Questões de Concurso
Sobre estudos culturais em jornalismo
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No seu texto Codificação/Decodificação, Stuart Hall propõe uma forma de analisar o processo comunicativo diversa da tradicionalmente usada em modelos lineares. O autor afirma:
O processo, desta maneira, requer, do lado da produção, seus instrumentos materiais − seus ‘meios’ − bem como seus próprios conjuntos de relações sociais (de produção) − a organização e combinação de práticas dentro dos aparatos de comunicação. Mas é sob a forma discursiva que a circulação do produto se realiza, bem como sua distribuição para diferentes audiências. Uma vez concluído, o discurso deve então ser traduzido − transformado de novo − em práticas sociais, para que o circuito ao mesmo tempo se complete e produza efeitos. Se nenhum ‘sentido’ é apreendido, não pode haver ‘consumo’. Se o sentido não é articulado em prática, ele não tem efeito.
(Hall, Stuart. Codificação/Decodificação. In: Da Diáspora − Identidades e Mediações Culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011. p. 366)
Nesta percepção, o que faz a transmissão televisiva de um evento histórico ser passível de significação, e não de transmissão completa do real, é
A impossibilidade de feedback no processo de comunicação funcionalista foi um dos pontos mais atacados pelos teóricos que vieram depois dos pensadores da Escola de Chicago, a exemplo dos integrantes da corrente inglesa intitulada Estudos Culturais.
As teorias alinhadas a esse paradigma consideram como fatores determinantes na produção das notícias os itens relacionados abaixo, EXCETO:
Para os estudos culturais, a situação em que o destinatário de uma mensagem a entende de modo muito diverso do que era a intenção do emissor ao produzi-la é denominada decodificação aberrante.
A formulação do paradigma da comunicação social — Quem diz o quê a quem, por qual canal, com quais efeitos? — estabelece cinco linhas de pesquisa, que são, respectivamente, análise de controle, de conteúdo, de audiência, de mídia e de efeitos.
Brasil, julgue os itens que se seguem.
Os conceitos de moda e estilo são equivalentes e tanto a moda como o estilo têm como objetivo a substituição de algo já existente por algo novo, ou seja, ambos têm como objeto a novidade.
A palavra moda origina-se do grego modus e significa modo, maneira.
Beau Brummell transformou os códigos ingleses do vestuário e da etiqueta no período entre 1794 e 1816, ao dispensar modelos luxuosos em favor de peças justas e de sóbria perfeição.