Questões de Concurso Sobre sociologia
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Textos 12A4-II
A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) retomou os trabalhos da Comissão de Pagamento na Terra Indígena Xukuru-Kariri, localizada no município de Palmeira dos Índios (AL), dando continuidade a mais uma etapa do processo de regularização fundiária do território. A iniciativa representa um importante avanço para a consolidação dos direitos territoriais do povo Xukuru-Kariri e para o encaminhamento das indenizações devidas aos ocupantes não indígenas de boa-fé.
A etapa de pagamento das benfeitorias integra o processo de regularização fundiária das terras indígenas, conciliando a garantia dos direitos territoriais dos povos indígenas com o direito à indenização dos ocupantes não indígenas que tiveram sua boa-fé reconhecida pela administração pública.
Na fase de estudo, são realizados os estudos antropológicos, históricos, fundiários, cartográficos e ambientais, que fundamentam a identificação e a delimitação da área indígena.
Internet:<https://anaind.org.br/noticias> (com adaptações).
O povoado de Tabacaria, no município de Palmeira dos Índios, em Alagoas, tornou-se o primeiro território quilombola integralmente titulado no estado.
“Ao mesmo tempo, trazemos a boa notícia da construção de habitação; um estímulo para que os filhos já emancipados permaneçam no campo, vivendo e produzindo em comunidade ao lado de seus pais”, considerou Júnior Rodrigues do Nascimento, superintendente regional do INCRA em Alagoas.
Gerson Paulino é um dos ícones da comunidade. Folclorista e memória viva da tradição oral e da história do povoado, ele lembra que chegou a morar por 14 anos debaixo da lona com sua esposa e seus filhos nesse período de identificação e de conquista do território.
Internet:<https://ama-al.com.br> (com adaptações).
Considerando os textos precedentes e aspectos antropológicos e sociológicos relacionados aos povos indígenas e às comunidades quilombolas de Alagoas, julgue o item subsecutivo.
Textos 12A4-II
A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) retomou os trabalhos da Comissão de Pagamento na Terra Indígena Xukuru-Kariri, localizada no município de Palmeira dos Índios (AL), dando continuidade a mais uma etapa do processo de regularização fundiária do território. A iniciativa representa um importante avanço para a consolidação dos direitos territoriais do povo Xukuru-Kariri e para o encaminhamento das indenizações devidas aos ocupantes não indígenas de boa-fé.
A etapa de pagamento das benfeitorias integra o processo de regularização fundiária das terras indígenas, conciliando a garantia dos direitos territoriais dos povos indígenas com o direito à indenização dos ocupantes não indígenas que tiveram sua boa-fé reconhecida pela administração pública.
Na fase de estudo, são realizados os estudos antropológicos, históricos, fundiários, cartográficos e ambientais, que fundamentam a identificação e a delimitação da área indígena.
Internet:<https://anaind.org.br/noticias> (com adaptações).
O povoado de Tabacaria, no município de Palmeira dos Índios, em Alagoas, tornou-se o primeiro território quilombola integralmente titulado no estado.
“Ao mesmo tempo, trazemos a boa notícia da construção de habitação; um estímulo para que os filhos já emancipados permaneçam no campo, vivendo e produzindo em comunidade ao lado de seus pais”, considerou Júnior Rodrigues do Nascimento, superintendente regional do INCRA em Alagoas.
Gerson Paulino é um dos ícones da comunidade. Folclorista e memória viva da tradição oral e da história do povoado, ele lembra que chegou a morar por 14 anos debaixo da lona com sua esposa e seus filhos nesse período de identificação e de conquista do território.
Internet:<https://ama-al.com.br> (com adaptações).
Considerando os textos precedentes e aspectos antropológicos e sociológicos relacionados aos povos indígenas e às comunidades quilombolas de Alagoas, julgue o item subsecutivo.
