Questões de Concurso Sobre sociologia

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Q3813527 Sociologia
“O que desgarra e separa os brasileiros em componentes opostos é a estratificação de classes. Mas é ela que, do lado de baixo, unifica e articula, como brasileiros, as imensas massas predominantemente escuras, [...]. O ruim aqui, e efetivo fator causal do atraso, é o modo de ordenação da sociedade, estruturada contra os interesses da população, desde sempre sangrada para servir a desígnios alheios e opostos aos seus. Não há, nunca houve, aqui um povo livre, regendo seu destino na busca de sua própria prosperidade. O que houve e o que há é uma massa de trabalhadores explorada, humilhada e ofendida por uma minoria dominante, espantosamente eficaz na formulação e manutenção de seu próprio projeto de prosperidade, sempre pronta a esmagar qualquer ameaça de reforma da ordem social vigente.”

RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

Partindo do que Darcy Ribeiro demonstra, assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.

( ) O povo brasileiro, mestiçado de matrizes africanas, europeias e indígenas, mesmo dividido em classes dominantes, convive em todas esses estratos sociais com mais homogeneidade racial.
( ) Os brasileiros, forjados no quadro de dominação social de classes e da mestiçagem, formam um povo que ainda se depara com o desafio de realizar uma emancipação social abrangente.
( ) O povo brasileiro, mestiço na carne e no espírito, é um povo novo e motivado a realizar uma missão civilizatória, sem impedimentos para cumprir seu destino de ordem e progresso.

A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Q3813526 Sociologia
O surgimento da Sociologia está ligado a um duplo processo que envolveu variantes epistemológicas e sóciohistóricas (Sell, 2015). Por variantes epistemológicas, entenda-se as transformações que ocorreram com as maneiras de pensar e abordar as realidades humana e natural com o advento das ciências na Europa da época moderna. Já as variantes sóciohistóricas dizem respeito às mudanças nas estruturas sociais e político-econômicas das sociedades europeias, principalmente durante o século XIX, período de emergência da ciência sociológica.

SELL, Carlos Eduardo. Sociologia Clássica: Marx, Durkheim e Weber. 7ª ed. Petrópolis-RJ: Vozes, 2015.

No que concerne ao surgimento da Sociologia, é correto afirmar que 
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Q3813525 Sociologia
Existe, neste mundo contemporâneo afetado pelas tecnologias de comunicação e informação, com a popularização do uso da Internet e do uso massivo das chamadas “redes sociais” (Facebook, Instagram, TikTok), uma “espetacularização do eu”. A intimidade e a vida privada hoje se tornam um show, um espetáculo, como comprovam as milhões de selfies (autorretratos) tiradas cotidianamente por milhões de pessoas e postadas nos seus perfis virtuais. Mas não só de imagens se faz esse show, pois as opiniões, as preferências políticas e os gostos artísticos e gastronômicos de cada pessoa são parte, também, importante desse espetáculo. O essencial é que imagens, gostos e opiniões pessoais sejam publicizados para que todos possam ver, curtir e compartilhar. O show, afinal, sou “eu” e este é um fenômeno socioantropológico desses tempos de muita conexão sociodigital.

SIBILIA, Paula. O Show do Eu: a intimidade como espetáculo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.

Considerando essa “espetacularização do eu” como fenômeno socioantropológico, assinale a afirmação verdadeira.
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Q3813523 Sociologia
O riso e o humor são fenômenos socioculturais e isto significa afirmar que são particulares as razões pelas quais as pessoas riem e fazem rir, em cada cultura e lugar sócio-histórico. [...]. Pode-se argumentar, contudo, que há certa constância nos motivos para se rir, mesmo sob a diversidade cultural. É plausível sentenciar que, em todos os tempos e lugares, o inusitado, o “anormal” e o esquisito podem chocar ou surpreender e tudo que possa quebrar algum ritmo corriqueiro ou ordinário da vida pode se constituir como mote para fazer rir. Porém, é evidente que tudo isso vai depender de certos parâmetros de percepção que apenas a cultura de cada grupo ou sociedade pode dar para o que é considerado inusitado, “anormal” ou esquisito. [...]. Por fim, o riso e o humor são inerentes ao ser humano, pois são fenômenos comuns a todas as sociedades e fortemente condicionados pelas culturas.

SILVA NETO, Fco. Secundo da. Rir e fazer rir – alguns apontamentos teóricos. Revista Espaço Acadêmico, n° 111, Maringá-PR, agosto 2010. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/ 10754/5858 acesso em: 10/10/2025. Adaptado.

