Questões de Concurso Sobre enfermagem
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A prevenção da pré-eclâmpsia pode ser feita a partir de métodos comportamentais e farmacológicos. É importante orientar que a alimentação seja balanceada e constituída principalmente por frutas, legumes, verduras e proteínas. A atividade física regular também é ponto fundamental na prevenção e a única medicação recomendada para a redução de risco de desenvolver pré-eclâmpsia é o Ácido Acetilsalicílico (AAS) (Korkes et al., 2025, p. 20).
Fonte: KORKES, H.A.; RAMOS, J.G.L.; OLIVEIRA, L.G.; SASS, N.; PERAÇOLI, J.C.; CAVALLI, R.C.; MARTINS-COSTA, S.H.; SOUSA, F.L.P.; CUNHA FILHO, E.V.; MESQUITA, M.R.S.; CORRÊA JR., M.D.; ARAÚJO, A.C.P.F.; ZACONETA, A.C.M.; FREIRE, C.H.E.; ROCHA FILHO, E.A.P.; COSTA, M.L. Pré eclâmpsia- Protocolo 2025. Rede Brasileira de Estudos sobre Hipertensão na Gravidez (RBEHG), 2025. Disponível em: https://rbehg.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Protocolo-RBEHG-2025-PDF-2.pdf.
Considerando o texto apresentado, avalie as proposições a seguir.
I- O AAS deve ser mantido até 36 semanas de idade gestacional e então suspenso, pelo risco de maior sangramento.
II- Se a paciente desenvolve pré-eclâmpsia, recomenda-se suspender a ingestão do AAS, pois sua manutenção nestes casos não confere benefícios e pode relacionar-se com maiores riscos de sangramento intraparto.
III- Em caso de alergia ao AAS, existem outras medicações (Ex. dipiridamol e enoxaparina) que podem ser utilizadas com a finalidade de prevenir a pré-eclâmpsia.
É CORRETO o que se afirma em:
O Sulfato de Magnésio (MgSO4) é o fármaco de escolha para evitar a recorrência da crise eclâmptica, além de evitar sua ocorrência em gestantes com sinais de gravidade. Os principais esquemas de uso do MgSO4 são os de Zuspan e o de Pritchard, que devem ser empregados de acordo com a experiência de cada serviço, uma vez que têm igual eficácia. O principal risco está relacionado ao bloqueio neuromuscular quando há hipermagnesemia.
Fonte: REBHG. Rede Brasileira de Estudos sobre a Hipertensão Arterial na Gestação. Disponível em: rebhg.com.br. Adaptado.
Considerando o texto apresentado, avalie as proposições a seguir.
I- A concentração terapêutica do íon magnésio varia de 4 a 7 mEq/L (4,8 a 8,4 mg/dL) e o reflexo patelar fica abolido com 8 a 10 mEq/L, havendo risco de parada respiratória a partir de 12 mEq/L.
II- Em pacientes com insuficiência renal (creatinina ≥ 1,2 mg/dL), a dose de manutenção deve ser a metade da recomendada.
III- Se for necessário referenciar a gestante para outro serviço, e a ambulância não for aparelhada com bomba de infusão para administração IV, o esquema preferencial será o Zuspan, pois confere maior segurança ao transporte, garantindo 4 horas de concentração terapêutica, devido à administração IM concomitante a IV, realizada no ataque.
É CORRETO o que se afirma em:
O desenvolvimento da sintomatologia do Descolamento Prematuro da Placenta é gradual e ocorre em algumas horas, acompanhando, juntamente, o aumento da área placentária descolada e a intensidade da hemorragia oculta, e pode ser classificada em graus.
Considerando o texto apresentado, avalie as proposições a seguir.
I- Grau 0 – assintomático: o diagnóstico é retrospectivo, pelo exame da placenta, que mostra o hematoma retroplacentário.
II- Grau 1 – leve: há sangramento vaginal, mas a paciente não relata dor ou age com discrição; mãe e feto estáveis.
III- Grau 2 – intermediário: caracterizado por sangramento vaginal, dor abdominal intensa, hipertonia uterina; feto em sofrimento, mas vivo.
IV- Grau 3 – grave: pode ser subdividido em 3A com coagulopatia e 3B sem coagulopatia, associado ao sofrimento fetal, mas vivo.
V- Grau 4 – grave: associado ao óbito fetal.
É CORRETO o que se afirma em:
Sobre os ciclos menstruais, analise as proposições a seguir.
I- Na fase menstrual: se o óvulo não é fertilizado, o corpo lúteo degenera, os efeitos progestacionais declinam e surgem alterações vasculares acentuadas que ocasionam a isquemia da camada funcional.
II- Na fase proliferativa: os estrogênios determinam a recuperação do endométrio, o crescimento glandular e a multiplicação das células do estroma.
