Questões de Concurso
Sobre bases sócio-históricas da educação física em educação física
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Na obra História da Educação Física no Brasil, Inezil Penna Marinho afirma que, no período de 1889 a 1920, o método alemão firmava-se nas escolas militares, enquanto o método sueco imperava nas escolas civis. Para Marinho, Fernando de Azevedo, sociólogo e educador brasileiro, foi determinante na defesa da pedagogia sueca em 1920, com a publicação do livro intitulado:
Na obra O Corpo na educação infantil (2002), Airton Negrine defende que a atividade corporal orientada pelos professores visa a três aspectos fundamentais:
O livro Educação Física no Brasil: a história que não se conta (1988) representou um marco referencial de análise histórico-crítica da Educação Física, desde os primeiros momentos de sua implantação no Brasil até o período autoritário militar, em 1985. O autor deste livro é:
A obra de Paulo Ghiraldelli Junior (1988) inaugurou, na literatura da área, as primeiras classificações relativas às concepções pedagógicas da Educação Física brasileira e defendeu uma nova abordagem, denominada:
Segundo a obra intitulada Metodologia do Ensino de Educação Física, Coletivo de Autores (1992), a aula deve ser compreendida como um “espaço intencionalmente organizado para possibilitar a direção da apreensão, pelo aluno, do conhecimento específico da educação física e dos diversos aspectos de suas práticas na realidade social”. A estrutura da aula deve ter como ponto de partida as referências do senso comum e como finalidade:
Vitor Marinho de Oliveira (1994) apresenta um balanço da produção teórica da Educação Física brasileira nos anos de 1980. As concepções pedagógicas mais significativas desse período são classificadas pelo autor em duas perspectivas diferentes. São elas:
Para Soares (Educação Física: raízes europeias e Brasil, 1994), o pensamento médico higienista atuou fortemente nas áreas da educação, da Educação Física e da formação social, no final do século XIX e início do século XX, no Brasil. No caso da Educação Física, a influência ocorreu especialmente na formulação de suas finalidades pedagógicas, que passaram a enfatizar os
Na obra, Estudos brasileiros sobre o esporte: ênfase no esporte- educação (2010), Manoel G. Tubino classifica o esporte- educação em dois tipos de práticas. São eles:
Em sua obra A Educação do corpo: na sociedade do capital, Baptista (2013), defende que o modelo de corpo, presente hoje na sociedade, tornou-se um representante coisificado do prazer, do sucesso e da felicidade. Controlado por diferentes processos, vale-se de todos os meios para a aspiração existencial e de consumo dos indivíduos. Nessa perspectiva, o corpo é considerado como
Na obra intitulada Transformação didático-pedagógica do esporte (1994), Elenor Kunz defende que tanto a orientação como a condução da prática pedagógica devem ter como referência
A educação física escolar passa por um importante momento de embates teóricos, visando à construção de sua identidade pedagógica no campo educacional. Nesse cenário de disputas, uma das concepções sustenta a cultura corporal como marco orientador de todo o processo educativo. Essa perspectiva integra a abordagem denominada:
Conhecer e aplicar o movimento conscientemente, libertando-se de estruturas coercitivas e refuncionalizar o movimento são características da abordagem:
A proposta que limita-se a oferecer fundamentos para a Educação Física nas primeiras quatro séries do primeiro grau, oportunidades de experiências de movimento de modo a garantir o seu desenvolvimento normal, portanto, de modo a atender essa criança em suas necessidades de movimento é denominada de:
Qual abordagem é considerada uma neurociência que transforma o pensamento em ato motor harmônico. Ou seja, é a sintonia fina que coordena e organiza as ações gerenciadas pelo cérebro e as manifesta em conhecimento e aprendizado.
A educação física escolar esta compreendida como uma área que aborda pedagogicamente uma forma de conhecimento denominado cultura corporal e que objetiva a aprendizagem da expressão corporal como uma linguagem. Esta definição está ligada a abordagem:
Abordagem que defende a ideia de que o movimento é o principal meio e fim da educação física, não sendo sua função o desenvolvimento das capacidades que auxiliem na alfabetização e o pensamento lógico-matemático, embora isto possa ocorrer como uma consequência da prática motora segundo Darido (1998) é:
O processo sequencial e contínuo, relacionado à idade, pelo qual o comportamento motor de modifica é denominado:
João Batista Freire, em seu livro Educação de Corpo Inteiro, utilizou os conhecimentos teóricos de Jean Piaget , para desenvolver a abordagem:
Para Magill (2000), quando praticamos uma ação, como por exemplo, chutar uma bola, utilizamos uma ou mais habilidade, chamadas de habilidades motoras. Considerando a dimensão dos grupos musculares utilizados em uma determinada ação motora, podemos classificar as habilidades motoras em:
A concepção esportivista da educação física brasileira, muito difundida no século XX: