Questões de Concurso Sobre medicina legal
Foram encontradas 5.514 questões
Em investigações forenses, vestígios biológicos coletados sob as unhas de vítimas podem ser cruciais para esclarecer casos de agressão física ou sexual. Um estudo recente avaliou a transferência e persistência de DNA masculino sob as unhas de mulheres em simulações controladas de arranhões. As amostras subungueais foram coletadas em diferentes momentos após o contato, sem limpeza prévia das unhas. Os resultados indicaram que o DNA do homem arranhado foi detectado até 6 horas após o evento, com uma diminuição significativa após as 3 primeiras horas. Além disso, entre 6 e 24 horas após o arranhão, foram detectados perfis genéticos masculinos estranhos aos participantes, o que sugere possível contaminação de fundo ou transferência posterior. Esses achados reforçam a importância de se considerarem o tempo de coleta e a possibilidade de DNA de fundo na interpretação de evidências subungueais, especialmente ao se avaliar o tipo de atividade envolvida.
Damour, Géraldine et al. Tracking male DNA transfer and survival under female victim fingernails: insights from a 24 h scratch simulation. Forensic Science International: Genetics, v. 78, 2025 (com adaptações).
Se o DNA de fundo das amostras subungueais for originário de um animal macho, como o cachorro da vítima, por exemplo, e estiver em maior quantidade que o DNA do suspeito, o perfil genético obtido por análise de conjuntos comerciais de STR (short tandem repeats) do cromossomo Y irá excluir o suspeito.
Em investigações forenses, vestígios biológicos coletados sob as unhas de vítimas podem ser cruciais para esclarecer casos de agressão física ou sexual. Um estudo recente avaliou a transferência e persistência de DNA masculino sob as unhas de mulheres em simulações controladas de arranhões. As amostras subungueais foram coletadas em diferentes momentos após o contato, sem limpeza prévia das unhas. Os resultados indicaram que o DNA do homem arranhado foi detectado até 6 horas após o evento, com uma diminuição significativa após as 3 primeiras horas. Além disso, entre 6 e 24 horas após o arranhão, foram detectados perfis genéticos masculinos estranhos aos participantes, o que sugere possível contaminação de fundo ou transferência posterior. Esses achados reforçam a importância de se considerarem o tempo de coleta e a possibilidade de DNA de fundo na interpretação de evidências subungueais, especialmente ao se avaliar o tipo de atividade envolvida.
Damour, Géraldine et al. Tracking male DNA transfer and survival under female victim fingernails: insights from a 24 h scratch simulation. Forensic Science International: Genetics, v. 78, 2025 (com adaptações).
A análise de marcadores situados no cromossomo Y é inadequada quando se avalia um conjunto de suspeitos que compartilham um ancestral comum via paterna.
Em investigações forenses, vestígios biológicos coletados sob as unhas de vítimas podem ser cruciais para esclarecer casos de agressão física ou sexual. Um estudo recente avaliou a transferência e persistência de DNA masculino sob as unhas de mulheres em simulações controladas de arranhões. As amostras subungueais foram coletadas em diferentes momentos após o contato, sem limpeza prévia das unhas. Os resultados indicaram que o DNA do homem arranhado foi detectado até 6 horas após o evento, com uma diminuição significativa após as 3 primeiras horas. Além disso, entre 6 e 24 horas após o arranhão, foram detectados perfis genéticos masculinos estranhos aos participantes, o que sugere possível contaminação de fundo ou transferência posterior. Esses achados reforçam a importância de se considerarem o tempo de coleta e a possibilidade de DNA de fundo na interpretação de evidências subungueais, especialmente ao se avaliar o tipo de atividade envolvida.
Damour, Géraldine et al. Tracking male DNA transfer and survival under female victim fingernails: insights from a 24 h scratch simulation. Forensic Science International: Genetics, v. 78, 2025 (com adaptações).
