Questões de Concurso Sobre medicina legal
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No âmbito da medicina legal, as energias de ordem mecânica são responsáveis pela maioria das lesões traumáticas observadas em vítimas de agressões, acidentes e homicídios. Além dessas, há também as energias físicas não mecânicas, como térmicas, elétricas, químicas e radioativas, que produzem efeitos lesivos com características distintas. No que se refere a esse assunto, julgue o seguinte item
No âmbito da medicina legal, as energias de ordem mecânica são responsáveis pela maioria das lesões traumáticas observadas em vítimas de agressões, acidentes e homicídios. Além dessas, há também as energias físicas não mecânicas, como térmicas, elétricas, químicas e radioativas, que produzem efeitos lesivos com características distintas. No que se refere a esse assunto, julgue o seguinte item
No âmbito da medicina legal, as energias de ordem mecânica são responsáveis pela maioria das lesões traumáticas observadas em vítimas de agressões, acidentes e homicídios. Além dessas, há também as energias físicas não mecânicas, como térmicas, elétricas, químicas e radioativas, que produzem efeitos lesivos com características distintas. No que se refere a esse assunto, julgue o seguinte item
No âmbito da medicina legal, as energias de ordem mecânica são responsáveis pela maioria das lesões traumáticas observadas em vítimas de agressões, acidentes e homicídios. Além dessas, há também as energias físicas não mecânicas, como térmicas, elétricas, químicas e radioativas, que produzem efeitos lesivos com características distintas. No que se refere a esse assunto, julgue o seguinte item
No âmbito da medicina legal, as energias de ordem mecânica são responsáveis pela maioria das lesões traumáticas observadas em vítimas de agressões, acidentes e homicídios. Além dessas, há também as energias físicas não mecânicas, como térmicas, elétricas, químicas e radioativas, que produzem efeitos lesivos com características distintas. No que se refere a esse assunto, julgue o seguinte item
No âmbito da medicina legal, as energias de ordem mecânica são responsáveis pela maioria das lesões traumáticas observadas em vítimas de agressões, acidentes e homicídios. Além dessas, há também as energias físicas não mecânicas, como térmicas, elétricas, químicas e radioativas, que produzem efeitos lesivos com características distintas. No que se refere a esse assunto, julgue o seguinte item
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Brasileira morta em vulcão: saiba o que é traumatismo por força contundente
A autópsia da brasileira Juliana Marins, que morreu após uma queda no vulcão Rinjani, na Indonésia, concluiu que a causa da morte foi traumatismo por força contundente, que resultou em danos aos órgãos internos e hemorragia extensa.
As descobertas forenses indicam que o óbito ocorreu em um período muito curto após os ferimentos, ressaltando a natureza súbita do ocorrido. As lesões por abrasão e deslizamento ("luka lecet geser") observadas no corpo são compatíveis com uma queda.
De acordo com o Dr. Ida Bagus Putu Alit, médico legista do Hospital Bali Mandara, a morte de Juliana Marins foi "imediatamente" após o trauma, com uma estimativa de não mais de 20 minutos após a lesão mais grave.
O traumatismo por força contundente é caracterizado por uma lesão causada por forte impacto contra uma superfície ou objeto, sem lesão penetrante na pele, conforme explica Gustavo Tadeu Sanchez, diretor da Sociedade Brasileira do Trauma Ortopédico (SBTO), à CNN.
"O impacto pode gerar lesões relacionadas com a energia do trauma. Então, pode haver fraturas e contusão do pulmão, com possibilidade de hemorragia associada", afirma.
No caso de Juliana, os exames revelaram múltiplas fraturas e lesões disseminadas por quase todo o corpo, incluindo órgãos internos no tórax e no abdômen. A área mais gravemente afetada foi a região do dorso/coluna, que sofreu lesões que comprometeram os órgãos internos relacionados à respiração.
"Ela teve um trauma torácico grave, ou seja, uma contusão de alta energia na caixa torácica. Isso, além de pegar as costelas, que seriam o nosso "para-choque", pode causar a contusão no pulmão", explica Sanchez. "Isso atrapalha a função do pulmão, que é justamente de fazer essa troca gasosa, podendo levar, também, à hemorragia", completa.
A hemorragia também pode diminuir o transporte de oxigênio para os órgãos. "A perda de sangue gera o que chamamos de vasoconstrição, que é o estreitamento dos vasos para otimizar a propagação de oxigênio. Ela também aumenta a velocidade do batimento do coração, assim como a frequência da respiração", explica Sanchez.
No entanto, todas essas medidas tomadas pelo corpo em prol de sua própria sobrevivência geram repercussões no paciente. "Se a hemorragia não for contida, chega um momento em que essas medidas não são suficientes e podem, inclusive, evoluir para morte", afirma. "Isso depende muito da gravidade da lesão e da quantidade que há de perda sanguínea", finaliza.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/brasileira-morta-em-vulcao-saiba-o-que-e-traumatismo-por-forca-contundente/
A existência de um banco estadual integrado à RIBPG desobriga a unidade federativa de seguir os protocolos nacionais de padronização dos perfis genéticos, desde que os resultados obtidos cumpram os requisitos estabelecidos na norma ISO/IEC 17025:2017.
De acordo com o Decreto n.º 7.950/2013, a competência para realizar auditorias periódicas nos bancos de perfis genéticos pode ser delegada aos laboratórios integrantes da RIBPG, desde que respeitados os requisitos técnicos definidos em regulamento próprio.
A consolidação dos bancos de perfis genéticos no Brasil foi favorecida por acordos com o FBI, órgão de investigação criminal dos Estados Unidos da América que fez a cessão do software CODIS (Combined DNA Index System), e pela criação da RIBPG, viabilizando o intercâmbio nacional de perfis genéticos.
O Banco Nacional de Perfis Genéticos foi oficialmente instituído no Brasil em 2013, com a finalidade de armazenar, comparar e compartilhar perfis genéticos produzidos por laboratórios forenses integrantes da RIBPG.
Os bancos de perfis genéticos operam com base na extração de marcadores STR (repetições curtas em tandem) autossômicos de regiões não codificantes do DNA, o que assegura a individualização genética sem acesso a informações fenotípicas ou de saúde do indivíduo