Questões de Concurso Sobre fisiologia em enfermagem

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Q3843621 Enfermagem
Durante a verificação dos sinais vitais de um paciente adulto em repouso, o técnico de enfermagem constata uma frequência cardíaca de 115 batimentos por minuto. Considerando os parâmetros de normalidade, este achado fisiológico deve ser registrado no prontuário tecnicamente como:
Alternativas
Q3843617 Enfermagem
No sistema de condução elétrica do coração, o impulso cardíaco normal origina-se em uma estrutura especializada localizada na parede posterior do átrio direito, conhecida como o "marcapasso natural" do corpo. Esta estrutura anatômica é:
Alternativas
Q3838741 Enfermagem
A Frequência Respiratória do adulto oscila entre 12 e 20 respirações por minuto. Sobre as terminologias que podem ser utilizadas para classificar as variações no tipo de respiração e na frequência respiratória, analise as alternativas abaixo e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Q3837649 Enfermagem
A observação das funções corporais é feita através da avaliação dos sinais vitais. Sobre as terminologias que podem ser utilizadas relativas ao pulso, que reflete a frequência e ritmo cardíacos do paciente, analise as definições abaixo e marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3801724 Enfermagem
A frequência cardíaca é um dos sinais vitais avaliados na prática de enfermagem e está diretamente relacionada ao funcionamento do sistema cardiovascular. Considerando essa avaliação, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3801723 Enfermagem
A temperatura corporal reflete o equilíbrio entre produção e perda de calor no organismo humano. Nesse sentido, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3800144 Enfermagem

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


A afirmação de que o brain fog raramente possui uma única causa permite inferir que a condição: 
Alternativas
Q3800143 Enfermagem

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


Ao relacionar alimentação e funcionamento cerebral, o texto indica que o consumo frequente de carboidratos simples e ultraprocessados contribui para a névoa mental porque: 
Alternativas
Q3800142 Enfermagem

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


No desenvolvimento do texto, a névoa mental é apresentada a partir de descrições clínicas, explicações metabólicas e orientações práticas. Considerando esse encadeamento de ideias, é correto afirmar que o texto define a névoa mental como: 
Alternativas
Q4131862 Enfermagem

Associe as duas colunas relacionando o desequilíbrio eletrolítico e os principais sinais e sintomas que o caracterizam.


1. Hipernatremia


2. Hipocalcemia


3. Hipercalemia


(_) Elevação da temperatura corporal, sede, irritabilidade, hiperreflexia, elevação da frequência cardíaca, da pressão arterial e da densidade e osmolaridade urinárias, entre outros sinais e sintomas.


(_) Hipotensão, diarreia, dormência e formigamento nos dedos das mãos, dos pés e na região perioral, contração dos músculos faciais em resposta a um leve tamborilar sobre o nervo facial, próximo à orelha, espasmo carpopedal induzido ao inflar o manguito de pressão arterial acima do valor da pressão sistólica, no eletrocardiograma: intervalos QT e ST prolongados.


(_)  Fraqueza muscular, arritmias, paralisia flácida, parestesias, câimbras, distensão abdominal, no eletrocardiograma: ondas T apiculadas, ondas P ausentes e depressão de ST.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dessa associação.

Alternativas
Q4131843 Enfermagem

Leia o texto a seguir:


A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é evitável e tratável. Apresenta evolução lenta, que leva à obstrução do fluxo de ar e envolve as vias respiratórias e/ou parênquima pulmonar. Seu tratamento inclui, entre outros cuidados, a prescrição de medicamentos, o manejo das exacerbações e, quando indicado, a oxigenoterapia.


(Janice L. Hinkle et al., Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem médico-cirúrgica)


Nesse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas e assinale a alternativa correta.


I. A toxicidade do oxigênio (O2), caracterizada, entre outros sinais e sintomas, por desconforto subesternal, dispneia, paralisias e fadiga, pode ocorrer quando o paciente com DPOC é exposto a uma concentração de O2 elevada, por um período superior a 2 horas.


PORQUE


II. Ocorre o excesso de produção de radicais livres de oxigênio, subprodutos do metabolismo celular, que mediam uma resposta inflamatória grave capaz de lesar seriamente a pleura parietal, resultando no aumento da produção do líquido pleural e, consequentemente, em derrame pleural.