A análise de lâminas com as amostras subungueais coletadas logo após um arranhão em um braço de um agressor revela, à observação em microscopia óptica, conjuntos de células alongadas e fusiformes, sendo parte delas uninucleadas e binucleadas, típicas de tecido epitelial cutâneo.
Em investigações forenses, vestígios biológicos coletados sob as unhas de vítimas podem ser cruciais para esclarecer casos de agressão física ou sexual. Um estudo recente avaliou a transferência e persistência de DNA masculino sob as unhas de mulheres em simulações controladas de arranhões. As amostras subungueais foram coletadas em diferentes momentos após o contato, sem limpeza prévia das unhas. Os resultados indicaram que o DNA do homem arranhado foi detectado até 6 horas após o evento, com uma diminuição significativa após as 3 primeiras horas. Além disso, entre 6 e 24 horas após o arranhão, foram detectados perfis genéticos masculinos estranhos aos participantes, o que sugere possível contaminação de fundo ou transferência posterior. Esses achados reforçam a importância de se considerarem o tempo de coleta e a possibilidade de DNA de fundo na interpretação de evidências subungueais, especialmente ao se avaliar o tipo de atividade envolvida.
Damour, Géraldine et al. Tracking male DNA transfer and survival under female victim fingernails: insights from a 24 h scratch simulation. Forensic Science International: Genetics, v. 78, 2025 (com adaptações).
A baixa persistência de DNA subungueais após 6 horas decorre da rápida degradação do DNA fora do corpo.
I. Os hematomas são promovidos por ação contundente.
II. O trajeto é o percurso do projétil de arma de fogo no interior do corpo humano.
III. Em disparos de arma de fogo a curta distância, no corpo humano, são encontrados efeitos primários, mas não os secundários do projétil de arma de fogo.
IV. A trajetória é o percurso do projétil de arma de fogo fora do corpo humano.
É correto o que se afirma somente em
I. A papiloscopia é uma técnica primária de identificação.
II. A avaliação da arcada dentária é uma técnica primária de identificação.
III. A avaliação de amostras de DNA é uma técnica primária de identificação.
IV. O reconhecimento é uma forma de identificação humana.
É correto o que se afirma em
No que diz respeito à decomposição cadavérica, é correto afirmar que as fases dos fenômenos cadavéricos ocorrem na seguinte sequência:
Com base no caso apresentado, em relação à avaliação realizada no hospital pelo médico legista, assinale a afirmação verdadeira.
O Protocolo de Minnesota recomenda a dispensa de exame antropológico quando o contexto da morte for de conhecimento público, visando assegurar o respeito à sensibilidade social e à dignidade das vítimas.
O Protocolo de Istambul fornece diretrizes para documentar sinais físicos e psicológicos de tortura, com base em avaliações médicas e periciais.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha atua de forma neutra, imparcial e independente em zonas de conflito armado, não sendo órgão subordinado à Organização das Nações Unidas (ONU).
A atuação em contextos de direitos humanos exige padronização metodológica, considerando a natureza excepcional dos casos.
Para preservar a neutralidade das nações, a Convenção de Genebra proíbe a identificação de mortos em conflitos armados.
A antropologia forense deve atuar com base na verdade, na justiça e na reparação, o que exige sensibilidade ética e compromisso com as vítimas.
Todos os centros de perícias e institutos médico-legais brasileiros dispõem de laboratórios dedicados a análises em antropologia forense, o que possibilita que as instituições estatais atuem em contextos de violações aos direitos humanos.
A antropologia forense é frequentemente utilizada na exumação de fossas comuns e na identificação de vítimas de regimes autoritários.
A classificação do tipo de desastre é fundamental para avaliar se existe número fixo, identificável e confiável de vítimas.
Os métodos primários, realizados apenas pela equipe de antropologia forense, são utilizados para identificar, de forma inequívoca, vítimas de tragédia de massa.
Em tragédias de massa, a equipe de perícia deve iniciar seu trabalho antes do início dos trabalhos da equipe de resgate.