e nãoverbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713081 Enfermagem
A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo


Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).


O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades estão relacionados aos comportamentos rotineiros, hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais, demonstração de interesse fixo em intensidade ou foco e outros comportamentos (American Psychiatric Association, 2014)

Gillet (2014) afirma que crianças com TEA apresentam alterações neuropsicológicas, manifestando-se em comportamentos característicos, consoante a área do cérebro afetada. Cody, Pelphrey e Piven (2002) se referem à existência de anormalidades anatómicas ao nível do córtex cerebral, sistema ventricular e o cerebelo em indivíduos com TEA. Segundo Rossingnol e Rossingnol (2006), as crianças com TEA têm apresentado níveis aumentados de neuroinflamação, alteração dos níveis de citocinas e stress oxidativo, pelo que a OHB pode contribuir para a reversão dessas alterações melhorando os sintomas do TEA.

A oxigenoterapia hiperbárica (OHB) consiste em providenciar Oxigênio (O2) a concentrações superiores a 21%, sob aumento de pressão (Atmospheres absolutes - ATA), com o objetivo de melhorar a hipoperfusão e inflamação dos tecidos. Os efeitos da OHB nos órgãos e tecidos do organismo são multifacetados. Nessas condições, o O2 comporta-se como uma droga, provocando o aumento do metabolismo. A OHB tem sido utilizada em múltiplas patologias, nomeadamente nos Acidentes Vasculares Cerebrais (Singhal, 2007), nas paralisias cerebrais (Collet et al, 2001), no auxílio do tratamento de feridas, em caso de intoxicação com monóxido de carbono, surdez súbita (Undersea and Hyperbaric Medical Society, 2014), traumatismo craniano (Rockswold, Rockswold, & Defillo, 2007), esclerose múltipla (Bennett & Heard, 2004) e outras situações.


(FERREIRA, Luís et al. La oxigenoterapia hiperbárica como tratamiento adyuvante en el trastorno del espectro autista. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, Porto, n. 15, p. 37-44, jun. 2016.) 
Leia o texto 'A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. A oxigenoterapia hiperbárica tem sido utilizada em múltiplas patologias, nomeadamente nos acidentes vasculares cerebrais, nas paralisias cerebrais, na tuberculose e no tratamento de queimaduras nos membros inferiores, como se pode perceber a partir da análise dos dados e informações do texto.

II. As informações presentes no texto permitem inferir que crianças com o transtorno do espectro do autismo apresentam alterações neuropsicológicas, manifestando-se em comportamentos característicos, consoante à área do cérebro afetada.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713080 Enfermagem
A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo


Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).


O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades estão relacionados aos comportamentos rotineiros, hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais, demonstração de interesse fixo em intensidade ou foco e outros comportamentos (American Psychiatric Association, 2014)

Gillet (2014) afirma que crianças com TEA apresentam alterações neuropsicológicas, manifestando-se em comportamentos característicos, consoante a área do cérebro afetada. Cody, Pelphrey e Piven (2002) se referem à existência de anormalidades anatómicas ao nível do córtex cerebral, sistema ventricular e o cerebelo em indivíduos com TEA. Segundo Rossingnol e Rossingnol (2006), as crianças com TEA têm apresentado níveis aumentados de neuroinflamação, alteração dos níveis de citocinas e stress oxidativo, pelo que a OHB pode contribuir para a reversão dessas alterações melhorando os sintomas do TEA.

A oxigenoterapia hiperbárica (OHB) consiste em providenciar Oxigênio (O2) a concentrações superiores a 21%, sob aumento de pressão (Atmospheres absolutes - ATA), com o objetivo de melhorar a hipoperfusão e inflamação dos tecidos. Os efeitos da OHB nos órgãos e tecidos do organismo são multifacetados. Nessas condições, o O2 comporta-se como uma droga, provocando o aumento do metabolismo. A OHB tem sido utilizada em múltiplas patologias, nomeadamente nos Acidentes Vasculares Cerebrais (Singhal, 2007), nas paralisias cerebrais (Collet et al, 2001), no auxílio do tratamento de feridas, em caso de intoxicação com monóxido de carbono, surdez súbita (Undersea and Hyperbaric Medical Society, 2014), traumatismo craniano (Rockswold, Rockswold, & Defillo, 2007), esclerose múltipla (Bennett & Heard, 2004) e outras situações.


