Questões de Concurso Sobre movimentos sociais no brasil em sociologia

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Q2083325 Sociologia
Qual das opções, abaixo, não é um movimento social do Brasil? 
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Q2083310 Sociologia
A Sociologia no Brasil teve início, nos anos de 1920 a 1930, nesses anos alguns temas mais presentes, na época eram objeto de discussão dos sociólogos. Qual desses temas não estavam em debate? 
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Q2083309 Sociologia
Qual é o principal movimento social que luta pela reforma agrária? 
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Q2063667 Sociologia
“Todo mundo sabe onde está colocada a honra da mulher. Não é segredo para ninguém que a honra da mulher, o seu caráter, o seu idealismo, a sua consciência, todos os sentimentos, enfim, que a distinguem da vaca ou da cadela, foram colocados, por convenção dos homens, justamente na parte do corpo que mais a aproxima desses animais. Os homens, no afã de conseguirem um meio prático de dominar a mulher, colocam-lhe a honra entre as pernas”.
Virgindade Anti-higiênica: Preconceitos e Convenções hipócritas, (1924).
O trecho exemplifica a produção intelectual de
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Q2063658 Sociologia
Todo ato educativo é um ato político
É possível dizer que na década de 1950, os intelectuais brasileiros descobriram o popular, entendido como resgate do sentido de nacionalidade, e elegeram o povo como sujeito social da vida brasileira. A densidade dos anos 1950 e 1960 vem do fato de se cruzarem, como atores em disputa, a elite, que ‘construiria 50 anos em 5’ (ideário que tem sua consagração na construção e mudança da capital do Brasil), e as camadas populares, que se mobilizam por conquistas sociais básicas. A atmosfera da qual se impregnou a cultura contagiou a educação.
Adaptado de BOMENY, Helena. Os intelectuais da educação. Rio de janeiro: Zahar, 2000, p. 57. 
As afirmativas a seguir exemplificam corretamente iniciativas desse período em que, no pensamento social brasileiro, a questão educacional foi associada à conscientização e à transformação política, à exceção de uma. Assinale-a. 
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Q2063657 Sociologia
O pragmatismo norte-americano foi uma forte influência no debate sobre os rumos da educação no Brasil do século XX, como o demonstram os contatos epistolares com filósofos de universidades norte-americanas e as viagens de intelectuais brasileiros para os Estados Unidos.
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No centro da imagem, Anísio Teixeira (de óculos) e Monteiro Lobato (à sua esquerda), nos Estados Unidos, na década de 1920.
Assinale a afirmativa que descreve corretamente esse diálogo entre a filosofia pragmática norte-americana e a orientação do sistema educacional brasileiro, proposta por representantes do pensamento social brasileiro. 
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Q2063655 Sociologia
Embora a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DH) tenha ocorrido há mais de meio século, uma educação que busque trazer os princípios dos DH para uma realidade concreta deve considerar tanto a promoção quanto a garantia desses direitos no espaço urbano da comunidade escolar. Segundo David Harvey, “A liberdade para nos fazermos e nos refazermos, assim como nossas cidades, é um dos mais preciosos, ainda que dos mais negligenciados, dos nossos direitos humanos. A questão sobre qual tipo de cidade queremos não pode estar divorciada da questão sobre qual tipo de pessoas desejamos ser, quais tipos de relações sociais buscamos, qual relação nutrimos com a natureza, qual modo de vida desejamos”.
Adaptado de HARVEY, David. A liberdade da cidade, GEOUSP Espaço e Tempo (v. 13, n. 2, 2009, p. 9.
Com base no trecho citado, analise as afirmativas a seguir a respeito de pensar a cidade como um direito.
I. O direito à cidade deve ultrapassar o direito ao acesso do que já está disponível, permitindo transformar a cidade em algo que esteja de acordo com os interesses de seus cidadãos. II. O direito à cidade se expressa em duas demandas recorrentes na metrópole paulistana: a ocupação democrática dos espaços urbanos e o fortalecimento da cultura de participação política. III. O direito à cidade opera como um conceito aglutinador, na medida em que alinha uma série de outras políticas de inclusão, participação e uso dos espaços públicos urbanos.
Está correto o que se afirma em
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Q2063647 Sociologia
Para o sociólogo Zygmunt Bauman, Identidade e Política Identitária se tornaram conceitos-chave para o entendimento da vida social na era da "modernidade líquida", respondendo a indagações como: qual é o espaço do eu e do outro? Qual é a medida da liberdade individual? E do respeito ao próximo, com todas as suas diferenças? É possível construir uma identidade sem levar a alteridade – o outro – em conta?
Com base nessa reflexão sociológica, analise as afirmativas a seguir sobre políticas de identidade na era da “modernidade líquida”.
I. Políticas de identidade são um tipo de agência importante para “minorias numéricas”, como indígenas, pessoas com deficiência e grupos LGBTI+, e também para “maiorias minorizadas na representação”, como mulheres e pessoas negras no Brasil, por exemplo. II. Políticas de identidade geram sentimentos de pertencimento pautados em realidades ontológicas, seja de caráter étnico, linguístico ou de origem nacional, entre outros. III. Políticas de identidade funcionam como âncoras sociais, em relação a situações políticas expressas em termos de raça, gênero, país, família, classe ou local de nascimento, visando o a pluralidade de direitos e a reparação de diferenças.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4102276 Sociologia
O 20 de novembro e o negro no Brasil de hoje

