Questões de Concurso
Sobre choques em enfermagem
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(1) Choque cardiogênico. (2) Choque hipovolêmico. (3) Choque vasogênico.
( ) Checar todas as secreções quanto a sangue fraco ou oculto, monitorar os níveis sublinguais para dióxido de carbono e monitorar ocorrência de queda de pressão sanguínea sistólica para menos de 90mmHg.
( ) Observar sinais e sintomas de débito cardíaco diminuído, monitorar a ocorrência de perfusão coronariana inadequada e auscultar os sons pulmonares em relação a crepitações ou a outros sons estranhos.
( ) Colocar o paciente em posição supinada, com as pernas elevadas, para aumento da pré-carga, conforme apropriado, auxiliar na entubação endotraqueal imediata, conforme apropriada, e administrar anti-histamínico e/ou corticosteroide, conforme apropriado.
Como se sabe, na consulta por suspeita de dengue, o profissional de enfermagem verifica a pressão arterial do paciente deitado ou sentado e em pé, levando em consideração o estreitamento ou convergência de PA um sinal de choque. Considera-se a pressão arterial convergente se:
I – a diferença entre a PA sistólica e a PA diastólica for igual ou menor que 20 mmHg.
II – em todas as medidas, o paciente apresenta níveis pressóricos elevados.
III – a diferença entre a PA sentado e a PA em pé for igual ou menor do que 20 mmHg.
( ) São indicadores de lesão medular: perda de função motora e/ou perda da sensibilidade. ( ) O paciente pode apresentar sinais de choque neurogênico. ( ) São situações comuns em lesões raquimedulares: lesões na cabeça, com qualquer alteração do nível de consciência, e lesão contusa importante no tronco. ( ) Durante o atendimento, deve-se mobilizar o tronco em um dispositivo de modo que o tronco possa se mover para cima. ( ) Priapismo não é indicativo de trauma raquimedular.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: