Questões de Concurso
Sobre mundo do trabalho em sociologia
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A situação atual é marcada por uma comoção que, recentemente,
afetou a condição salarial: o desemprego em massa e a instabilidade
das situações de trabalho, a inadequação dos sistemas
clássicos de proteção para dar cobertura a essas condições, a
multiplicação de indivíduos que ocupam na sociedade uma posição de supranumerários, “inimpregáveis”, inempregados ou empregados
de um modo precário e interminante, escreveu Robert
Castel em 1998. Castel, ao fazer uma “crônica do salário”, no
livro “As metamorfoses da questão social”, estabelece que
“Uma arma ideológica forjada como resposta à crise industrial de fins da década de 1960 [...] [cuja] extração da mais-valia depende agora da economia da inovação perpétua (MORRIS-SUZUKI, Tessa, apud KUMAR, Krishan (2006) Da Sociedade Pós-industrial à Pós-moderna. Novas Teorias sobre o Mundo Contemporâneo Rio de Janeiro, Jorge Zahar, p.56).
O conceito ao qual a caracterização acima refere-se é o de:
Considere:
Perspectiva Teórica
I. Escola Francesa
II. Escolha Estratégica
III. Escola de Recursos Humanos
IV. Institucionalista
Proposição
a. Aceita o conflito entre capital e trabalho, desde que dentro das regras e normas estabelecidas pelo sistema de regulação criado pelo Estado ou instituições específicas.
b. Considera indesejável, não aceita o conflito entre capital e trabalho.
c. Baseada na posição dos atores sociais em relação às forças ambientais, sejam líderes sindicais, assalariados, empregadores ou gestores públicos.
d. Argumenta que, de acordo com a situação política e econômica favorável ou desfavorável ao trabalho, o conflito e a negociação podem adquirir características diversas.
A associação correta entre perspectiva teórica e proposição está em
A crise experimentada pelo capital, bem como suas respostas, das quais o neoliberalismo e a reestruturação produtiva da era da acumulação flexível são expressão, têm acarretado, entre tantas consequências, profundas mutações no interior do mundo do trabalho.
(ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Boitempo, 2009, p. 17)
Corresponde a uma das inúmeras transformações no mundo do trabalho ocorridas no Brasil e em outros países nas últimas décadas:
Algumas alternativas para isto seriam, exceto:
Art. 1º Os componentes curriculares Filosofia e Sociologia são obrigatórios ao longo de todos os anos do Ensino Médio, qualquer que seja a denominação e a organização do currículo, estruturado este por sequência de séries ou não, composto por disciplinas ou por outras formas flexíveis.
Art. 2º Os sistemas de ensino deverão estabelecer normas complementares e medidas concretas visando à inclusão dos componentes curriculares Filosofia e Sociologia em todas as escolas, públicas e privadas, obedecendo aos seguintes prazos de implantação:
I. início em 2009, com a inclusão obrigatória dos componentes curriculares Filosofia e Sociologia em, pelo menos, um dos anos do Ensino Médio, preferentemente a partir do primeiro ano do curso;
II. prosseguimento dessa inclusão ano a ano, até 2011, para os cursos de Ensino Médio com 3 (três) anos de duração, e até 2012, para os cursos com duração de 4 (quatro) anos.
Parágrafo único. Os sistemas de ensino e escolas que já implantaram um ou ambos os componentes em seus currículos devem ser incentivados a antecipar a realização desse cronograma, para benefício maior de seus alunos.
Disponível em:<http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/resolição_cne_ceb001_2009.pdf>
Acesso em: 27 mar. 2015.
Diante do exposto, fica Alterado o art. 36 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir a Filosofia e a Sociologia como disciplinas obrigatórias nos currículos do ensino médio. Qual a lei que diz respeito à inclusão do ensino de Filosofia e Sociologia no Ensino Médio?
Assinale a alternativa CORRETA:
Sobre a globalização econômica e a mundialização da cultura analise as afirmativas abaixo e marque a única alternativa correta.
I - Em sua obra "A Ideologia Alemã" Karl Marx sugeria que a globalização das forças produtivas era a única maneira de estabelecer um intercâmbio universal entre os homens tornando cada uma deles dependentes das perturbações dos restantes e fazendo com que finalmente eles vivessem sua história local em âmbito mundial.
II - Para Octavio Ianni a globalização pode ser definida como a subordinação do local aos eventos econômicos mundiais, de modo que a "transformação local" é tanto uma parte da globalização quanto a extensão lateral das conexões sociais através do tempo e do espaço.
III - Para Anthony Giddens a mundialização da cultura é um fenômeno exclusivamente moderno que se desenvolve a partir da emergência das forças produtivas europeias ao longo do século XVII.
IV - Para Alex Fiúza de Mello a hegemonização universal do estilo de vida burguês (na condição
de cultura mundial) só é devidamente completada quando suas características societárias
fundamentais, sua forma típica de produção e de distribuição rompem com as tradições locais por
meio de redes de relações mantidas entre as elites econômicas (que também são culturais)
transnacionais.