(FERREIRA, Luís et al. La oxigenoterapia hiperbárica como tratamiento adyuvante en el trastorno del espectro autista. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, Porto, n. 15, p. 37-44, jun. 2016.) 
Leia o texto 'A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. Pesquisadores fazem referência à existência de anormalidades anatômicas ao nível do córtex cerebral, sistema ventricular e o cerebelo em indivíduos com o transtorno do espectro do autismo, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.

II. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que a oxigenoterapia hiperbárica consiste em providenciar Oxigênio a concentrações superiores a 0,21%, sob aumento de pressão, com o objetivo de melhorar a hipoperfusão e a inflamação dos tecidos.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713079 Enfermagem
A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo


Por FERREIRA, Luís et al. (trecho de artigo adaptado).


O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), segundo a classificação da DSM-5, insere-se nos Transtornos de Neurodesenvolvimento e se assenta em dois critérios fundamentais, os défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos e os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Nos défices persistentes na comunicação social e sua interação social em vários contextos, é incluída a comunicação verbal e não-verbal e a expressão de emoções, que se manifestam com maior ou menor intensidade. Os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades estão relacionados aos comportamentos rotineiros, hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais, demonstração de interesse fixo em intensidade ou foco e outros comportamentos (American Psychiatric Association, 2014)

Gillet (2014) afirma que crianças com TEA apresentam alterações neuropsicológicas, manifestando-se em comportamentos característicos, consoante a área do cérebro afetada. Cody, Pelphrey e Piven (2002) se referem à existência de anormalidades anatómicas ao nível do córtex cerebral, sistema ventricular e o cerebelo em indivíduos com TEA. Segundo Rossingnol e Rossingnol (2006), as crianças com TEA têm apresentado níveis aumentados de neuroinflamação, alteração dos níveis de citocinas e stress oxidativo, pelo que a OHB pode contribuir para a reversão dessas alterações melhorando os sintomas do TEA.

A oxigenoterapia hiperbárica (OHB) consiste em providenciar Oxigênio (O2) a concentrações superiores a 21%, sob aumento de pressão (Atmospheres absolutes - ATA), com o objetivo de melhorar a hipoperfusão e inflamação dos tecidos. Os efeitos da OHB nos órgãos e tecidos do organismo são multifacetados. Nessas condições, o O2 comporta-se como uma droga, provocando o aumento do metabolismo. A OHB tem sido utilizada em múltiplas patologias, nomeadamente nos Acidentes Vasculares Cerebrais (Singhal, 2007), nas paralisias cerebrais (Collet et al, 2001), no auxílio do tratamento de feridas, em caso de intoxicação com monóxido de carbono, surdez súbita (Undersea and Hyperbaric Medical Society, 2014), traumatismo craniano (Rockswold, Rockswold, & Defillo, 2007), esclerose múltipla (Bennett & Heard, 2004) e outras situações.


(FERREIRA, Luís et al. La oxigenoterapia hiperbárica como tratamiento adyuvante en el trastorno del espectro autista. Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, Porto, n. 15, p. 37-44, jun. 2016.) 
Leia o texto 'A oxigenoterapia hiperbárica como terapia complementar no tratamento do transtorno do espectro do autismo' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:

I. As informações presentes no texto permitem concluir que as crianças com o transtorno do espectro do autismo têm apresentado níveis aumentados de neuroinflamação, alteração dos níveis de citocinas e stress oxidativo, pelo que a oxigenoterapia hiperbárica pode contribuir para a reversão destas alterações melhorando os sintomas do TEA.