Textos 12A4-II
A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) retomou os trabalhos da Comissão de Pagamento na Terra Indígena Xukuru-Kariri, localizada no município de Palmeira dos Índios (AL), dando continuidade a mais uma etapa do processo de regularização fundiária do território. A iniciativa representa um importante avanço para a consolidação dos direitos territoriais do povo Xukuru-Kariri e para o encaminhamento das indenizações devidas aos ocupantes não indígenas de boa-fé.
A etapa de pagamento das benfeitorias integra o processo de regularização fundiária das terras indígenas, conciliando a garantia dos direitos territoriais dos povos indígenas com o direito à indenização dos ocupantes não indígenas que tiveram sua boa-fé reconhecida pela administração pública.
Na fase de estudo, são realizados os estudos antropológicos, históricos, fundiários, cartográficos e ambientais, que fundamentam a identificação e a delimitação da área indígena.
Internet:<https://anaind.org.br/noticias> (com adaptações).
O povoado de Tabacaria, no município de Palmeira dos Índios, em Alagoas, tornou-se o primeiro território quilombola integralmente titulado no estado.
“Ao mesmo tempo, trazemos a boa notícia da construção de habitação; um estímulo para que os filhos já emancipados permaneçam no campo, vivendo e produzindo em comunidade ao lado de seus pais”, considerou Júnior Rodrigues do Nascimento, superintendente regional do INCRA em Alagoas.
Gerson Paulino é um dos ícones da comunidade. Folclorista e memória viva da tradição oral e da história do povoado, ele lembra que chegou a morar por 14 anos debaixo da lona com sua esposa e seus filhos nesse período de identificação e de conquista do território.
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Considerando os textos precedentes e aspectos antropológicos e sociológicos relacionados aos povos indígenas e às comunidades quilombolas de Alagoas, julgue o item subsecutivo.
Textos 12A4-II
A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) retomou os trabalhos da Comissão de Pagamento na Terra Indígena Xukuru-Kariri, localizada no município de Palmeira dos Índios (AL), dando continuidade a mais uma etapa do processo de regularização fundiária do território. A iniciativa representa um importante avanço para a consolidação dos direitos territoriais do povo Xukuru-Kariri e para o encaminhamento das indenizações devidas aos ocupantes não indígenas de boa-fé.
A etapa de pagamento das benfeitorias integra o processo de regularização fundiária das terras indígenas, conciliando a garantia dos direitos territoriais dos povos indígenas com o direito à indenização dos ocupantes não indígenas que tiveram sua boa-fé reconhecida pela administração pública.
Na fase de estudo, são realizados os estudos antropológicos, históricos, fundiários, cartográficos e ambientais, que fundamentam a identificação e a delimitação da área indígena.
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O povoado de Tabacaria, no município de Palmeira dos Índios, em Alagoas, tornou-se o primeiro território quilombola integralmente titulado no estado.
“Ao mesmo tempo, trazemos a boa notícia da construção de habitação; um estímulo para que os filhos já emancipados permaneçam no campo, vivendo e produzindo em comunidade ao lado de seus pais”, considerou Júnior Rodrigues do Nascimento, superintendente regional do INCRA em Alagoas.
Gerson Paulino é um dos ícones da comunidade. Folclorista e memória viva da tradição oral e da história do povoado, ele lembra que chegou a morar por 14 anos debaixo da lona com sua esposa e seus filhos nesse período de identificação e de conquista do território.
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Considerando os textos precedentes e aspectos antropológicos e sociológicos relacionados aos povos indígenas e às comunidades quilombolas de Alagoas, julgue o item subsecutivo.
Textos 12A4-II
A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) retomou os trabalhos da Comissão de Pagamento na Terra Indígena Xukuru-Kariri, localizada no município de Palmeira dos Índios (AL), dando continuidade a mais uma etapa do processo de regularização fundiária do território. A iniciativa representa um importante avanço para a consolidação dos direitos territoriais do povo Xukuru-Kariri e para o encaminhamento das indenizações devidas aos ocupantes não indígenas de boa-fé.
A etapa de pagamento das benfeitorias integra o processo de regularização fundiária das terras indígenas, conciliando a garantia dos direitos territoriais dos povos indígenas com o direito à indenização dos ocupantes não indígenas que tiveram sua boa-fé reconhecida pela administração pública.
Na fase de estudo, são realizados os estudos antropológicos, históricos, fundiários, cartográficos e ambientais, que fundamentam a identificação e a delimitação da área indígena.
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O povoado de Tabacaria, no município de Palmeira dos Índios, em Alagoas, tornou-se o primeiro território quilombola integralmente titulado no estado.
“Ao mesmo tempo, trazemos a boa notícia da construção de habitação; um estímulo para que os filhos já emancipados permaneçam no campo, vivendo e produzindo em comunidade ao lado de seus pais”, considerou Júnior Rodrigues do Nascimento, superintendente regional do INCRA em Alagoas.
Gerson Paulino é um dos ícones da comunidade. Folclorista e memória viva da tradição oral e da história do povoado, ele lembra que chegou a morar por 14 anos debaixo da lona com sua esposa e seus filhos nesse período de identificação e de conquista do território.
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Considerando os textos precedentes e aspectos antropológicos e sociológicos relacionados aos povos indígenas e às comunidades quilombolas de Alagoas, julgue o item subsecutivo.
Textos 12A4-II
A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) retomou os trabalhos da Comissão de Pagamento na Terra Indígena Xukuru-Kariri, localizada no município de Palmeira dos Índios (AL), dando continuidade a mais uma etapa do processo de regularização fundiária do território. A iniciativa representa um importante avanço para a consolidação dos direitos territoriais do povo Xukuru-Kariri e para o encaminhamento das indenizações devidas aos ocupantes não indígenas de boa-fé.
A etapa de pagamento das benfeitorias integra o processo de regularização fundiária das terras indígenas, conciliando a garantia dos direitos territoriais dos povos indígenas com o direito à indenização dos ocupantes não indígenas que tiveram sua boa-fé reconhecida pela administração pública.
Na fase de estudo, são realizados os estudos antropológicos, históricos, fundiários, cartográficos e ambientais, que fundamentam a identificação e a delimitação da área indígena.
Internet:<https://anaind.org.br/noticias> (com adaptações).
O povoado de Tabacaria, no município de Palmeira dos Índios, em Alagoas, tornou-se o primeiro território quilombola integralmente titulado no estado.
“Ao mesmo tempo, trazemos a boa notícia da construção de habitação; um estímulo para que os filhos já emancipados permaneçam no campo, vivendo e produzindo em comunidade ao lado de seus pais”, considerou Júnior Rodrigues do Nascimento, superintendente regional do INCRA em Alagoas.
Gerson Paulino é um dos ícones da comunidade. Folclorista e memória viva da tradição oral e da história do povoado, ele lembra que chegou a morar por 14 anos debaixo da lona com sua esposa e seus filhos nesse período de identificação e de conquista do território.
Internet:<https://ama-al.com.br> (com adaptações).
Considerando os textos precedentes e aspectos antropológicos e sociológicos relacionados aos povos indígenas e às comunidades quilombolas de Alagoas, julgue o item subsecutivo.
Texto 12A4-I
Pesquisadores registram que o Guerreiro alagoano reúne referências do Reisado, Pastoril, Bumba-meu-boi, Caboclinhos, Chegança, Fandangos e de outras tradições presentes em autos e brincadeiras da região, misturando o profano e o religioso.
O Guerreiro Treme-Terra de Alagoas foi fundado na década de 1980, na Chã de Bebedouro, pelo Mestre Benon, também patrimônio vivo de Alagoas. O grupo ficou desativado entre 2016, ano da morte de seu idealizador, e 2024, quando o filho de Benon, Mestre Peitika, resolveu resgatar o legado do pai. Peitika começou a seguir os passos do Mestre Benon em ensaios e apresentações ainda criança.