De todos os africanos transportados para as Américas através do tráfico atlântico entre os séculos XVI e XIX, cerca de 40% deles tiveram o Brasil como país de destinação. De acordo com os resultados do último censo populacional realizado pelo IBGE em 2010, a população negra, isto é, preta e parda, constitui hoje cerca de 51% da população total, ou seja, 100 milhões de brasileiros e brasileiras em termos absolutos. O que faz do Brasil o maior país da população negra das Américas, e mesmo em relação à África dita Negra, o Brasil só perde da Nigéria, que é o país mais populoso da África Subsaariana.

Mas qual é o lugar que essa população negra ocupa no Brasil de hoje depois de 130 anos da abolição da escravatura? Responderia que este lugar entrou no processo afirmativo de sua construção somente a partir dos últimos vinte anos no máximo. Se depois da assinatura da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, o Brasil oficial tivesse desde já iniciado o processo de inclusão dos ex-escravizados africanos e seus descendentes no mundo livre e no mercado de trabalho capitalista nascente, a situação do negro no Brasil de 2018 seria certamente diferente em termos de inclusão social. Nada foi feito, pois o negro liberto foi abandonado à sua própria sorte e as desigualdades herdadas da escravidão se aprofundaram diante de um racismo sui generis encoberto pela ideologia de democracia racial. Trata-se de um quadro de desigualdades raciais acumuladas nos últimos mais de trezentos anos que nenhuma política seria capaz de aniquilar em apenas duas ou três décadas de experiência de políticas afirmativas. Por isso, a invisibilidade do negro, ou melhor, sua sub-representação em diversos setores da vida nacional que exigem comando e responsabilidade vinculados a uma formação superior, ou universitária e técnica, de boa qualidade é ainda patente. 

Era preciso começar a partir de algum momento, em vez de ficar eternamente preso ao mito de democracia racial que congelou a mobilidade social do negro nesses 130 anos da abolição. O início é como todos os inícios, geralmente lento, pois encontra em seu caminho hesitações, resistências e inércia das ideologias anteriores. Mas, de qualquer modo, se começou sem recuo, como se pode perceber hoje em algumas áreas como a Educação. As universidades que adotaram políticas de cotas para ingresso de negros e indígenas tiveram nos últimos dez anos um número de alunos negros e indígenas proporcionalmente superior ao de todos os negros que ingressaram em suas escolas durante quase um século da criação da universidade brasileira. Dizer que essas políticas são paliativas, como ouvi tantas vezes, não condiz com o progresso de inclusão observável e inegável. Certo, concordamos todos que é preciso melhorar o nível da escola pública, realidade à qual ninguém se contrapõe, apesar da consciência de que a escola pública não melhorará amanhã diante dos lobbys dos donos das escolas privadas e da falta da mobilização da sociedade civil brasileira em todas as suas classes sociais para mudá-la. A data de 13 de maio é sem dúvida uma data histórica importante, pois milhares de pessoas morreram para conseguir essa abolição jurídica, que não se concretizou em abolição material, o que faz dela uma data ambígua. Na versão oficial da abolição, coloca-se o acento sobre o abolicionismo, mas se apaga ao mesmo tempo a memória do que veio antes e depois. Nesse sentido, a abolição está inscrita, mas esvaziada de sentido. A Lei Áurea de 13 de maio de 1888 é apresentada como grandeza da nação, mas a realidade social dos negros depois desta lei fica desconhecida. Visto deste ponto de vista, o discurso abolicionista tem um conteúdo paternalista. A questão do negro tal como colocada hoje se apoia sobre uma constatação: o tráfico e a escravidão ocupam uma posição marginal na história nacional. No entanto, a história e a cultura dos escravizados são constitutivas da história coletiva como o são o tráfico e a escravidão. Ora, a história nacional não integra ou pouco integra os relatos de sofrimento, da resistência, do silêncio e participação.

A abolição da escravatura é apresentada como um evento do qual a República pode legitimamente se orgulhar. Mas a celebração da data até hoje tenta fazer esquecer a longa história do tráfico e da escravidão para insistir apenas sobre a ação de certos abolicionistas e marginalizar as resistências dos escravizados. A mim me parece que a celebração acompanha-se de uma oposição sempre atualizada de duas memórias: memória da escravidão negativamente associada aos escravistas e a memória da abolição positivamente associada à nação brasileira. No entanto, as duas memórias deveriam dialogar para se projetar no presente e no futuro do negro, ou se constituindo numa única memória partilhada. A proposta de transformar 20 de novembro em data da consciência negra partiu da iniciativa do saudoso poeta Oliveira Silveira, do Grupo Palmares, do Rio Grande do Sul, e virou uma iniciativa do Movimento Negro como um todo a partir do início da década de 70. Através do trabalho das entidades negras, essa proposta ganhou força em todo o País, e gradativamente passou a ser reconhecida pela mídia e pela sociedade em geral. Zumbi dos Palmares foi reconhecido oficialmente, a partir do governo Fernando Henrique Cardoso, como herói negro dos brasileiros. Hoje, o dia 20 de novembro é comemorado universalmente em todo o País, sendo considerado feriado oficial em vários estados e dezenas de municípios. Em vez de comemorar 13 de maio, data em que a princesa Izabel assinou a Lei Áurea, que aboliu a escravatura, o Movimento Negro prefere simbolicamente se concentrar na data de 20 de novembro, que tem a ver com a luta para a segunda e verdadeira abolição da escravatura. Por isso, novembro se transformou nacionalmente em mês da Consciência Negra. Ninguém se ilude ao acreditar que todos os problemas da população negra se resolvem em 20 de novembro, mas trata-se de um mês que tem um profundo sentido simbólico e político no processo de sensibilização, politização e conscientização sobre as práticas racistas e as consequentes desigualdades que dificultam a plena inclusão do Segmento Negro na sociedade brasileira.

MUNANGA, Kabengele. Jornal da USP, 14 nov. 2018.


Disponível em: <https://jornal.usp.br/artigos/o-20-denovembro-e-o-negro-no-brasil-de-hoje/>. Acesso em: 20 dez. 2018. 
Observe a seguinte frase: "A mim me parece que a celebração acompanha-se de uma oposição sempre atualizada de duas memórias: memória da escravidão negativamente associada aos escravistas e a memória da abolição positivamente associada à nação brasileira." A respeito desse trecho, é correto afirmar que:
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Q2403792 Sociologia

Os novos movimentos sociais foram caracterizados por uma crescente politização da vida social, e isso fez ruir a visão do político como um espaço fechado e homogêneo. O espaço de luta política pode ser tanto a sede da entidade, como a rua, os órgãos públicos, as empresas etc. Não há mais um único espaço ou dimensão para a atuação política dos novos movimentos.


