Questões de Concurso
Sobre diabetes mellitus em enfermagem
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I. a neuropatia sensorial leva a perda da sensação de dor e pressão.
II. a hipoglicemia prejudica a capacidade dos leucócitos de destruir a bactéria.
III. a circulação deficiente nos membros inferiores contribui para a inadequada cicatrização das feridas e para o desenvolvimento de gangrena.
Está correto o que consta APENAS em
Qual é o fator considerado de maior risco para Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes Mellitus?
A hipoglicemia, que ocorre quando a glicose sanguínea cai abaixo de 50 mg/dL a 60 mg/dL, pode ser causada por uma quantidade excessiva de insulina ou agentes hipoglicemiantes orais, quantidade muito pequena de alimento ou atividade física excessiva. Na sua forma grave, pode incluir comportamento desorientado, convulsões, dificuldade em despertar do sono ou perda da consciência, para cujo tratamento imediato é indicada uma injeção de 1 mg de glucagon por via subcutânea ou intramuscular.
Compareceu a consulta médica um adolescente de 12 anos de idade com queixas de poliúria, perda de peso e glicosúria. Após procedimentos diagnósticos foi confirmado Diabetes Tipo 1, que ocorre com maior frequência em crianças e adolescentes. Com relação à prevenção de complicações desse tipo de diabetes, podemos afirmar que
Um paciente de 35 anos foi atendido em uma Unidade de Saúde com história de poliúria, fadiga, náuseas e polifagia; após exames laboratoriais, foi confirmado diabetes tipo 2. Diante dessa situação, o profissional de saúde instituiu um plano terapêutico para esse tipo de diabetes, o qual abrange, dentre outras ações, o controle glicêmico. Sobre esse controle, é correto afirmar que abrange a
Pacientes que possuem níveis sanguíneos de glicose inferiores a 300 mg/dL demandam ações de enfermagem para o controle do débito urinário e da ingestão hídrica como processo de cuidar em enfermagem.
O paciente diabético que apresenta neuropatia periférica, ausência de pulso no pé, acompanhada de deformação ou alteração de pele, é considerado de alto risco para o desenvolvimento de úlcera diabética.
Segundo a escala de Wagner, a lesão do pé diabético que apresenta abscesso, osteomielite e evidência de infecção profunda é de grau 2.
Deve-se realizar a dosagem de glicose sanguínea antes de administrar insulina em pacientes com diagnóstico de diabetes que apresentem cefaleia, irritabilidade, tontura, fraqueza, síncope ou comprometimento da cognição.
Um paciente em emergência clínica por cetoacidose diabética deve ser cuidado pela enfermagem como um indivíduo diabético tipo II.
No início de uma consulta, uma mulher de 48 anos de idade mostrava-se ofegante e cansada. Ela faz acompanhamento há seis meses no serviço ambulatorial para tratamento de diabetes. Tem uma fístula arteriovenosa ativa no membro superior direito. Relata episódios febris em casa, com temperatura do corpo alternando com regularidade entre um período de febre e outro com temperatura normal ou subnormal. Tem peso corporal de 80 kg, 1,68 m de altura e 45 cm de circunferência do braço. A enfermeira fez a verificação da temperatura corporal axilar, da frequência cardíaca no pulso braquial, da frequência respiratória e da pressão arterial. Todos os parâmetros de sinais vitais avaliados estavam dentro do padrão de normalidade.
Considerando o caso clínico apresentado e os aspectos relativos ao cuidado a ser prestado, julgue o item que se segue.
Para seguir corretamente a técnica de verificação do pulso
periférico braquial, deve-se aguardar de 5 a 10 minutos até que
seja garantido o repouso e realizar a palpação da artéria
braquial, colocando os três dedos médios sobre a artéria junto
ao sulco entre os músculos bíceps e tríceps na fossa
antecubital.
Não é recomendado o uso rotineiro de fosfato no tratamento da cetoacidose diabética. No entanto, pode ser indicada em pacientes que desenvolvem disfunção cardíaca, anemia hemolítica, ou depressão respiratória e naqueles com uma concentração de fosfato sérico abaixo de 1,0 mg / dL.