II. Após a análise do texto, é possível concluir que os padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades estão relacionados aos comportamentos rotineiros, hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais, demonstração de interesse fixo em intensidade ou foco e outros comportamentos.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1708079 Enfermagem
Conforme orientação do Ministério da Saúde, em relação ao acolhimento a demanda espontânea em casos de queixas de cefaleia, assinale a alternativa com sinais e sintomas de alerta do paciente com queixa de cefaleia:
Alternativas
Q1707374 Enfermagem
É um transtorno psiquiátrico que causa alteração do humor e possui características como tristeza profunda, baixa autoestima, dificuldade de concentração, perda do interesse e prazer nas atividades cotidianas, sensação de fadiga aumentada, distúrbios do sono e do apetite, planos ou ações suicidas. Esses atributos referem-se a:
Alternativas
Q1701674 Enfermagem
A Lei n° 10.216/2001, altera o modelo assistencial em saúde mental, criando foco na proteção das pessoas portadoras de transtornos mentais e na garantia dos respectivos direitos.
Quanto a essa legislação, julgue o item a seguir.
O paciente deve ter garantia de sigilo dos dados prestados, e a família ou rede de apoio devem receber o maior número de informações a respeito da doença e do tratamento, resguardando o paciente desse acesso.
Alternativas
Q1701673 Enfermagem
A Lei n° 10.216/2001, altera o modelo assistencial em saúde mental, criando foco na proteção das pessoas portadoras de transtornos mentais e na garantia dos respectivos direitos.
Quanto a essa legislação, julgue o item a seguir.
A pessoa portadora de transtorno mental tem direito de ser tratada em ambiente terapêutico pelos meios menos invasivos possíveis e, preferencialmente, em serviços comunitários de saúde mental.
Alternativas
Q1701672 Enfermagem
A Lei n° 10.216/2001, altera o modelo assistencial em saúde mental, criando foco na proteção das pessoas portadoras de transtornos mentais e na garantia dos respectivos direitos.
Quanto a essa legislação, julgue o item a seguir.
Os direitos e a proteção das pessoas acometidas de transtorno mental são assegurados, sem nenhuma forma de discriminação quanto a raça, cor, sexo, orientação sexual, religião, opção política, idade, família, recursos econômicos e gravidade. Quanto a pacientes de outras nacionalidades ou oriundos de outros estados, a assistência deve ocorrer no respectivo local de origem.
Alternativas
Q1701671 Enfermagem
A Lei n° 10.216/2001, altera o modelo assistencial em saúde mental, criando foco na proteção das pessoas portadoras de transtornos mentais e na garantia dos respectivos direitos.
Quanto a essa legislação, julgue o item a seguir.
São responsabilidades do serviço privado a assistência e a promoção de ações de saúde aos portadores de transtornos mentais – com a devida participação da sociedade e da família, – que será prestada em estabelecimento de saúde mental, salientando-se comunidades terapêuticas e hospitais psiquiátricos.
Alternativas
Q1701670 Enfermagem
A Lei n° 10.216/2001, altera o modelo assistencial em saúde mental, criando foco na proteção das pessoas portadoras de transtornos mentais e na garantia dos respectivos direitos.
Quanto a essa legislação, julgue o item a seguir.
Nos atendimentos em saúde mental, de qualquer natureza, o paciente deve ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, priorizando-se a internação em instituições asilares e afastadas dos centros urbanos.
Alternativas
Q1701666 Enfermagem

O cuidado em saúde mental, amparado pela desinstitucionalização – que não se compreende apenas por questionar a função do hospital psiquiátrico, mas sim pela mudança na perspectiva do cuidado – é pautado em bases comunitárias com a retomada dos vínculos sociais. É então, um processo político e social complexo, no envolvimento de múltiplos atores atuantes no território e no cuidado em liberdade. Assim, pode-se considerar a luta antimanicomial um movimento plural articulado para a ruptura de paradigmas diante da loucura.


