Durante uma visita domiciliar de rotina, a enfermeira da Equipe de Saúde da Família (ESF)
encontra uma paciente idosa, 75 anos, acamada, com histórico de Doença Pulmonar Obstrutiva
Crônica (DPOC) grave, em desconforto respiratório súbito. A paciente apresenta dispneia
intensa, tiragem intercostal, fala em frases curtas e cianose perioral. A oximetria de pulso
(SpO2) revela 85% em ar ambiente. A família relata piora progressiva da tosse e aumento da
produção de escarro amarelado nos últimos dois dias. A Unidade Básica de Saúde (UBS) não
possui acesso a exames de imagem ou gasometria arterial. Diante da avaliação clínica e da
limitação de recursos diagnósticos no ambiente domiciliar da Atenção Primária à Saúde (APS),
qual a sequência de ações prioritárias que a enfermeira deve implementar imediatamente, sobre
manejo de emergências respiratórias e a necessidade de acionamento da rede de urgência e
emergência?