Os grupos receberam recentemente o apoio do Programa de Apoio Cultural do Plano de Ações Sociourbanísticas (PAS), executado com recursos do Acordo Socioambiental, com participação do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) e adesão do município de Maceió. Na prática, o programa garante a confecção de figurinos, chapéus e adereços, a aquisição de equipamentos de som e instrumentos musicais, além da contratação de serviços para necessidades específicas de cada coletivo.
Internet: <https://www.gazetadealagoas.com.br>(com adaptações).
Texto 12A4-I
Pesquisadores registram que o Guerreiro alagoano reúne referências do Reisado, Pastoril, Bumba-meu-boi, Caboclinhos, Chegança, Fandangos e de outras tradições presentes em autos e brincadeiras da região, misturando o profano e o religioso.
O Guerreiro Treme-Terra de Alagoas foi fundado na década de 1980, na Chã de Bebedouro, pelo Mestre Benon, também patrimônio vivo de Alagoas. O grupo ficou desativado entre 2016, ano da morte de seu idealizador, e 2024, quando o filho de Benon, Mestre Peitika, resolveu resgatar o legado do pai. Peitika começou a seguir os passos do Mestre Benon em ensaios e apresentações ainda criança.
Os grupos receberam recentemente o apoio do Programa de Apoio Cultural do Plano de Ações Sociourbanísticas (PAS), executado com recursos do Acordo Socioambiental, com participação do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) e adesão do município de Maceió. Na prática, o programa garante a confecção de figurinos, chapéus e adereços, a aquisição de equipamentos de som e instrumentos musicais, além da contratação de serviços para necessidades específicas de cada coletivo.
Internet: <https://www.gazetadealagoas.com.br>(com adaptações).
Texto 12A4-I
Pesquisadores registram que o Guerreiro alagoano reúne referências do Reisado, Pastoril, Bumba-meu-boi, Caboclinhos, Chegança, Fandangos e de outras tradições presentes em autos e brincadeiras da região, misturando o profano e o religioso.
O Guerreiro Treme-Terra de Alagoas foi fundado na década de 1980, na Chã de Bebedouro, pelo Mestre Benon, também patrimônio vivo de Alagoas. O grupo ficou desativado entre 2016, ano da morte de seu idealizador, e 2024, quando o filho de Benon, Mestre Peitika, resolveu resgatar o legado do pai. Peitika começou a seguir os passos do Mestre Benon em ensaios e apresentações ainda criança.
Os grupos receberam recentemente o apoio do Programa de Apoio Cultural do Plano de Ações Sociourbanísticas (PAS), executado com recursos do Acordo Socioambiental, com participação do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) e adesão do município de Maceió. Na prática, o programa garante a confecção de figurinos, chapéus e adereços, a aquisição de equipamentos de som e instrumentos musicais, além da contratação de serviços para necessidades específicas de cada coletivo.
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Texto 12A4-I
Pesquisadores registram que o Guerreiro alagoano reúne referências do Reisado, Pastoril, Bumba-meu-boi, Caboclinhos, Chegança, Fandangos e de outras tradições presentes em autos e brincadeiras da região, misturando o profano e o religioso.
O Guerreiro Treme-Terra de Alagoas foi fundado na década de 1980, na Chã de Bebedouro, pelo Mestre Benon, também patrimônio vivo de Alagoas. O grupo ficou desativado entre 2016, ano da morte de seu idealizador, e 2024, quando o filho de Benon, Mestre Peitika, resolveu resgatar o legado do pai. Peitika começou a seguir os passos do Mestre Benon em ensaios e apresentações ainda criança.
Os grupos receberam recentemente o apoio do Programa de Apoio Cultural do Plano de Ações Sociourbanísticas (PAS), executado com recursos do Acordo Socioambiental, com participação do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) e adesão do município de Maceió. Na prática, o programa garante a confecção de figurinos, chapéus e adereços, a aquisição de equipamentos de som e instrumentos musicais, além da contratação de serviços para necessidades específicas de cada coletivo.