PEREIRA, Elenita Malta. A conquista da cidadania: movimentos sociais na história do Brasil, 2015, com adaptações.


De acordo com essa perspectiva, é correto afirmar que as tendências dos novos movimentos sociais diferenciam-se dos movimentos clássicos

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Q2403791 Sociologia

[...] a sabedoria residiria em reservar o emprego da categoria ‘movimentos sociais’ ao conjunto dos fenômenos que, de fato, receberam esse nome no decorrer de uma longa tradição histórica. O essencial, aqui, é reservar a ideia de movimento social a uma ação coletiva que coloca em causa um modo de dominação social generalizada.


TOURAINE, Alain; THURLER, Ana Liési. Na fronteira dos movimentos sociais. Sociedade e Estado. 2006. v. 21, n. 1.


Segundo o autor, os movimentos sociais se opõem a processos históricos de dominação na medida em que

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Q2275953 Sociologia
Odete e Irene travaram intenso debate a respeito das divisões estruturais dos movimentos sociais e de sua funcionalidade no ambiente sociopolítico. De acordo com Odete, os movimentos sociais podem ser analisados em uma perspectiva conjuntural ou em uma perspectiva estrutural, sendo que em ambas o objetivo é o de influenciar, em caráter duradouro, o processo decisório das estruturas estatais de poder. Irene, por sua vez, afirmava que o surgimento dos movimentos sociais, e as ações coletivas que praticam, tanto podem se identificar com manifestações espontâneas como com manifestações provocadas, orquestradas por iniciativas de líderes ou grupos de menor porte.
À luz das considerações de Odete e Irene, é correto afirmar que
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Q2123627 Sociologia
        No caso brasileiro, a dicotomia entre raça e classe se revigora diante das mudanças causadas pelas ações afirmativas, cujo debate levou estudiosos brasileiros de diferentes áreas e temas a fazerem considerações acerca da dinâmica de tal dicotomia.

Márcia Lima. “Raça” e pobreza em contextos metropolitanos. In: Tempo Social, 24(2), nov./2012, p. 247 (com adaptações).

Considerando o tema tratado no texto precedente e os debates que lhe são pertinentes, julgue o item a seguir.


A despeito da desconfiança de parte da sociedade em relação aos resultados da promulgação da Lei n.º 12.711/2012, conhecida como Lei de Cotas, atualmente sua relevância é reconhecida tanto no que se refere ao quantitativo de acesso à educação superior quanto no que diz respeito ao debate qualitativo do enfoque das áreas de conhecimento.

Alternativas
Q2093693 Sociologia
Entre os anos 1980 e 2000 mudanças importantes processaram-se na configuração dos movimentos sociais. Esses passaram a se caracterizar pela organização em rede, pela horizontalidade e pluralidade ideológica. (Gohn, 2014.) Sobre os novos movimentos sociais, pode-se afirmar que:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2022 - USP - Professor - Sociologia |
Q2026749 Sociologia
Para Maria da Glória Gohn (2001) as lutas sociais realizadas no país ao longo dos anos de 1980 inauguraram novos tempos para a questão da cidadania no país. Nesse período, os novos direitos conquistados:  
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Q2022343 Sociologia
Maria da Gloria Gohn (2008) identifica as teorias do paradigma norte-americano e as teorias dos paradigmas europeus e latino-americano.
GOHN, M. G. Teoria dos movimentos sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. São Paulo: Loyola, 2006.

Relacione as teorias e o paradigma da Coluna I às categorias correspondentes da Coluna II:
Coluna I  1. Teoria marxista/neomarxista
2. Teoria dos Novos Movimentos Sociais 3. Teoria da Mobilização Política 4. Paradigma latino-americano
Coluna II
( ) Destaca o papel dos atores sociais nas ações coletivas em detrimento de um sujeito específico. ( ) Começa a se destacar nos anos 1970, ao criticar o utilitarismo e o individualismo metodológico presentes nas análises dos movimentos sociais. ( ) Apresenta Cidadania, Identidade Coletiva e Resistência como categorias analíticas. ( ) Destaca as transformações das condições de existência por meio das lutas sociais.