Alternativas
Q4131804 Enfermagem
Durante o exame físico, o enfermeiro observa veias jugulares distendidas em um paciente em repouso e com cabeceira elevada a 45 graus. Esse achado clínico é sugestivo de
Alternativas
Q4131803 Enfermagem
Durante o exame físico de um paciente adulto, o enfermeiro ausculta o precórdio. Para avaliar adequadamente as bulhas cardíacas, deve-se posicionar o estetoscópio em locais específicos. Qual é a localização correta para auscultar a bulha cardíaca B2 com foco aórtico com maior intensidade?
Alternativas
Q4128324 Enfermagem
Paciente, sexo masculino, 28 anos, internado com diagnóstico de síndrome nefrótica, informou ao enfermeiro que, nas últimas horas, passara a apresentar tosse seca e persistente, dor à inspiração, sensação de pressão no lado direito do tórax, falta de ar e cansaço. Diante dessa situação, suspeitando se tratar de derrame pleural, o enfermeiro realizou o exame físico cuidadoso do tórax considerando que, à percussão, a presença de som de _______________ e, à ausculta pulmonar, ____________, iriam corroborar sua hipótese.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Alternativas
Q4128318 Enfermagem
Considere os diferentes aspectos relacionados à resposta imunológica humana e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4128316 Enfermagem
Diversas condições, tais como traumatismos cranianos, tumores cerebrais, doenças vasculares e infecções, entre outras, podem causar danos aos nervos cranianos. Assim sendo, associe as colunas relacionando o par de nervos cranianos à sua função.

1. XII par – nervo hipoglosso.
2. VII par – nervo facial.
3. V par – nervo trigêmeo
4. X par – nervo vago.

( )  Tem funções motoras, sensitivas, sensoriais e vegetativas. Possui fibras motoras que inervam os músculos do palato mole, da faringe e da laringe. Junto com o IX par – nervo glossofaríngeo, participa do reflexo da deglutição. É um dos nervos cranianos mais importantes, pois inerva vísceras torácicas e abdominais.
( )  Predominantemente sensitivo. Um pequeno contingente de fibras é motor, distribuindo-se pelos músculos da mastigação masseter, temporal e pterigóideos, inervando parte da mandíbula mastigadora. Também é responsável pela inervação da maior parte da dura-máter.
( )  Inerva os músculos extrínsecos e intrínsecos que movimentam a língua, sendo considerado o nervo motor da língua.
( )  Desempenha as funções motora e sensitiva. As fibras motoras inervam a maior parte dos músculos da face, principalmente a musculatura da mímica, enquanto as fibras sensitivas inervam as glândulas salivares submandibulares e sublinguais e conduzem a sensibilidade gustativa dos 2/3 anteriores da língua.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dessa associação.
Alternativas
Q4128315 Enfermagem
As adaptações anatômicas, fisiológicas e bioquímicas durante a gestação são profundas. Muitas dessas mudanças extraordinárias começam logo após a fecundação e continuam por toda a gestação, a maioria ocorrendo em resposta a estímulos fisiológicos a partir do feto e da placenta. Igualmente impressionante, é o fato de a mulher que passa por uma gestação retornar quase completamente ao estado pré-gravidez após o parto e a lactação. Muitas dessas adaptações fisiológicas poderiam ser identificadas como anormalidades em uma mulher não grávida.

(Cunningham, F.G. [et al.] Obstetrícia de Williams. 24.ed. Porto Alegre: AMGH, 2016)

Considerando o contexto apresentado, avalie as seguintes afirmativas e a relação proposta entre elas:

I. a concentração de hemoglobina e hematócrito sofre uma discreta redução durante a gravidez.
PORQUE
II. na gestação, a expansão do volume sanguíneo materno ocorre a partir do aumento tanto do plasma quanto de eritrócitos, sendo a expansão do volume plasmático maior do que a expansão da massa eritrocitária, a despeito do aumento da eritropoiese.

A respeito dessas proposições, é correto afirmar que a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q4112918 Enfermagem
No pós-operatório imediato de uma tireoidectomia total, o técnico de enfermagem deve estar atento aos sinais de complicações cirúrgicas específicas. Um paciente apresenta, nas primeiras horas após a cirurgia, parestesia perioral (formigamento ao redor da boca), espasmos musculares faciais e sinal de Chvostek positivo. Esses achados clínicos são indicativos de uma complicação metabólica decorrente da remoção acidental ou desvascularização das paratireoides, conhecida como:
Alternativas
Q4110017 Enfermagem
Paciente, sexo masculino, 28 anos, internado com diagnóstico de síndrome nefrótica, informou ao enfermeiro que, nas últimas horas, passara a apresentar tosse seca e persistente, dor à inspiração, sensação de pressão no lado direito do tórax, falta de ar e cansaço. Diante dessa situação, suspeitando se tratar de derrame pleural, o enfermeiro realizou o exame físico cuidadoso do tórax considerando que, à percussão, a presença de som de __________________ e, à ausculta pulmonar, ____________________, iriam corroborar sua hipótese.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Alternativas
Q4110011 Enfermagem
Considere os diferentes aspectos relacionados à resposta imunológica humana e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
101: D
102: B
103: B
104: D
105: C
106: C
107: A
108: D
109: C
110: E
111: A
112: B
113: A
114: A
115: B
116: A
117: B
118: C
119: A
120: B