Questões de Concurso
Sobre políticas públicas de comunicação em comunicação social
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Para a alta administração de organizações com nível de excelência em estratégia, processos e operações, o papel da comunicação restringe-se a executar as ações previstas no planejamento estratégico.
A Comunicação Pública ocorre no espaço formado pelos fluxos de informação e de interação entre agentes públicos e atores sociais (governo, Estado e sociedade civil − inclusive partidos, empresas, terceiro setor e cada cidadão) em temas de interesse público.
Ela trata de compartilhamento, negociação, conflitos e acordos na busca do atendimento de interesses referentes a temas de relevância coletiva. A Comunicação Pública ocupa-se da viabilização do direito social coletivo e individual ao diálogo, à informação e expressão.
(DUARTE, Jorge. Comunicação pública. In: SILVA, Luiz Martins (Org.). Comunicação pública: algumas abordagens. Brasília: Casa das Musas, 2010, p. 8)
A prática profissional de um comunicólogo em uma instituição pública pauta-se por uma abordagem que promova o
No que se refere à comunicação pública, julgue o item seguinte.
A comunicação pública é corretamente definida como o processo de comunicação que se instaura entre o Estado e o governo para ser um espaço privilegiado de negociação entre interesses dessas instâncias de poder.
No que se refere à comunicação pública, julgue o item seguinte.
O objetivo da comunicação pública é promover a troca de informações de interesse público ou compartilhá-las.
A respeito da área e das técnicas de relações públicas, julgue o item que se segue.
Se existe um regime político que necessite de Relações Públicas é precisamente o democrático.
Durante o período colonial, diferentemente de outras épocas, havia incentivo à cultura, com grande circulação de livros, jornais e peças de teatro vindas da Europa.
Entre o período de 1985 e 1995, dez ministros da cultura assumiram a pasta, o que pode evidenciar a instabilidade das políticas culturais do Brasil.
De forma geral, é possível afirmar que os parcos recursos destinados historicamente ao Ministério da Cultura no Brasil sejam responsáveis pela predominância das leis de incentivo, para financiamento do setor cultural.
Uma das primeiras leis de incentivo à cultura do Brasil após o período da denominada ditadura militar, a chamada Lei Sarney (1986), foi revogada pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello, o que marcou o início de um processo de desmonte da cultura, o qual preservou apenas a FUNARTE e a EMBRAFILME.
Instituições como Serviço Nacional de Teatro, Instituto Nacional do Livro, Instituto Nacional do Cinema Educativo e Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional foram criadas pelo ex-presidente José Sarney, logo depois da denominada ditadura militar.
Ao fugir das tropas de Napoleão para o Brasil, a família real portuguesa trouxe os acervos reais que originaram instituições como a Biblioteca Nacional e o Museu de Belas Artes; no entanto essas ações não se configuraram como política cultural.