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Texto 12A4-I
Pesquisadores registram que o Guerreiro alagoano reúne referências do Reisado, Pastoril, Bumba-meu-boi, Caboclinhos, Chegança, Fandangos e de outras tradições presentes em autos e brincadeiras da região, misturando o profano e o religioso.
O Guerreiro Treme-Terra de Alagoas foi fundado na década de 1980, na Chã de Bebedouro, pelo Mestre Benon, também patrimônio vivo de Alagoas. O grupo ficou desativado entre 2016, ano da morte de seu idealizador, e 2024, quando o filho de Benon, Mestre Peitika, resolveu resgatar o legado do pai. Peitika começou a seguir os passos do Mestre Benon em ensaios e apresentações ainda criança.
Os grupos receberam recentemente o apoio do Programa de Apoio Cultural do Plano de Ações Sociourbanísticas (PAS), executado com recursos do Acordo Socioambiental, com participação do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) e adesão do município de Maceió. Na prática, o programa garante a confecção de figurinos, chapéus e adereços, a aquisição de equipamentos de som e instrumentos musicais, além da contratação de serviços para necessidades específicas de cada coletivo.
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Texto 12A4-I
Pesquisadores registram que o Guerreiro alagoano reúne referências do Reisado, Pastoril, Bumba-meu-boi, Caboclinhos, Chegança, Fandangos e de outras tradições presentes em autos e brincadeiras da região, misturando o profano e o religioso.
O Guerreiro Treme-Terra de Alagoas foi fundado na década de 1980, na Chã de Bebedouro, pelo Mestre Benon, também patrimônio vivo de Alagoas. O grupo ficou desativado entre 2016, ano da morte de seu idealizador, e 2024, quando o filho de Benon, Mestre Peitika, resolveu resgatar o legado do pai. Peitika começou a seguir os passos do Mestre Benon em ensaios e apresentações ainda criança.
Os grupos receberam recentemente o apoio do Programa de Apoio Cultural do Plano de Ações Sociourbanísticas (PAS), executado com recursos do Acordo Socioambiental, com participação do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) e adesão do município de Maceió. Na prática, o programa garante a confecção de figurinos, chapéus e adereços, a aquisição de equipamentos de som e instrumentos musicais, além da contratação de serviços para necessidades específicas de cada coletivo.
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A presença de elementos provenientes de diferentes manifestações culturais no Guerreiro alagoano evidencia que as culturas populares podem constituir-se pela incorporação e reelaboração de práticas diversas.
Texto 12A4-I
Pesquisadores registram que o Guerreiro alagoano reúne referências do Reisado, Pastoril, Bumba-meu-boi, Caboclinhos, Chegança, Fandangos e de outras tradições presentes em autos e brincadeiras da região, misturando o profano e o religioso.
O Guerreiro Treme-Terra de Alagoas foi fundado na década de 1980, na Chã de Bebedouro, pelo Mestre Benon, também patrimônio vivo de Alagoas. O grupo ficou desativado entre 2016, ano da morte de seu idealizador, e 2024, quando o filho de Benon, Mestre Peitika, resolveu resgatar o legado do pai. Peitika começou a seguir os passos do Mestre Benon em ensaios e apresentações ainda criança.
Os grupos receberam recentemente o apoio do Programa de Apoio Cultural do Plano de Ações Sociourbanísticas (PAS), executado com recursos do Acordo Socioambiental, com participação do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) e adesão do município de Maceió. Na prática, o programa garante a confecção de figurinos, chapéus e adereços, a aquisição de equipamentos de som e instrumentos musicais, além da contratação de serviços para necessidades específicas de cada coletivo.
Internet: <https://www.gazetadealagoas.com.br>(com adaptações).