A sequência correta é 
Alternativas
Q1976954 Sociologia
   Os movimentos sociais são ações sociais coletivas de caráter sociopolítico e cultural que viabilizam formas distintas de a população se organizar e expressar suas demandas. Na ação concreta, essas formas adotam diferentes estratégias que variam da simples denúncia, passando pela pressão direta (mobilizações, marchas, concentrações, passeatas, distúrbios à ordem constituída, atos de desobediência civil, negociações etc.) até as pressões indiretas. Na atualidade, os principais movimentos sociais atuam por meio de redes sociais, locais, regionais, nacionais e internacionais ou transnacionais, e utilizam-se muito dos novos meios de comunicação e informação, como a Internet. 

M. G. Gohn. Movimentos Sociais na Contemporaneidade.
In: Revista Brasileira de Educação, v. 16, n.º  47, Rio de Janeiro, 2011 (com
adaptações).
Quanto às teorias sociológicas concernentes aos movimentos sociais, julgue o item.

Alberto Melucci é um dos principais críticos do paradigma da identidade coletiva, que, em detrimento de sistemas macrossocietais, centra-se mais no plano micro, na ação coletiva de indivíduos, havendo um enfoque mais psicossocial. 
Alternativas
Q1976951 Sociologia
   Os movimentos sociais são ações sociais coletivas de caráter sociopolítico e cultural que viabilizam formas distintas de a população se organizar e expressar suas demandas. Na ação concreta, essas formas adotam diferentes estratégias que variam da simples denúncia, passando pela pressão direta (mobilizações, marchas, concentrações, passeatas, distúrbios à ordem constituída, atos de desobediência civil, negociações etc.) até as pressões indiretas. Na atualidade, os principais movimentos sociais atuam por meio de redes sociais, locais, regionais, nacionais e internacionais ou transnacionais, e utilizam-se muito dos novos meios de comunicação e informação, como a Internet. 

M. G. Gohn. Movimentos Sociais na Contemporaneidade.
In: Revista Brasileira de Educação, v. 16, n.º  47, Rio de Janeiro, 2011 (com
adaptações).
Quanto às teorias sociológicas concernentes aos movimentos sociais, julgue o item.

Blumer, que foi o grande teórico dos movimentos sociais na abordagem clássica, no âmbito do paradigma norte-americano, conceituou os movimentos sociais como empreendimentos coletivos para estabelecer uma nova ordem de vida, que surgiriam de uma situação de inquietação social.  
Alternativas
Q1976936 Sociologia
Acerca da constituição do saber sociológico, julgue o item.

A sociologia brasileira atingiu o seu ápice e sua maturidade no início da década de 1930 do século XX, com as publicações de Gilberto Freyre e de Caio Prado Júnior. 
Alternativas
Q1974537 Sociologia

Na década de 1970, o sociólogo Alain Touraine, ao estudar a categoria de movimento social, a definiu como uma ação conflitante de agentes sociais, lutando pelo controle do sistema de ação histórica, e incluiu nessa definição a identificação de três princípios pertinentes a todo movimento social:


1. O movimento social deve explicitar em nome de quem fala e quais são os interesses que protege ou defende.

2. O movimento social identifica contra quais bloqueios ou situações ele se mobiliza e busca vencer a apatia ou a indiferença em relação a uma dada situação.

3. O movimento social afirma defender interesses de um grupo em particular, mas o faz, participando do sistema de ação histórica.


Assinale a afirmativa que identifica corretamente os três princípios que norteiam o conceito de movimento social de Alain Touraine.

Alternativas
Respostas
81: E
82: D
83: B
84: E
85: A
86: A
87: E
88: C
89: B
90: A
91: E
92: B
93: C
94: C
95: C
96: A
97: E
98: C
99: E
100: D