Considerando os fenômenos do riso e do humor, é sociologicamente correto afirmar que
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Q3813520 Sociologia
Para Bauman (2010), nas sociedades capitalistas e consumistas contemporâneas, viver a crédito cria tanta dependência como um vício em drogas. Atualmente, no mundo povoado por múltiplas telas e estímulos, existe todo tipo de influência mercadológica e de acesso a crédito facilitado, devido, principalmente, ao advento das Fintechs, que estimulam o consumo compulsivo, provocando o endividamento ou superendividamento das pessoas. Para este autor, na verdade, ingressar hoje nessa condição de consumidor endividado está mais fácil do que nunca antes na história da humanidade, mas escapar dessa condição jamais foi tão difícil. Para ele, ainda, todos os que podiam se transformar em devedores e milhões de outros que não podiam e não deviam ser induzidos a pedir empréstimo ou comprar a crédito já foram fisgados e seduzidos para fazer dívidas.

BAUMAN, Zigmunt. Capitalismo Parasitário. Capitalismo Parasitário – e outros temas contemporâneos. RJ: Zahar, 2010.

Partindo do exposto, é correto afirmar que
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Q3813519 Sociologia
O uso de smartphones nas sociedades contemporâneas é generalizado; essa ferramenta, largamente utilizada pela grande maioria das pessoas, é exterior aos indivíduos, se tomados de forma isolada, uma vez que este uso independe da vontade de um ou outro indivíduo na sociedade, e é imperativo, pois as pessoas hoje são, de alguma forma, compelidas a usar esses aparelhos, pois eles se tornaram uma obrigação social para as atividades diárias.
O enunciado acima descreve o uso de smartphones como um(a)
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Q3813514 Sociologia
“Ora, na medida em que nós negros estamos na lata de lixo da sociedade brasileira, pois assim o determina a lógica da dominação, caberia uma indagação: por que o negro é isso que a lógica da dominação tenta (e consegue muitas vezes, nós o sabemos) domesticar? E o risco que assumimos aqui é o ato de falar com todas as implicações. Exatamente porque temos sido falados, infantilizados, que neste trabalho assumimos nossa própria fala. Ou seja, o lixo vai falar, e numa boa.”

GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: Lélia Gonzalez. Primavera para as rosas negras: Lélia Gonzalez em primeira pessoa. Diáspora Africana: Editora Filhos da África, 2018., p. 193. (Adaptado).

Lélia Gonzalez (1935-1994) propõe, no trecho acima, uma contranarrativa sobre a emancipação dos negros no Brasil, com a compreensão de que
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Q3813507 Sociologia
“O abolicionismo não se contenta em ser o advogado ex officio da porção da raça negra ainda escravizada; não reduz a sua missão a promover e conseguir – no mais breve prazo possível resgate dos escravos e dos ingênuos. Essa obra – de reparação, vergonha ou arrependimento, como a queiram chamar – da emancipação dos atuais escravos e seus filhos é apenas a tarefa imediata do abolicionismo. Além dessa, há outra maior, a do futuro: a de apagar todos os efeitos de um regime que, há três séculos, é uma escola de desmoralização e inércia, de servilismo e irresponsabilidade para a casta dos senhores, e que fez do Brasil a pátria da escravidão.”

NABUCO, Joaquim. Que é o abolicionismo? São Paulo: Companhia das Letras, 2011., p. 12. (Adaptado).

Sobre o trecho de Joaquim Nabuco (1849-1910), um clássico pensador liberal brasileiro, é correto afirmar que
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Q3813504 Sociologia
“Padeceis de muitos erros e enganos sem vos perceber por causa da ignorante devoção com que vossos doutores vos trazem cegos, não vos permitindo, de maneira nenhuma, a tão proveitosa, saudável e totalmente necessária lição da Sagrada Escritura em língua vulgar, em que bem clara e distintamente, para vossa própria Salvação, a possais entender. Esses doutores, pintando a Sagrada Escritura de forma tão cheia de faltas, tão feia, tão monstruosa, tão horrível, tão medonha e tão perigosa, que nem ainda para ela quereis vós olhar.”

D’ALMEIDA, João Ferreira Annes. Differença d'a Christandade. Batávia: Henrique Brando e João Bruyningo, 1668., p. s.p. (Adaptado).

