Questões de Concurso
Sobre movimentos sociais no brasil em sociologia
Foram encontradas 208 questões
Leia atentamente os trechos da Carta dos povos da floresta à sociedade não indígena em tempos de pandemia e violências para responder à questão.
[...] Terras invadidas
Pela força e ambição [...]
[...] Vivemos uma era do medo
De incertezas, desrespeito e confusão
Nossas aldeias estão vulneráveis
Novamente nossas flechas não combatem
A velocidade da munição [...].
[..] E veio o ano de 2020
Uma pandemia tivemos que enfrentar
As aldeias não conseguiram evitar
Que a doença entrasse matando sem parar [...].
Muitos ajudaram
Outros cruzavam os braços
E de longe viam a cena passar.
“Terra para “índio”?
Nem um palmo vou liberar”.
Frases de efeito pairam pelo ar
Terra Mãe!
Viver é pensar com equilíbrio
É ter pertencimento com o lugar
É sair da alienação
e ver que a natureza é um sujeito a
ecoar.
Respeito, direito!
Vem! Protege o teu lar
(Extraído de Wayna Kambeba, Márcia, Carta dos povos da floresta à sociedade não indígena em tempos de pandemia e violências. Resistir em tempos pandêmicos. 2022. Sens public. https://sens-public.org/articles/1658/)) disponível em sens-public.org/articles/1658). Acesso em 17 de maio de 2023.
Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa CORRETA.
Entrando na terra tão sonhada, esses assentados buscam recuperar outros valores. Por exemplo, o universo simbólico-cultural, as lembranças e a dignidade que perderam, morando em periferias de cidades, em condições precárias. Recuperar o sentido da vida é fundamental e faz parte do projeto desses trabalhadores, como expressa Franco Garcia e Thomaz Jr: “o movimento camponês precisa ser entendido como algo muito além da luta pela defesa desesperada de um pedaço de chão, com um documento cartorial”.
SILVA, Maria Aparecida Daniel da. Assentamento e sustentabilidade. Sociedade e Cultura, Goiânia, v. 4, n. 1, jan./jul. 2001, p. 87.
Ao tratar do caso de Poções de Rialma, o texto destaca que um elemento fundamental para o movimento em questão se vincula
Segundo Scherer-Warren e Luchmann (2011), qual conceito contribui para compreender a dinâmica e a lógica dos movimentos sociais nessa perspectiva?
Disponível em: Folha de S.Paulo. Acesso em: 3 jun. 2026.
A mobilização em torno do fim da escala 6x1 pode ser interpretada, historicamente, como parte de um processo mais amplo de construção dos direitos trabalhistas. Nesse sentido, o debate apresentado no texto demonstra que
(__) As relações de subordinação são relações que estão baseadas sobre as positividades das posições identitárias. Ou seja, não há, ainda, o reconhecimento das negatividades que sustentam as posições diferenciais vistas como imutáveis.
(__) A mobilização social implica, em uma visão não essencialista dos elementos psicossociais, um processo articulatório que não pode ser determinado nem estruturalmente nem previamente, pois ele dependerá das formas de articulação necessárias para sua sobrevivência.
(__) A identidade coletiva se dá em processo e não está implicada pelas práticas sociais que o grupo desenvolve.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Na beira do rio
Eu vi uma mulher e uma criança na beira do rio A criança brincava, enquanto a mãe lavava a roupa Mas chegaram alguns homens com roupas diferentes Diferentes daquelas que a mulher lavava E com algo diferente daquilo que a criança brincava Cercaram o rio e ele encheu E hoje a mulher não pode mais lavar a roupa ali A criança não pode mais brincar na beira do rio Pois o rio não é mais deles
Disponível em: . Acesso em: 13 mar. 2020.
A poesia indica uma das origens dos problemas ambientais vivenciados na atualidade. Frente a tais problemas, organizam-se movimentos sociais identitários na luta e defesa de interesses comuns de grupos populacionais. A organização social e de luta constituída para defender esse segmento da população expresso na poesia refere-se ao
A partir dessa situação, assinale a opção que contém uma explicação para a crítica dos estudantes.
A violência de gênero é um dos fatores relacionados à persistente desigualdade de gênero nos cursos e departamentos de Filosofia do país. Em seu compromisso de lutar contra o preconceito acadêmico, a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas apresenta à comunidade filosófica brasileira este protocolo de enfrentamento da violência de gênero. Violência de gênero designa uma ou várias condutas que incorrem em injustiça no tratamento de pessoas em função do gênero. Esta injustiça não se define apenas no âmbito do direito positivo em vigor no país, mas também na dimensão moral e afetiva das relações profissionais dentro das instituições, entre agentes adultos e responsáveis. Trata-se, no ambiente acadêmico, de práticas de vilipêndio intelectual, desrespeito profissional, deslegitimação de discurso, agressão psicológica e de cunho sexual, motivadas por discriminação de gênero.
Protocolo de enfrentamento da violência de gênero. Rede Brasileira de Mulheres Filósofas, 2003.
Nessa situação, a partir da leitura do texto, espera-se que os estudantes compreendam como
Nessa perspectiva, é correto afirmar que
I- Comunidades periféricas e quilombolas, por estarem mais próximas de áreas industriais ou lixões, frequentemente enfrentam maiores riscos de contaminação e problemas de saúde.
II- O racismo ambiental se manifesta apenas quando políticas públicas explícitas discriminam grupos raciais, não sendo observável em efeitos indiretos ou estruturais.
III- Estudos sobre justiça ambiental indicam que a vulnerabilidade ambiental está ligada a desigualdades históricas de acesso à terra, educação, saúde e serviços públicos.
IV- Movimentos sociais, como os movimentos negros e indígenas, têm papel central na denúncia e na mitigação do racismo ambiental.
Agora, assinale CORRETAMENTE:
Veja a imagem a seguir.

Disponível em: <https://veja.abril.com.br/wpcontent/uploads/2021/04/FOTO-HISTORICA-CAPA-LIVRO-TORTOARADO.jpg.jpg?quality=70&strip=info&resize=850,567>. Acesso em: 7 set. 22.
Na imagem, vê-se a capa colorida do premiado livro de Itamar Vieira Junior, Torto Arado (2018), ao lado da também icônica e premiada foto preto-e-branco original do italiano Giovanni Marrozzini (2010), que serviu como inspiração para a capa do livro do autor brasileiro. A partir dessas informações, a imagem do livro de Vieira Júnior representa