Questões de Concurso
Comentadas sobre estratificação e desigualdade social em sociologia
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(BENTO, 2022, p. 36) BENTO, C. O pacto da branquitude. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. E-book.
Ao identificar, no Brasil, o ethos que orienta os aspectos psicossociais do racismo destacado na citação acima, o argumento de Cida Bento se fundamenta na
A teoria da estratificação social de Weber não estabelece apenas um critério para posicionar os indivíduos na sociedade, mas insere-o em várias esferas da realidade, do ponto de vista econômico, político e cultural.
Os Estados ou estamentos feudais da Europa medieval não estavam legalmente definidos, pois cada um deles não estava condicionado por um complexo legal de direitos e deveres, privilégios e obrigações.
Para a teoria funcionalista da estratificação social, a desigualdade social é um recurso desenvolvido inconscientemente por meio do qual as sociedades garantem que posições mais importantes sejam preenchidas pelos mais qualificados.
Weber chamava de situação de classe a oportunidade típica de abastecimento de bens, de posição de vida externa.
Na maior parte dos seus escritos, Marx trabalha com um sistema de classes em termos de duas classes (capitalistas e assalariados); no entanto, ocasionalmente, ele também lida com um sistema de três classes (capitalistas, latifundiários e assalariados).
O sistema de castas indiano, em que há as quatro tradicionais varnas de brâmanes, xátrias, vaixás e sudras, é único entre os sistemas de estratificação social, embora seja possível compará-lo a outros tipos. Elas estão atreladas à diferenciação econômica.
Os sociólogos comumente distinguem quatro principais tipos de estratificação social: escravidão; casta; classe social; e status. Contudo, muitos autores preferem tratar a escravidão como um sistema industrial, não como um sistema de estratificação.
Simmel aproximou-se de Weber no seu tratamento do fenômeno religioso, apropriando-se do tipo ideal weberiano e tecendo análises históricas e comparativas.
O conceito de estratificação social é utilizado para indicar o sistema de desigualdades estruturais de uma sociedade, a partir de dois aspectos: o distributivo, relativo à acumulação das recompensas materiais e simbólicas obtidas por indivíduos e grupos de uma sociedade; e o relacional, que diz respeito às relações de poder vigentes entre os grupos sociais.
Adapatado de BAGNASCO, A. Sociologia.
I concetti di base. Bologna: Il Mulino, 2013.
A partir do trecho, analise as afirmativas a seguir a respeito dos paradigmas de pesquisa sobre a estratificação social.
I. Para as teorias funcionalistas, a estratificação social é um instrumento de perpetuação do poder de grupos hegemônicos em relação a grupos subalternos, sendo própria de sociedades industrializadas.
II. Para as teorias do conflito marxistas, a estratificação social é construída no âmbito das relações de produção e de propriedade, em um contexto de disputas contínuas.
III. Para a teoria do conflito weberiana, a estratificação social é multidimensional, uma vez que a estrutura social se organiza a partir das esferas econômica, política e cultural.
Está correto o que se afirma em
I. As estatísticas descritivas são usadas para descrever e resumir dados, incluindo medições de tendência central (média) e dispersão.
II. Confiabilidade é a estabilidade ou uniformidade das medições, ou seja, se a repetição da medição daria os mesmos resultados.
III. A validez indica se a medição colhe ou não os dados requeridos para responder à pergunta da pesquisa.
IV. Uma medição pode ser confiável e não válida, mas se não é confiável também não pode ser válida.
Quais estão corretas?
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Sobre questões de gênero, na perspectiva sociológica enunciada, assinale a alternativa correta.
“Diante de uma vitrine temos total acesso àquilo que nos espreita do outro lado, mas se trata de um acesso restrito ao campo visual. Do ponto de vista tátil, a vitrine é uma parede, visualmente é uma tela”. (GUIMARÃES, Euclides. No mundo estetizados em que vivemos. Revista Sagarana. Ed. n. 6, 1999) Sobre o consumo, modo de vida e sustentabilidade, assinale a alternativa incorreta.