A respeito desse assunto, julgue o item a seguir.


A violação de direitos individuais, a violência nos manicômios e a mercantilização da loucura foram fatores relevantes para o movimento da luta coletiva contra um cuidado em liberdade, visto que trabalhadores da saúde, associações de familiares e usuários do serviço buscavam a manutenção desse modelo de assistência à saúde.

Alternativas
Q1701665 Enfermagem

O cuidado em saúde mental, amparado pela desinstitucionalização – que não se compreende apenas por questionar a função do hospital psiquiátrico, mas sim pela mudança na perspectiva do cuidado – é pautado em bases comunitárias com a retomada dos vínculos sociais. É então, um processo político e social complexo, no envolvimento de múltiplos atores atuantes no território e no cuidado em liberdade. Assim, pode-se considerar a luta antimanicomial um movimento plural articulado para a ruptura de paradigmas diante da loucura.


A respeito desse assunto, julgue o item a seguir.


O modelo manicomial, com longas internações em instituições totais, evidenciava o apagamento do sujeito, no qual o paciente era tido como incapaz, perigoso e sem direitos sociais.

Alternativas
Q1701664 Enfermagem

O cuidado em saúde mental, amparado pela desinstitucionalização – que não se compreende apenas por questionar a função do hospital psiquiátrico, mas sim pela mudança na perspectiva do cuidado – é pautado em bases comunitárias com a retomada dos vínculos sociais. É então, um processo político e social complexo, no envolvimento de múltiplos atores atuantes no território e no cuidado em liberdade. Assim, pode-se considerar a luta antimanicomial um movimento plural articulado para a ruptura de paradigmas diante da loucura.


A respeito desse assunto, julgue o item a seguir.


O processo de redução de leitos em hospitais psiquiátricos e de desinstitucionalização de pessoas com longo histórico de internação ocorre por meio da expansão e do fortalecimento de serviços substitutivos em atenção psicossocial, articulando políticas públicas, diretrizes e normativas do Ministério da Saúde e transformações culturais e subjetivas na sociedade.

Alternativas
Q1700867 Enfermagem
A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) tem como um dos respectivos objetivos a promoção de vínculos de pessoas com transtornos mentais e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas nos pontos de atenção à saúde, além de cuidados específicos a grupos vulneráveis, tais como crianças, adolescentes, jovens, pessoas em situação de rua e população indígena. Esses pontos de atenção à saúde que assistem crianças e adolescentes incluem, entre muitos outros, as unidades básicas de saúde (UBS), as unidades de pronto atendimento (UPA), o consultório na rua e o Centro de Atenção Psicossocial infantojuvenil (CAPSi).

A respeito da RAPS, julgue o item a seguir.
Nas UPAs, o atendimento é destinado a crianças e adolescentes que apresentam quadros graves de abstinência, situação de crise ou intoxicação exógena, requerendo, após alta, encaminhamento e, se eletivo, acompanhamento no CAPSi.
Alternativas
Q1700865 Enfermagem
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê direitos fundamentais às crianças e aos adolescentes e assegura-lhes oportunidades de desenvolvimento das capacidades física, mental, social e moral. Nesse contexto, é importante que as crianças e os adolescentes tenham acesso ao convívio com uma rede de apoio acolhedora, além de acesso à educação formal e às ações de promoção, proteção e recuperação da saúde. Em relação a esse contexto, julgue o item a seguir. 
Os serviços de atenção à saúde mental infantojuvenil devem assumir uma perspectiva social além do diagnóstico e do tratamento, abarcando ações de acolhimento e escuta qualificada.
Alternativas
Respostas
741: B
742: B
743: A
744: C
745: C
746: C
747: B
748: A
749: B
750: D
751: E
752: C
753: E
754: E
755: E
756: E
757: C
758: C
759: C
760: C