Questões de Concurso
Comentadas sobre engenharia de tráfego em legislação de trânsito
Foram encontradas 158 questões
Em relação às normas do Código de Trânsito Brasileiro (Lei n.º 9.503/1997) aplicáveis à engenharia de tráfego, julgue o item que se segue.
A realização de evento que possa perturbar a livre circulação
de veículos dependerá de permissão prévia e do pagamento
de taxa ao poder público, a fim de que este providencie a
sinalização adequada do local.
Com referência a estudos de segurança viária, julgue o próximo item.
Na concepção e na implantação da sinalização de trânsito,
deve-se ter como princípio básico as condições de percepção
dos usuários da via, garantindo a real eficácia dos sinais. Um
dos princípios da sinalização é o princípio da padronização,
segundo o qual a sinalização deve seguir um padrão
legalmente estabelecido e situações iguais devem ser
sinalizadas com o mesmo critério.
Com referência a estudos de segurança viária, julgue o próximo item.
Dentro do escopo da segurança viária, a sinalização vertical
de advertência tem como finalidade ser utilizada para alertar
os condutores sobre as condições potencialmente perigosas e
as situações de obstáculos ou restrições existentes em uma
via, ou em áreas adjacentes a ela, indicando a natureza
dessas situações à frente, quer sejam permanentes ou
eventuais.
Julgue o item a seguir, pertinente a redes cicloviárias.
As ciclovias, necessariamente, têm de possuir uma separação física em relação à pista automotiva; já as ciclofaixas podem ou não possuir essa separação física, podendo, ainda, abranger espaço da referida pista, de calçada ou de canteiro central, sendo delimitadas somente por sinalização específica.
Tendo em vista que, de acordo com o CTB, a sinalização semafórica é um subsistema da sinalização viária, compondo-se de indicações luminosas acionadas de forma alternada ou intermitente por meio de sistema elétrico/eletrônico, julgue o próximo item, relativo a essa sinalização.
A avaliação da necessidade da permanência de uma
sinalização semafórica é tão importante quanto a decisão de
se implantar uma nova. Nesse sentido, há de ser levada em
conta a variação que ocorre, ao longo do tempo, da dinâmica
do trânsito em um local, por motivos diversos, tais como:
variação do número de usuários do local; alteração no uso e
ocupação do solo; modificação nas condições de circulação
no entorno.
Quanto à sinalização de trânsito e a aspectos inerentes à moderação de tráfego, julgue o item seguinte.
Admite-se acrescentar informação complementar (como
período de validade, características e uso do veículo e
condições de estacionamento, entre outras) para os sinais de
regulamentação R-1 – Parada Obrigatória e R-2 – Dê a
Preferência.
Quanto à sinalização de trânsito e a aspectos inerentes à moderação de tráfego, julgue o item seguinte.
Se determinado cruzamento no centro de uma cidade estiver
completamente congestionado e, buscando resolver essa
situação, um agente de trânsito tomar a iniciativa e ordenar a
passagem de veículos de modo a desobstruir a interseção,
ignorando as indicações luminosas de semáforo instalado no
local, tal atitude do agente de trânsito, mesmo que resolva o
problema do congestionamento, será considerada uma
violação, por desrespeitar a prevalência da sinalização,
prevista no CTB.
Tendo em vista que, em determinado município, um engenheiro de trânsito e tráfego seja incumbido de realizar um estudo de tráfego para esse município, julgue os itens que se seguem, relativos a essa situação hipotética e a conceitos pertinentes a controle e limite de velocidade em vias urbanas e rurais. Nesse sentido, considere que a sigla CTB, sempre que empregada, se refere ao Código de Trânsito Brasileiro.
Recomenda-se que o estudo de tráfego em questão relacione
a redução de velocidade quando a situação operacional da
via assim exigir, seja ela uma curva, uma travessia de
pedestres, um perímetro urbano, uma escola, uma ondulação
transversal, uma interseção ou outra situação de
restrição/proibição operacional.
Tendo em vista que, em determinado município, um engenheiro de trânsito e tráfego seja incumbido de realizar um estudo de tráfego para esse município, julgue os itens que se seguem, relativos a essa situação hipotética e a conceitos pertinentes a controle e limite de velocidade em vias urbanas e rurais. Nesse sentido, considere que a sigla CTB, sempre que empregada, se refere ao Código de Trânsito Brasileiro.
Visando à redução da velocidade, podem ser planejadas
alterações nas características do pavimento de vias, bem
como a instalação, transversalmente às vias, de dispositivos
auxiliares, como tachões.
Tendo em vista que, em determinado município, um engenheiro de trânsito e tráfego seja incumbido de realizar um estudo de tráfego para esse município, julgue os itens que se seguem, relativos a essa situação hipotética e a conceitos pertinentes a controle e limite de velocidade em vias urbanas e rurais. Nesse sentido, considere que a sigla CTB, sempre que empregada, se refere ao Código de Trânsito Brasileiro.
De acordo com o CTB, as vias urbanas destinadas a coletar e
distribuir o trânsito em que haja necessidade de entrar ou sair
das vias de trânsito rápido ou arteriais, possibilitando o
trânsito dentro das regiões da cidade, são chamadas vias
coletoras, devendo ser considerada nessas vias, onde não
existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima
de 60 km/h.

Analisando a tabela e pensando numa mobilidade urbana sustentável, é possível concluir que:
(1) ao crescimento desordenado dos municípios;
(2) à desarticulação entre planejamento urbano e planejamento de transporte;
(3) ao crescente uso do transporte individual motorizado;
(4) à qualidade das políticas públicas de transporte coletivo;
(5) à quantidade de campanhas governamentais estimulando transporte coletivo.
Estão corretos os itens:
Assim, pode-se dizer que a BR-377 é uma rodovia
Neste esquema, o percentual de tempo total ocupado pelos períodos entreverdes é de:
“Tarifa destinada a cobrir os reais custos do serviço prestado ao usuário por operador público ou privado, além da remuneração do prestador, constituído pelo preço público cobrado do usuário pelos serviços, somado à receita oriunda de outras fontes de custeio”
Esta definição está relacionada ao que chamamos de: