Questões de Concurso Sobre fisiologia em enfermagem

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Q3843626 Enfermagem
Na avaliação de um paciente com insuficiência respiratória aguda, a inspeção visual pode revelar um sinal clínico tardio de hipóxia tecidual grave. A coloração azulada da pele, leitos ungueais e mucosas, decorrente do aumento da hemoglobina reduzida (não oxigenada) no sangue capilar, é denominada:
Alternativas
Q3843621 Enfermagem
Durante a verificação dos sinais vitais de um paciente adulto em repouso, o técnico de enfermagem constata uma frequência cardíaca de 115 batimentos por minuto. Considerando os parâmetros de normalidade, este achado fisiológico deve ser registrado no prontuário tecnicamente como:
Alternativas
Q3843617 Enfermagem
No sistema de condução elétrica do coração, o impulso cardíaco normal origina-se em uma estrutura especializada localizada na parede posterior do átrio direito, conhecida como o "marcapasso natural" do corpo. Esta estrutura anatômica é:
Alternativas
Q3838741 Enfermagem
A Frequência Respiratória do adulto oscila entre 12 e 20 respirações por minuto. Sobre as terminologias que podem ser utilizadas para classificar as variações no tipo de respiração e na frequência respiratória, analise as alternativas abaixo e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Q3837649 Enfermagem
A observação das funções corporais é feita através da avaliação dos sinais vitais. Sobre as terminologias que podem ser utilizadas relativas ao pulso, que reflete a frequência e ritmo cardíacos do paciente, analise as definições abaixo e marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3801724 Enfermagem
A frequência cardíaca é um dos sinais vitais avaliados na prática de enfermagem e está diretamente relacionada ao funcionamento do sistema cardiovascular. Considerando essa avaliação, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3801723 Enfermagem
A temperatura corporal reflete o equilíbrio entre produção e perda de calor no organismo humano. Nesse sentido, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3800144 Enfermagem

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


A afirmação de que o brain fog raramente possui uma única causa permite inferir que a condição: 
Alternativas
Q3800143 Enfermagem

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


Ao relacionar alimentação e funcionamento cerebral, o texto indica que o consumo frequente de carboidratos simples e ultraprocessados contribui para a névoa mental porque: 
Alternativas
Q3800142 Enfermagem

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


No desenvolvimento do texto, a névoa mental é apresentada a partir de descrições clínicas, explicações metabólicas e orientações práticas. Considerando esse encadeamento de ideias, é correto afirmar que o texto define a névoa mental como: 
Alternativas
Q4261162 Enfermagem
Na realização do eletrocardiograma, a colocação correta dos eletrodos precordiais pelo técnico de enfermagem é fundamental para a qualidade do traçado obtido, o que será importante para a avaliação do exame. A posição correta dos eletrodos V1 e V2 é, respectivamente, 
Alternativas
Q4257091 Enfermagem
Durante a avaliação do traçado de um eletrocardiograma (ECG), o enfermeiro deve ser capaz de identificar os eventos elétricos do coração, inclusive o relaxamento dos ventrículos e seu preparo para um novo ciclo cardíaco. A partir disso, a representação da repolarização ventricular é a 
Alternativas
Q4257088 Enfermagem
Durante a aferição da pressão arterial pelo método auscultatório, o enfermeiro utiliza o estetoscópio sobre a artéria braquial para identificar os sons de Korotkoff. O primeiro som audível e seu achado clínico corresponde à pressão arterial 
Alternativas
Q4256758 Enfermagem
O potencial de ação das células miocárdicas contráteis pode ser descrito em cinco fases (0 a 4), relacionadas diretamente à geração do traçado eletrocardiográfico (ECG). Quanto a essas fases, assinale a alternativa que corresponde corretamente a descrição da fase 2. 
Alternativas
Q4256755 Enfermagem
Durante a gestação, o corpo feminino passa por diversas adaptações anatômicas, hormonais e fisiológicas para sustentar o desenvolvimento fetal e preparar-se para o parto. Sobre essas modificações no corpo feminino durante a gestação, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q4234612 Enfermagem
Um paciente com síndrome da angústia respiratória aguda (SARA), em ventilação mecânica invasiva sob pressão controlada (PCV), apresenta hipoxemia persistente, aumento progressivo da pressão de platô (> 30 cmH₂O), queda da complacência pulmonar e distensão abdominal significativa. A enfermeira intensivista, ao realizar a avaliação respiratória, identifica valores elevados de pressão positiva expiratória final (PEEP) e a presença de sibilos difusos à ausculta pulmonar. Frente à suspeita de autoPEEP e instabilidade gasométrica, considera-se a necessidade de intervenção imediata. Com base nas recomendações da American Association of Critical Care Nurses (AACN), nos princípios de fisiologia respiratória avançada e nos limites técnico-legais da enfermagem no manejo do suporte ventilatório, qual conduta é a mais adequada frente ao quadro clínico descrito?
Alternativas
Q4205601 Enfermagem
M.S., uma paciente de 65 anos, chega à Unidade de Saúde da Família, sem consulta médica agendada, com queixas de dor torácica e dispneia. Para classificação de risco, o enfermeiro realizou ausculta cardíaca para identificar possíveis anormalidades. Com base no caso apresentado, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:

