Questões de Concurso
Comentadas sobre ética da comunicação em comunicação social
Foram encontradas 227 questões
cruzada dos meios de comunicação teve no Brasil, julgue os itens
seguintes.
princípios éticos da atividade jornalística, julgue os itens seguintes.
princípios éticos da atividade jornalística, julgue os itens seguintes.
princípios éticos da atividade jornalística, julgue os itens seguintes.
princípios éticos da atividade jornalística, julgue os itens seguintes.
do setor no Brasil, julgue os itens subsequentes.
do setor no Brasil, julgue os itens subsequentes.
publicidades de bebidas alcoólicas para o público em geral e de
bebidas com baixo teor nutricional e de alimentos não saudáveis
dirigidas às crianças. Os veículos de comunicação, as empresas
e as agências publicitárias defendem que tais publicidades, como
toda e qualquer publicidade comercial, consubstanciariam
manifestações dos direitos de informação e de expressão. Por
isso, impor restrições às manifestações publicitárias seria um
atentado à democracia. Por outro lado, instituições e grupos
sociais que estudam e analisam a influência da publicidade na
sociedade defendem que a publicidade é ato puramente comercial
e não a manifestação do pensamento, criação, expressão ou
informação.
A partir do texto acima, julgue o item que se segue.
item a seguir.
procedimentos para instruir normativamente as ações de
comunicação social, julgue os itens a seguir.
O artigo 8º do Código de Ética do Jornalista prevê que esse profissional resguardará a origem e identidade de suas fontes
O Código de Ética do Jornalista prevê que é dever do jornalista divulgar todos os fatos que sejam de interesse
Sobre assessoria de imprensa o Código de Ética do Jornalismo determina que um jornalista NÃO pode:
O Código de Ética dos Jornalistas determina:
Eugênio Bucci, no livro Sobre Ética e Imprensa, discute o fenômeno por ele denominado como "síndrome da autossuficiência ética", que se caracterizaria por uma má vontade em relação a discussões sobre ética na cultura das redações. Bucci relaciona algumas possibilidades para se pensar a constituição desse traço no jornalismo brasileiro. Leia as alternativas abaixo, considerando o pensamento de Bucci.
I. Torcer o nariz para o tema é coerente com a tradição da cultura política brasileira, que não prima por valores universais.
II. A recusa em discutir ética em público se manifesta como se fosse afirmação de independência. É como se a imprensa dissesse que seus valores não estão em discussão, e que os seus métodos são bons, corretos e justos por definição.
III. A "casca grossa" desenvolvida pelas redações foi uma forma de proteção encontrada em relação à prepotência estatal e ao tráfico de influência de corruptos.
IV. Toda decisão jornalística é uma decisão que gera efeitos éticos, mas, se, para ser tomada, ela precisasse ser exaustivamente discutida, o jornalismo seria uma quimera.
V. Os jornalistas se protegeram para fazer jornalismo. Falaram implicitamente de ética e agiram eticamente ao realizar reportagens de interesse coletivo relevantes do ponto de vista econômico.
Considerando V(verdadeiro) e F(falso), assinale a alternativa que contém a sequência correta.
Desde o século XX, e mais acentuadamente no século XXI, a constante emergência de novas tecnologias em contexto nacional e mundial tem contribuído para reconfigurar permanentemente o cenário da comunicação, abrindo novas possibilidades de construção e circulação da informação. No que diz respeito aojornalismo, contudo, os parâmetros de distribuição da informação continuam pautados pela preocupação com a verdade dos fatos, que se expressa nos contextos de apuração e de divulgação. Leia as afirmativas abaixo, com relação à preocupação que norteia o fazerjornalístico no atual cenário da comunicação, face aos incisos dispostos no Código de Ética.
I. O jornalista deve defender a soberania nacional em seus aspectos político, econômico, social e cultural.
II. O jornalista deve rejeitar alterações nas imagens captadas que deturpem a realidade, sempre informando ao público o eventual uso de recursos de fotomontagem, edição de imagem, reconstituição de áudio ou quaisquer outras manipulações.
III. O jornalista não pode submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação.
Das afirmativas apresentadas, está(ao) correta(s) somente
Em 2003, uma polêmica envolvendo Joelmir Beting (na época, colunista dos jornais O Globo e O Estado de São Paulo) reacendeu a discussão sobre as tênues fronteiras que separam o jornalismo da publicidade. Joelmir havia aceitado ser "garoto propaganda" do Banco Bradesco. No site do Observatório da Imprensa, de dezembro de 2003, Luiz Antônio Magalhães questiona o fato de Joelmir se propor a ocupar "lugares" no contexto da comunicação com propósitos e interesses tão distintos, para não dizer contraditórios: "o exercício do jornalismo é incompatível com a função de garoto-propaganda, qualquer que seja o produto que o jornalista se disponha a anunciar. Eesta incompatibilidade sedápor uma razão simples: ao fazer publicidade, o profissional do jornalismo perde a credibilidade necessária para exercer o seu ofício, qual seja o de buscar a verdade dos fatos e informar corretamente o público" (Luiz Antônio Magalhães, site Observatório da Imprensa, dezembro de 2003).
Com o texto "Posso falar?", publicado em dezembro de 2003 em seu site, Beting respondeu publicamente a repreensões com relação à sua conduta (tal como a de Luiz Antônio), materializadas na voz de inúmeros jornalistas e veículos de comunicação: "Quem mistura jornalismo com publicidade, sem distinguir uma coisa da outra, são precisamente os que aprovam acriticamente o banimento da minha coluna de O Globo e O Estado -com a claque dos que tomam por ética da profissão o que não passa de estética do jornalismo. (...) Transparência, eis a questão. Anunciar fundo mútuo, carro zero ou creme dental não faz mal à população. O que, no jornalismo, coloca o povo brasileiro em perigo e a ética da profissão na sarjeta é o antigo e até festejado merchandising jornalístico de caráter político, partidário, ideológico, cultural, religioso, militante. Isso não é informação. É manipulação. Ou desinformação" (Joelmir Beting, site Joelmir Beting, dezembro de 2003).
A contra-argumentação de Joelmir Beting se sustenta no questionamento de uma falta de transparência com relação aos limites entre o jornalismo e a publicidade. Pode-se dizer que a fala de Beting encontra eco no parâmetro de conduta estabelecido pelo Código de Ética, através do qual o jornalista
Em relação ao Código de Ética dos Profissionais de Relações Públicas, reformulado conforme Resolução CONFERP 02/85, de 06/11/85, é correto afirmar que
O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros parte do pressuposto que deve ser garantido ao cidadão o direito de informar, de ser informado e de ter acesso à informação. Essa garantia está expressa no art. 1o desse documento, que foi aprovado em Vitória, no dia 04 de agosto de 2007. O referido artigo cita, explicitamente,
Propaganda, o profissional da área compromete-se a fazer uso de
técnicas profissionais voltadas a campanhas que visem consumir
mais os bons produtos, utilizar mais os bons serviços, o progresso
das boas instituições e a difusão de ideias sadias. Com relação a
esse assunto, julgue os itens subsequentes.