III- Na fase folicular: a progesterona induz o entortilhamento das glândulas, que passam a segregar em abundância, e o edema do estroma.
É CORRETO o que se afirma em:
A benzilpenicilina benzatina é o medicamento de escolha para o tratamento da sífilis, sendo a única droga com eficácia comprovada durante a gestação. Não há evidências de resistência do Treponema pallidum à penicilina no Brasil e no mundo (Brasil, 2023).
Fonte: BRASIL. Nota Técnica nº 14/2023-DATHI/SVSA/MS: Atualização do intervalo entre doses de benzilpenicilina benzatina no tratamento de sífilis em gestantes. Brasília: Ministério da Saúde, 2023. Disponivel em: https://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/notas-tecnicas/2023/sei_ms_-_0034352557_-_nota_tecnica_penicilina.pdf.
O esquema terapêutico: “Benzilpenicilina benzantina 2,4 milhões UI, intramuscular (IM), 1 vez por semana (1,2 milhão UI em cada glúteo) por três semanas. Dose total: 7,2 milhões UI” é administrado em que estadiamento da doença?
Segundo o Guia Prático de Cuidado à Mulher em Situação de Violência (Brasil, 2025), as orientações de organização dos serviços para o efetivo acolhimento para atender mulheres em situação de violência devem estar em conformidade com a Lei n.º 14.847/2024, que prevê salas de acolhimento, atendimento adequado e proteção à integridade física das vítimas em serviços do Sistema Único de Saúde e da rede conveniada.
Fonte: BRASIL. Guia Prático de Cuidado à Mulher em Situação de Violência . Brasília: Ministério da Saúde, 2025.
Sobre o efetivo acolhimento e atendimento às mulheres em situação de violência, analise as assertivas a seguir.
I- O serviço público de saúde dispõe de duas modalidades de contracepção de emergência: a pílula de levonorgestrel (“Pílula do Dia Seguinte”) e o DIU de cobre. Ambos podem ser ofertados em até 120h (cinco dias) após a ocorrência da violência sexual, mediante orientação adequada para escolha autônoma da sobrevivente de violência e para o seguimento do cuidado.
II- Os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde vigentes e atualizados devem ser adotados na oferta da testagem rápida, preconizando o devido aconselhamento antes e depois da testagem, com orientações para o seguimento do rastreamento de acordo com a janela imunológica.
III- Situações de violência sexual demandam a profilaxia contra Infecções Sexualmente Transmissíveis quando ocorridas em até 72h (violência sexual aguda).
É CORRETO o que se afirma em:
A inserção e retirada do Dispositivo Intrauterino (DIU) deve ser realizada pelo enfermeiro, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), na Atenção Primária e Especializada à Saúde, em ambiente institucional, inserido na rede de atenção à saúde, seguindo protocolos assistenciais, normas e rotinas e Procedimentos Operacionais Padrão (POP), e buscando a garantia do acesso e integralidade da assistência no campo do Planejamento Familiar e Reprodutivo (Resolução COFEN, 690/2022).
A partir deste contexto e da importância da capacitação do enfermeiro para a inserção, revisão e retirada do DIU, analise as assertivas a seguir.
I- O enfermeiro deve ter curso de capacitação, presencial ou online, em Inserção, revisão e retirada de DIU, com carga horária mínima de 360 (trezentas e sessenta) horas.
II- O enfermeiro deve manter-se atualizado técnica e cientificamente, de acordo com as revisões de protocolos assistenciais, normas e rotinas, Procedimentos Operacionais Padrão (POP), com base nas melhores práticas assistenciais baseadas em evidências científicas.
III- Do total da carga horária da capacitação para inserção, revisão e retirada do DIU, 50% devem ser teóricas e teórico-práticas e 50% de forma prática, com no mínimo 20 (vinte) inserções supervisionadas durante consulta de Enfermagem nos serviços de saúde.
É CORRETO o que se afirma em:
O trauma perineal é uma lesão ocorrida no períneo, durante o parto vaginal, podendo comprometer outras estruturas anatômicas do Assoalho Pélvico (AP). Pode ser produzido por laceração perineal, representando ruptura espontânea do tecido durante a passagem do polo cefálico do recém-nato e/ou por episiotomia, incisão cirúrgica praticada pelo profissional, durante parto vaginal.
Considerando o contexto supracitado e entendendo que o enfermeiro precisa do conhecimento sobre anatomia do trato genital feminino na assistência ao parto vaginal, analise as assertivas a seguir.
I- O trauma perineal de segundo grau atinge apenas pele e mucosas.
II- O trauma perineal de terceiro grau causa lesão dos músculos perineais, sem atingir o esfíncter anal.
III- O trauma perineal de quarto grau causa lesão do períneo, envolvendo o complexo do esfíncter anal (esfíncter anal interno e externo) e o epitélio anal.
É CORRETO o que se afirma em:
Durante consulta em ambulatório de Saúde da Mulher, a residente atende , pessoa Alexandra, 27 anos designada do sexo feminino ao nascer se identifica como homem relacionamento afetivo-sexual exclusivo com homens cisgênero desconforto , que e refere . Relata persistente com características corporais femininas, manifesta interesse em intervenções que promovam maior congruência corporal, porém , mantém vestimenta, linguagem corporal, nome social e formas de interação social tradicionalmente associadas ao femininosem relatar sofrimento relacionado a essa apresentação social.
Considerando os conceitos atuais relacionados à , avalie as identidade de gênero, orientação afetivo-sexual e expressão de gêneroasserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- Alexandra é um homem trans, de orientação afetivo-sexual homossexual, cuja expressão de gênero pode ser considerada feminina não sendo essas dimensões necessariamente congruentes entre si nem hierarquicamente dependentes.
PORQUE
II- A identidade de gênero corresponde à construção subjetiva de como a pessoa se identifica em relação ao seu gênero, podendo ser binária ou não binária; a orientação afetivo-sexual refere-se às formas de construção de desejo/atração (ou não) físico, afetivo ou emocional; e a expressão de gênero diz respeito à forma como a pessoa deseja se expressar, podendo ser fluida e não estar de acordo com os padrões de gênero.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Situação hipotética: Priscila, nascida em 08/01/1996, comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para consulta de rotina em 08/01/2026. Relata ter iniciado atividade sexual aos 18 anos e informa que realizou exame citopatológico do colo do útero em 2015 e, posteriormente, apenas em 2024 e 2025, ambos com resultados negativos para lesão intraepitelial ou malignidade. Encontra-se assintomática. Durante a consulta, questiona quando deverá repetir o exame preventivo; se, mesmo com resultados sempre normais, ainda existe risco de desenvolver câncer do colo do útero no futuro; se a presença de sêmen ou pequeno sangramento pode prejudicar a qualidade da coleta; e se não seria prudente a realização do teste molecular para detecção do HPV.
Considerando as recomendações atuais sobre o rastreamento do câncer do colo do útero, avalie as proposições a seguir.
I- Priscila não se enquadrava na faixa etária recomendada para o rastreamento de rotina do câncer do colo do útero em 2015, uma vez que o exame citopatológico é indicado prioritariamente para mulheres de 25 a 64 anos.
II- Priscila deverá repetir o exame citopatológico apenas em 2028, uma vez que, já inserida na faixa etária de rastreamento, apresentou dois exames anuais consecutivos (2024 e 2025) com resultados negativos para lesão intraepitelial ou malignidade.
III- Priscila deve ser informada de que, por nunca ter apresentado exame citopatológico alterado, a evolução para câncer do colo do útero só ocorreria após progressão sequencial, passando por todas as etapas de lesão intraepitelial cervical, desde NIC 1 até NIC 3.
IV- Priscila deve ser orientada de que o teste molecular para detecção do HPV substituiu o exame citopatológico, sendo atualmente o único método indicado para o rastreamento do câncer do colo do útero em mulheres jovens, assintomáticas e com exames anteriores normais.
V- Priscila deve ser orientada de que a presença de espermatozoides não compromete a qualidade da amostra citopatológica e que, idealmente, a coleta deve ser realizada pelo menos cinco dias após o término da menstruação.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Situação hipotética: M.L., 28 anos, primípara, deu à luz há 5 dias por parto vaginal sem complicações. Durante consulta de enfermagem, relata tristeza, labilidade emocional, choro fácil, fadiga, insônia, irritabilidade, ansiedade e sensação de sobrecarga, mantendo sua funcionalidade. De acordo com o exposto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- A equipe de enfermagem considera que M.L. apresenta sintomas compatíveis com blues puerperal, quadro bastante comum no puerpério, que, embora seja angustiante para a puérpera, não constitui uma psicopatologia segundo o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) e geralmente não causa prejuízo funcional significativo.
PORQUE
II- O blues puerperal é geralmente transitório e autolimitado, não requer tratamento medicamentoso e tende a resolver-se espontaneamente em até duas semanas, embora o acompanhamento seja recomendado, pois até 20% das mulheres podem evoluir para depressão pós-parto.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Sobre o partograma, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- O partograma é uma ferramenta utilizada para o registro gráfico da evolução do trabalho de parto. Contém alguns itens básicos comuns, como o registro das contrações uterinas (frequência e intensidade), da frequência cardíaca fetal, da dilatação cervical, da altura da apresentação, do uso de ocitócito e o registro de consentimento informado para intervenções, sendo um instrumento importante para subsidiar a tomada de decisão clínica durante a assistência ao parto.