I. O foco aórtico está localizado no segundo espaço intercostal direito, próximo ao esterno.
II. O foco pulmonar localiza-se no segundo espaço intercostal esquerdo, próximo ao esterno.
III. O foco tricúspide situa-se no quinto espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular.
IV. O foco mitral situa-se no quinto espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular.
Alternativas
Q4183808 Enfermagem
Acidentes acontecem a todo o momento. Até o transporte ao hospital o socorrista pode ser capaz de salvar vidas com ações de primeiros socorros e de alguns detalhes importantes sobre as funções de determinados órgãos do corpo humano. Nesse sentido, assinale a alternativa contendo os órgãos cujas funções são vitais durante a realização de procedimentos de primeiros socorros. 
Alternativas
Q4175663 Enfermagem
A elevação isolada da pressão arterial sistólica em adultos mais velhos está relacionada a alterações estruturais e funcionais do sistema cardiovascular que se intensificam com o envelhecimento. Considerando os processos hemodinâmicos envolvidos nesse quadro clínico, examine as proposições a seguir:

I. A maior retenção de sódio observada em pessoas idosas, associada à menor disponibilidade de óxido nítrico, favorece desequilíbrio redox e incremento de espécies reativas que comprometem a função vascular.
II. A perda de complacência das grandes artérias tem como consequência um alargamento da pressão de pulso, fenômeno vinculado ao aumento da velocidade de propagação da onda de pulso.
III. Em estados hipertensivos, o remodelamento microvascular apresenta diminuição do calibre arteriolar e redução do número de vasos funcionais, o que se traduz em aumento da resistência periférica.

Com base nas informações fisiopatológicas apresentadas, conclui-se que
Alternativas
Q4131862 Enfermagem

Associe as duas colunas relacionando o desequilíbrio eletrolítico e os principais sinais e sintomas que o caracterizam.


1. Hipernatremia


2. Hipocalcemia


3. Hipercalemia


(_) Elevação da temperatura corporal, sede, irritabilidade, hiperreflexia, elevação da frequência cardíaca, da pressão arterial e da densidade e osmolaridade urinárias, entre outros sinais e sintomas.


(_) Hipotensão, diarreia, dormência e formigamento nos dedos das mãos, dos pés e na região perioral, contração dos músculos faciais em resposta a um leve tamborilar sobre o nervo facial, próximo à orelha, espasmo carpopedal induzido ao inflar o manguito de pressão arterial acima do valor da pressão sistólica, no eletrocardiograma: intervalos QT e ST prolongados.


(_)  Fraqueza muscular, arritmias, paralisia flácida, parestesias, câimbras, distensão abdominal, no eletrocardiograma: ondas T apiculadas, ondas P ausentes e depressão de ST.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dessa associação.

Alternativas
Respostas
161: E
162: D
163: B
164: B
165: D
166: C
167: C
168: A
169: D
170: C
171: C
172: B
173: C
174: E
175: E
176: A
177: B
178: C
179: A
180: E