O missionário protestante João Ferreira de Almeida (1628-1691), além de ter sido o primeiro tradutor da Bíblia cristã para o português, tendo publicado o Novo Testamento em 1681, em Amsterdã, também editou o opúsculo intitulado Diferença da Cristandade, direcionado “a todos os Católicos Romanos da nação portuguesa”, em 1668. Sobre isso, é correto afirmar que
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Q3813500 Sociologia
“A relação entre cultura, poder e território compõe, para o discurso da nova geografia urbana, uma rede conceitual a partir da qual emergem sentidos outros para a cidade, além do sentido nomoespacial (lei-território) tradicional. No discurso da nova geografia urbana, a cidade se elabora a partir não de individualidades autônomas, mas de sujeitos coletivos que, agindo sobre o espaço urbano, são agentes que efetivam a territorialização dele. A noção de territorialização, portanto, pressupõe sujeitos sociais que se agrupam a partir de uma identidade e promovem a ação de marcar, no território da cidade, essa identidade.”

COSTA, Êmy Virgínia Oliveira da. Topografias e cronografias urbanas: o discurso da cidade às páginas do Caderno3. 2015. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Letras) – Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Pau dos Ferros, 2015., p. 65s. (Adaptado).

Para a Profa. Êmy Costa, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), o discurso-saber-poder da nova geografia compreende o espaço urbano como um campo, em que 
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Q3813499 Sociologia
“Em seu famoso discurso no Vale do Anhangabaú, em 1945, Luís Carlos Prestes ensaiava o delineamento de uma proposta, destacando a necessidade de se criar uma legislação que disciplinasse a propriedade da terra e coibisse a existência de latifúndios improdutivos próximos aos grandes centros consumidores e às vias de comunicação.”

MEDEIROS, Leonilde Servolo de. Luta por terra e organização dos trabalhadores rurais: a esquerda no campo nos anos 50/60. In: Moraes, João Quartim; Roio, Marcos del (Org.). História do marxismo no Brasil. Campinas: Ed. Unicamp, 2000., p. 214s.

O discurso marxista brasileiro encontra, na questão agrária, um ponto nodal de reflexão, pois 
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Q3813494 Sociologia
Leia o seguinte excerto sobre a criação do Passeio Público em Fortaleza: “O Passeio era um lugar para todos…, mas separadamente. O logradouro possuía três planos; entretanto não havia nenhuma determinação oficial reservando cada um para as três distintas classes sociais. O fato é que tal acabou acontecendo ‘naturalmente’, no dizer dos cronistas da época. [...]  Assim, o primeiro plano, o mais embelezado, ficou como palco para deleite das elites, enquanto o segundo e o terceiro (menos aformoseados) foram ocupados, respectivamente, pelas camadas médias e populares”.

PONTE, Sebastião. A Belle Époque em Fortaleza: remodelação e controle. In: Souza, Simone (org.). Uma nova história do Ceará. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2000, p.170-171.

Com base no trecho, pode-se afirmar corretamente que
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Q3813470 Sociologia
De acordo com os dados preliminares do censo de 2022 relativos ao trabalho e rendimento, divulgados pelo IBGE em outubro de 2025, as regiões Norte e Nordeste estão abaixo da média nacional, com as piores médias salariais. Esses dados expressam uma persistência na formação socioespacial brasileira de acessos diferenciados da reprodução social, como bens, serviços, lazer, direitos e mobilidade. Esse relato diz respeito a
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Q3811470 Sociologia

A interseccionalidade nos estudos de gênero nas ciências sociais significa que, de forma geral, é preciso considerar fatores como os de raça, de classe social e de idade, por exemplo, na compreensão e explicação das diferenças entre homens, mulheres e pessoas de outras identidades de gênero. Em síntese, a lógica é a de que as mulheres negras e pobres não vivenciam, numa sociedade como a brasileira, as mesmas condicionalidades sociais que mulheres brancas de classe alta, por exemplo, e o mesmo vale para as pessoas LGBTQIAPN+ que se diferenciam umas das outras por variados fatores que se interseccionam.


Partindo desse enunciado, avalie as seguintes afirmações:


I. A perspectiva da interseccionalidade considera que as mulheres podem passar pelas mesmas experiências de violência, independente de classe social.


II. Os estudos de gênero nas ciências sociais demonstram que a interseccionalidade confirma as categorias “mulher” e “homem” como universais.


III. A noção de interseccionalidade aponta que as opressões que mulheres e pessoas trans sofrem se diferenciam por classe, raça e sexualidade.


IV. A análise das diferenças entre homens e mulheres é insuficiente quando não incluir as desigualdades entre brancos e negros e brancas e negras.


É correto o que se afirma em

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Q3811469 Sociologia
O Estado-nação moderno é soberano quando estabelece normas e condutas para pautar e organizar a vida coletiva de seus cidadãos em nível interno bem como o seu comportamento externo com o objetivo de promover o bem-estar destes e protegelos de ameaças internas ou externas. E para garantir a soberania, a organização nacional do Estado não pode estar submetida aos interesses particulares de grupos sociais intermediários internos e/ou externos de vontades estrangeiras de outros Estados ou entidades.
MODERNA PLUS – Sociologia em Movimento. 1ª ed. São Paulo: Moderna, 2024.

Considerando o exposto, assinale a afirmação verdadeira.
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Q3811468 Sociologia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira de 1996 sofreu alterações com a Lei 11.645/2008, que ordenou a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena nas redes regulares de educação básica. Essa legislação determina que o conteúdo programático das escolas deve incluir o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional. O objetivo é lançar luz sobre as diversas contribuições dos negros e dos povos indígenas nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.

Sobre o enunciado acima, assinale a afirmação verdadeira.
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Q3811466 Sociologia
A estrutura das sociedades e o modo como a mudança social se dá em cada sociedade são temas importantes da sociologia desde o seu início. A estrutura de uma sociedade é o modo como diferentes grupos, estratos ou classes sociais estão organizados, divididos e classificados, em geral, de forma hierárquica ou piramidal, a partir de critérios econômicos de distinção. A mudança social para os estudos sociológicos, por sua vez, diz respeito aos modos de transformação de uma sociedade e, por vezes, isto significa a modificação da estrutura social e de suas hierarquias e divisões. Assim, estrutura e mudança sociais são temas sociológicos intrinsecamente correlatos.

Partindo do exposto, é correto afirmar que
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Q3811431 Sociologia
A questão agrária no Brasil tem sido alvo de debates constantes no âmbito acadêmico, político e midiático, em razão de temas importantes como o agronegócio e a reforma agrária. No que diz respeito aos conceitos de agronegócio e reforma agrária, avalie as seguintes afirmações:

I. O agronegócio é definido como modelo econômico da agropecuária industrial capitalista cujo objetivo é garantir a alimentação da população brasileira, especialmente dos mais pobres, configurando-se como o principal mecanismo de erradicação da fome no Brasil.
II. A Reforma Agrária tem como objetivo a democratização do acesso à terra, através de uma distribuição mais equitativa para a população, o que beneficia o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST).
III. A luta por Reforma Agrária no Brasil, para além do acesso à terra, é um projeto de desenvolvimento social, político, educacional e de soberania alimentar para todos. É um projeto de enfrentamento à lógica do agronegócio.
IV. O desenvolvimento do agronegócio no Brasil se deu através da substituição do modelo tradicional de agricultura familiar por um sistema agropecuário industrial e globalizado, em que o alimento é tratado como mercadoria a ser comercializada no mercado externo, com objetivo de gerar lucro para os latifundiários, empresários e capitalistas.

É correto o que se afirma somente em 
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Q3811273 Sociologia
No início do século XXI, tomaram corpo algumas discussões prementes acerca das questões do racismo e antirracismo no Brasil, destacando autores que vieram a ser consagrados por uso de determinados conceitos, por exemplo, Silvio Almeida, ao discutir sobre o “Racismo Estrutural Brasileiro”. Igualmente, Djamila Ribeiro, ao elaborar o conceito sobre “Lugar de Fala”. Tais concepções denotam os seguintes argumentos dos referidos autores:
Alternativas
Q3811272 Sociologia
Gilberto Freyre, no clássico livro Casa-Grande & Senzala, sentenciava que o Brasil vivia numa Democracia Racial, marcada por relações raciais harmoniosas desde o Brasil Colônia. Mediante estudos, ao longo do século XX, esse discurso do referido autor foi chamado de “mito da democracia racial brasileira”. Entre os argumentos que vieram a colocar em discussão tal conceito, podemos destacar o seguinte: 
Alternativas
Respostas
981: D
982: B
983: D
984: A
985: D
986: A
987: C
988: B
989: C
990: B
991: D
992: A
993: A
994: B
995: C
996: A
997: B
998: C
999: A
1000: D