PORQUE
II- As linhas de alerta e de ação, recomendadas pelos estudos mais recentes, permitem avaliar a evolução do trabalho de parto ao longo do tempo e sinalizam a necessidade de vigilância intensificada ou de intervenção obstétrica quando a progressão se afasta do esperado, sendo especialmente importantes nos grandes centros obstétricos. Nessa perspectiva, a fase ativa inicia-se com dilatação de 3 cm, devendo a evolução ocorrer a pelo menos 1 cm por hora.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Situação hipotética: G.L., 24 anos, G1P1, com 12 horas pós-parto vaginal, sem intercorrências obstétricas durante o trabalho de parto. Ao exame físico, apresenta-se afebril, pressão arterial dentro da normalidade. À palpação abdominal, observa-se útero aumentado, de consistência amolecida, com fundo uterino acima da cicatriz umbilical. A paciente não apresenta exteriorização de lóquios e refere leve desconforto abdominal, sem sangramento vaginal visível.
Com base no caso apresentado, analise os itens abaixo.
I- G.L. encontra-se no puerpério imediato. Dessa forma, é esperado um leve desconforto abdominal e que o útero se apresente aumentado e com consistência amolecida.
II- G.L. está com 12 horas de pós-parto. Logo, a altura do fundo uterino mede aproximadamente 12 cm e deve atingir a altura da sínfise púbica.
III- G.L. apresenta lóquios retidos à avaliação loquiométrica, situação clínica indesejável, que predispõe a infecção puerperal.
É CORRETO o que se afirma em:
Situação hipotética: J. A., 26 anos, há 96 horas procura uma Unidade Básica de Saúde (UBS) relatando ter tido relação sexual vaginal , com uso de preservativo masculino. Porém, refere que o método apresentou falha durante o ato. Afirma não desejar engravidar no momento. Não faz uso regular de método contraceptivo hormonal, não apresenta contraindicações conhecidas e encontra-se fora do período menstrual. O dia da ovulação não pode ser estimado.
Diante dessa situação, é afirmar que, para a contracepção de emergência: CORRETO
Durante a avaliação obstétrica em maternidade de referência, uma gestante de 39 semanas e 4 dias, primigesta, é admitida para definição de conduta frente à indicação de interrupção da gestação. Ao exame obstétrico, observou-se colo uterino centralizado, com dilatação de 4 cm, esvaecimento de 50%, consistência firme e apresentação fetal situada a –2 de De Lee. Com base nesses achados, foi calculado o Índice de Bishop para subsidiar a decisão clínica.
Considerando os parâmetros descritos, assinale a alternativa que corresponde CORRETAMENTE ao valor do Índice de Bishop e ao seu significado clínico.
Leia o caso clínico extraído de Tesser C.D. et al. (2015).
Adelir, 29 anos, G3P2C2A0, casada, em abril de 2014 estava no final da gestação e desejava parto normal. Fez o pré-natal no centro de saúde, mas abandonou o seguimento com 39 semanas por medo de ser induzida a uma cesariana. Com 41 semanas de gestação, foi ao hospital para uma avaliação de vitalidade fetal e iniciando o trabalho de parto. Foi realizado um ultrassom, que mostrou perfeitas condições de vitalidade fetal e feto pélvico. A médica no hospital indicou cesariana, por duas cirurgias anteriores e feto pélvico. Adelir recusou, assinou termo de responsabilidade e voltou para casa, para aguardar o avanço de seu trabalho de parto. Foi surpreendida às 01:30h por policiais que a obrigaram a ir ao hospital realizar a cesariana, enviados por um juiz, acionado por um promotor, requisitado pelo hospital onde havia sido atendida. No hospital, o marido é impedido de acompanhar a cesariana. Não houve intercorrências e o bebê nasceu com boa vitalidade.
Fonte: TESSER, C.D.; KNOBEL, R.; ANDREZZO, H.F.A., DINIZ, S.D. Violência obstétrica e prevenção quaternária: o que é e o que fazer. Rev Bras Med Fam Comunidade,v. 10, n. 35,p. 1-12, 2015.
Com base nas boas práticas de assistência obstétrica, sobre o caso em análise, é CORRETO afirmar que:.
Durante a discussão de casos clínicos em uma maternidade de referência para gestação de alto risco, a equipe multiprofissional discute sobre a problemática da prematuridade. Ao final, a preceptora elenca cinco condições, abaixo descritas, e solicita que os residentes reconheçam o que se configura como fator de risco independente para parto prematuro espontâneo. Analise as condições descritas:
I- Comprimento cervical <25 mm no segundo trimestre.
II- Pré-eclâmpsia com sinais de gravidade diagnosticada após 34 semanas.
III- Diabetes Mellitus e ganho ponderal materno excessivo no terceiro trimestre.
IV- Hipotireoidismo subclínico tratado durante o pré-natal.
V- Gestação única em mulher multípara.
É CORRETO o que se afirma em: