Questões de Concurso Comentadas sobre bases sócio-históricas da educação física em educação física

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Q2087777 Educação Física
“Abordagem pedagógica que se fundamenta na sociologia e na filosofia. O autor afirma que o objetivo da Educação Física escolar é garantir ao aluno o acesso à cultura corporal de movimentos mediante a vivência do esporte, do jogo, da dança e da ginástica. Também apresenta o princípio da não- -exclusão e o princípio da diversidade; e, posteriormente, apresenta o princípio da alteridade.” Trata-se da abordagem: 
Alternativas
Q2087776 Educação Física
No início do século XX, a Educação Física, ainda sob o nome de ginástica, foi incluída nos currículos dos estados da Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo. Nessa mesma época, a educação brasileira sofria uma forte influência de um movimento que evidenciou a importância da Educação Física no desenvolvimento integral do ser humano.” Trata-se do movimento:
Alternativas
Q2086981 Educação Física
A abordagem pedagógica do ensino da Educação Física que se fundamenta na Antropologia. O seu autor afirma que a Educação Física trata com conteúdos culturais, ou seja, atua com o ser humano nas suas manifestações culturais relacionadas ao corpo e ao movimento. Considera a cultura como patrimônio da sociedade e, para ele, toda técnica corporal é uma técnica cultural, não havendo melhor ou pior técnica, sendo esta ou aquela a mais correta. Defende o princípio da alteridade.” Trata-se da seguinte abordagem: 
Alternativas
Q2065833 Educação Física

Os movimentos de luta se caracterizam como grande importância na história da humanidade, seja pela conquista territorial, pelo alimento, pelo poder e pela sobrevivência entre outros. A luta é a busca do equilíbrio. Mas, ao associarmos a luta com a ciência da motricidade humana e desenvolvimento de habilidades motoras, não podemos deixar de relacioná-la ao ramo pedagógico da educação física. Alguns movimentos são básicos para as aulas de luta, tais como:

Marque a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Q2056024 Educação Física
Considerando os princípios, finalidades e objetivos da Educação Física, podemos afirmar que é por meio de vivências corporais e interações sociais éticas que o sujeito: 
Alternativas
Q2056023 Educação Física
Em relação aos objetivos da educação física, analise as informações:
I. Participar de atividades corporais, reconhecendo e respeitando algumas de suas características físicas e de desempenho motor, bem como as de seus colegas, sem discriminar por características pessoais, físicas, sexuais ou sociais, é um dos objetivos da educação física para o segundo ciclo do ensino fundamental.
II. Organizar autonomamente alguns jogos, brincadeiras ou outras atividades corporais simples sociais é um dos objetivos da educação física para o primeiro ciclo do ensino fundamental.
III. Conhecer os limites e as possibilidades do próprio corpo de forma a poder controlar algumas de suas atividades corporais com autonomia e a valorizá-las como recurso para manutenção de sua própria saúde é um dos objetivos da educação física para o primeiro ciclo do ensino fundamental.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q2050631 Educação Física
Historicamente, a Educação Física, na escola, focalizou a dimensão motora do aluno a partir do enfoque esportivo e do gesto motor. Contudo, na segunda metade do século XX, a teoria psicomotora ajudou o campo a olhar outras dimensões do discente.
Quais seriam as outras dimensões a serem observadas?
Alternativas
Q2027544 Educação Física
Eliana Ayoub descreve que, entre os anos de 1800 a 1900, se pode demarcar quatro zonas de atividades na Europa. Essas zonas são identificadas como escolas, sendo três dedicadas aos métodos gímnicos e uma, a inglesa, dedicada ao esporte. Nas palavras da autora: “dentre elas, apenas a Escola Inglesa [representada pela figura de Thomas Arnold (1795-1842)] não se ateve ao desenvolvimento da Ginástica, dedicando-se mais diretamente aos jogos e às atividades atléticas, configurando um movimento que veio favorecer a consolidação do Esporte Moderno.” Quais seriam as outras três escolas (zonas) apontadas pela autora?    
Alternativas
Q2027543 Educação Física
Eliana Ayoub revela que a ginástica científica, que emerge no século XIX, rompeu com seu núcleo primordial. Para a autora: “tem início, a partir desse momento, a configuração de uma gestualidade própria da Ginástica, o gesto gímnico, cujos sentidos e significados estão apoiados na ciência e na técnica, assim como nos princípios de ordem e disciplina ditados pela burguesia.” Esse núcleo primordial, apontado pela autora, refere-se a uma determinada prática corporal. Qual prática seria essa?  
Alternativas
Q2027537 Educação Física
Daolio (2007, p. 37), ao citar Lévi-Strauss, revela que esse autor francês definiu um critério para distinguir, conceitualmente, o sentido de natureza e o de cultura. De acordo com Daolio (2007), embasado em Strauss, qual seria o critério relacionado ao conceito de cultura?  
Alternativas
Q2027534 Educação Física
Strazzacappa (2001, p.76) cita o nome de um importante reformador da dança, nas palavras da autora: “este coreógrafo e estudioso do movimento revolucionou a maneira de se pensar o corpo em movimento. Ele desenvolveu um método de análise do movimento, definindo os elementos que o compõem”. A partir do método desse artista, do início do século XX, é possível desenvolver um trabalho coreográfico criativo e com exploração espacial. Quem seria esse estudioso? 
Alternativas
Q2024744 Educação Física
De acordo com DAOLIO, sobre a educação física e o conceito de cultura, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2024739 Educação Física
De acordo com MUNANGA, sobre as africanidades brasileiras, analisar a sentença abaixo:
No âmbito escolar e acadêmico, as africanidades brasileiras constituem-se em campo de estudos, logo, tanto podem ser organizadas enquanto disciplina curricular, programa de estudos abrangendo diferentes disciplinas, quanto em área de investigações (1ª parte). Mesmo as africanidades brasileiras abrangendo diferentes áreas, precisam, em termos de programas de ensino, constituir-se em uma única disciplina, pois não podem estar presentes, em conteúdos e metodologias, nas diferentes disciplinas constitutivas do currículo escolar (2ª parte).
A sentença está:
Alternativas
Q2024738 Educação Física
Segundo SEQUEIROS, a educação para a cultura da solidariedade inclui três elementos necessariamente entrelaçados: a experiência, a reflexão e a ação. Sobre esse assunto, analisar a sentença abaixo:
A experiência refere-se ao conhecimento de outras situações humanas diferentes daquela na qual cada indivíduo vive (1ª parte). A ação permite a assimilação de determinados valores que possibilitam a emissão de uma opinião valorativa sobre situações e que se tenha uma posição consciente e justificada diante de situações humanas diferentes daquelas em que cada indivíduo vive (2ª parte).
A sentença está:
Alternativas
Q2022871 Educação Física
No que se refere aos papéis sociais do corpo ao longo dos séculos, julgue os itens a seguir.
I Na antiguidade grega clássica, a educação visava a um ideal harmonioso entre a alma e o corpo.
II Os jogos olímpicos na antiguidade grega clássica, momento de superação da alma e exaltação da nobreza humana, resumia-se à seguinte expressão: citius, o mais hábil; altius, o mais alto; e fortius, o mais forte.
III Na Idade Média, exaltava-se a alma em uma dimensão espiritual e compreendia-se o corpo como morada da inteligência.
IV Na atualidade, os padrões pré-estabelecidos de beleza instituem um tipo de ditadura de estética corporal.
Estão corretos apenas os itens
Alternativas
Q2016206 Educação Física
Assinale a alternativa correta sobre o emprego da terminologia aplicada à Educação Física.
Alternativas
Q2005564 Educação Física

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

É correto afirmar que a proposta crítico-superadora da Educação Física:
Alternativas
Q2005561 Educação Física

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

Considere a alternativa incorreta sobre a abordagem Desenvolvimentista da Educação Física: 
Alternativas
Q2005549 Educação Física

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

No Brasil, a história do esporte paralímpico surge em 1958, quando surgiram dois clubes de _____________, em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto: 
Alternativas
Q2005302 Educação Física
O tema saúde era uma preocupação da elite da época, (até 1930) que temendo contaminações, utilizou a Educação Física como um meio de doutrinar as classes mais baixas, no sentido de fiscalizar e promover a assepsia corporal. Essa afirmação se refere a qual Tendência Pedagógica?
Alternativas
Respostas
761: B
762: B
763: A
764: E
765: C
766: A
767: D
768: B
769: E
770: A
771: C
772: B
773: B
774: B
775: B
776: A
777: C
778: B
779: E
780: C