Questões de Concurso
Sobre teoria do consumidor em economia
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( ) Preferências convexas não podem ser representadas por curvas de indiferença circulares.
( ) Bens substitutos perfeitos são representados por curvas de indiferença côncavas.
( ) Se as preferências são racionais então as curvas de indiferença não se cruzam.
As afirmativas são, respectivamente,
Um indivíduo avesso ao risco com aversão ao risco relativa decrescente exibirá aversão absoluta ao risco decrescente.
O agente em análise apresenta aversão relativa ao risco constante, de modo que se a riqueza do consumidor aumentar, o percentual investido em ativos com risco se manterá constante.
Em um nível de riqueza x = 10, o coeficiente de aversão relativa ao risco é igual a α/10.
O coeficiente de aversão absoluta ao risco desse agente é igual a rA(x, u) = α.
O equilíbrio geral das trocas, de acordo com a Escola de Lausanne, ocorre quando a taxa marginal de substituição entre cada par de bens for a mesma para todos os indivíduos que consomem ambos os bens.
Uma deseconomia externa existe quando o custo marginal social é menor que o benefício social marginal.
A taxa marginal de substituição (TMS), calculada por meio da curva de indiferença do consumidor, corresponde à propensão marginal a pagar ou a consumir.
Considere que determinada firma tenha a função de produção de proporções fixas e que cada nível de produção exija uma combinação específica de trabalho e capital. Nessa situação, a taxa marginal de substituição técnica é constante em todos os pontos da isoquanta.
A fronteira eficiente é o conjunto de todos os portfólios de ativos com risco que oferecem a maior rentabilidade possível. Por essa razão, o risco é reduzido quando os ativos são combinados, de modo que, na curva de utilidade, a fronteira eficiente forma uma concavidade à direita.
A função utilidade de um agente avesso ao risco é convexa.
De acordo com o ótimo de Pareto, nenhum agente pode melhorar sua utilidade sem piorar a utilidade de qualquer outro agente. Esse conceito está associado a um aspecto socialmente benéfico, que deve ser adotado pelos governos.
Sendo a utilidade a propriedade que determinado bem possui de satisfazer o desejo do consumidor, espera-se que o crescimento da utilidade implique utilidade marginal negativa e crescente.
O efeito substituição, ceteris paribus, é obtido por meio de um movimento que sai da curva de indiferença mais alta e vai para outra mais baixa em decorrência de uma queda no preço de um bem. Assim, é impossível separar o efeito renda do efeito substituição, dado as duas análises serem complementares.
Em uma situação de equilíbrio, limitados renda e preço, o consumidor maximiza sua satisfação. Entretanto, se o consumidor escolher ficar abaixo da linha orçamentária, ele poderá estar satisfeito e não gastará toda a sua renda.
Uma curva de indiferença horizontal representa saturação na satisfação advinda do consumo de um bem, o que significa que a taxa marginal de substituição do bem saturado por outro é igual a zero.
A partir da união dos pontos de custo marginal obtidos entre os diversos níveis de produção observados, atinge-se a curva de custo marginal de longo prazo (CMgLP), que, por sua vez, atingirá seu valor máximo quando a curva de custo médio de longo prazo (CMeLP) também atingir seu maior valor.
A curva de Engel relaciona a quantidade consumida de uma mercadoria ao nível de renda. No caso de um bem normal, a inclinação da curva de Engel será descendente
Uma alocação será considerada eficiente no sentido de Pareto, quando forem realizadas todas as trocas de bens mutuamente vantajosas. Um exemplo desse tipo de eficiência é o monopolista perfeitamente discriminador de preços, que incorpora todo o excedente do consumidor.